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DO SITE O ANTAGONISTA

  • Redação O Antagonista
Prêmio Nobel de Literatura em 2010, o escritor peruano comentou a disputa entre o presidente e o petista
Vargas Llosa: “Entre Bolsonaro e Lula, prefiro Bolsonaro”
 

O escritor peruano Mario Vargas Llosa (foto), prêmio Nobel de Literatura em 2010, falou sobre as eleições brasileiras. Nessa quarta-feira (12), durante evento no Uruguai, ele afirmou que, numa disputa entre Bolsonaro e Lula, prefere o atual presidente.

“O caso de Bolsonaro é muito difícil. As palhaçadas de Bolsonaro são muito difíceis para um liberal admitir. Agora, entre Bolsonaro e Lula, prefiro Bolsonaro. Mesmo com as palhaçadas de Bolsonaro, ele não é Lula.”

Llosa também afirmou que Bolsonaro não é um candidato que desperta seu “entusiasmo” e fez críticas ao presidente, principalmente por causa da postura do mandatário na pandemia. O escritor peruano ainda disse que “há uma espécie de paixão em relação a Lula, sobretudo na Europa”, mas lembrou que o petista “esteve preso” e que os juízes o condenaram por “ser ladrão”.

“Dear Lonely Hearts”, Nat King Cole: mágica combinação romântica de voz e canção aliada a força interpretativa espetacular para embalar a sexta-feira no Bahia em Pauta.

BOM DIA

(Vitor Hugo Soares)

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RF
Raphael Felice
postado em 12/05/2022 20:30 / atualizado em 12/05/2022 20:38
 

 (crédito: Reprodução)

(crédito: Reprodução)

Em live realizada nesta quinta-feira (12/5), o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que o temor de interferência das Forças Armadas nas eleições deste ano não passa de um “fantasma”. De acordo com o chefe do Executivo, os militares não estão se “metendo nas eleições”, uma vez que eles foram convidadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a participar do pleito.

“Não sei de onde ele está tirando esse fantasma de que as forças armadas querem interferir no processo eleitoral. Em 2018, 56 mil militares participaram da segurança das eleições, e, em 2020, 32 mil militares participaram. Deixo claro que as FAs não estão se metendo nas eleições, elas foram convidadas por uma portaria pelo então presidente do TSE, Barroso, para participar da Comissão de Transparência das Eleições (CTE). […] A CTE pode fazer acompanhamento e fiscalização de todas as fases de desenvolvimento e auditoria do processo eleitoral”, explicou o presidente da República sobre a participação das Forças.

Em tom moderado, Bolsonaro criticou fala recente de Fachin. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) disse que “quem faz as eleições são as forças desarmadas” e não as Forças Armadas. O presidente avaliou a declaração como uma “descortesia” com as Forças Armadas e disse que “ninguém” quer atacar a democracia ou as urnas eletrônicas.

“Por favor não se refira dessa forma às Forças Armadas. Eu sou capitão do exército, me coloco como militar e é uma forma extremamente descortês de se dirigir a uma instituição que presta em várias áreas excelentes serviços ao Brasil. Sem ataques à democracia, e as Forças Armadas cumprem seu papel”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro disse ainda que Fachin pode revogar a portaria de Barroso e ressaltou que não há intenção de atacar a democracia e as urnas eletrônicas

“Essa portaria foi quando ministro Barroso era presidente, agora o senhor é presidente e o senhor tem poder para revogar a portaria. Não estou pedindo para o senhor fazer isso não, mas o senhor pode revogar. Enquanto a portaria estiver em vigor, as Forças Armadas foram convidadas, e eu como chefe das forças armadas determinei que prossigam nessa missão [de fiscalização]. Não existe interferência, ninguém quer impor nada, ninguém quer atacar urnas eletrônicas e nem democracia, nada disso. Ninguém está incorrendo em atos antidemocráticos, pelo amor de Deus!”, disse Bolsonaro. “A transparência das eleições é questão de segurança nacional, ninguém quer ter dúvidas de quando acabar as eleições de que um candidato venceu ou não.”, complementou.

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Posted on 13-05-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-05-2022

 

Imagem ilustrativa da imagem Charge do dia - 11.05.2022

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Posted on 13-05-2022
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DO CORREIO BRAZILIENSE

Paula Araújo e a repórter cinematográfica Patrícia Santos, da Globo News, fariam uma entrada ao vivo durante o programa “Em pauta”

CB
Correio Braziliense

 (crédito: Reprodução/Twitter @paulaaraujonews)

(crédito: Reprodução/Twitter @paulaaraujonews)

Duas repórteres da Globo News sofreram uma tentativa de atropelamento na última terça-feira (10/5), durante uma passagem para o programa “Em pauta”.

Paula Araújo e a repórter cinematográfica Patrícia Santos estavam na avenida Cupecê, na Zona Sul de São Paulo, quando um homem dentro de um carro fez ameaças às duas e as xingou. Ele teria feito ameaças contra a emissora também.

Na sequência, o homem jogou o veículo contra as duas, que estavam na calçada, mas ambas conseguiram desviar do carro. A Polícia Militar foi acionada por testemunhas que presenciaram a cena.

Em nota, a Comunicação da Globo, informou que repudia com veemência a violência, se solidariza com a repórter Paula Araújo e com a repórter cinematográfica Patrícia Santos e adverte, mais uma vez, que “todos os que agridem o trabalho da imprensa estimulam esse tipo de ato”.

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