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DO CORREIO BRAZILIENSES

A operação, segundo a polícia, era para prender chefes do Comando Vermelho escondidos no complexo de favelas  cariocas ; Na ação a PM apreendeu também várias armas.

Camilla Germano
 

 (crédito: Reprodução/PMRJ)

(crédito: Reprodução/PMRJ)

Já passam de 21 o número de mortos da operação policial na Vila Cruzeiro, uma das favelas que compõem o Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. A ação começou na madrugada desta terça-feira (24/5) e, até a última atualização desta matéria, ainda não havia sido concluída. 

O objetivo da operação era encontrar os chefes do Comando Vermelho que estavam escondidos na Vila. Para a AFP, Ivan Blaz, porta-voz da Polícia Militar do Rio de Janeiro, afirmou que o Comando Vermelho (CV) é responsável por mais de 80% dos confrontos armados no Rio.

Segundo a coorporação, quando a equipe da polícia chegou no alto da favela para iniciar a ação, eles foram recebidos com tiros.

 

11 entre os mortos foram identificados como suspeitos pela polícia e uma moradora foi vítima de uma bala perdida. Os outros mortos ainda não foram identificados.

A polícia também não descarta que ainda existam outras vítimas, porque o tiroteio ocorreu em uma área de vegetação fechada.

Durante a ação os agentes apreenderam 13 fuzis, 12 granadas, quatro pistolas e uma quantidade indeterminada de drogas. Além disso, foram confiscados vinte motos e vinte carros que supostamente pertencem à quadrilha.

Ao menos 19 escolas da região fecharam por causa do tiroteio. Segundo um fotógrafo da AFP, ao meio-dia, tiros e explosões ainda podiam ser ouvidos perto da favela.

Está foi a segunda operação policial com um alto número de mortes na Vila Cruzeiro.

*Com informações da Agence France Presse

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