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Posted on 03-05-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-05-2022
Só em 2021, petista torrou 179 milhões em propaganda, mais que o previsto por Doria em SP; agência de marqueteiro de Lula foi maior beneficiária
Gestão de Rui Costa gastou 1 bilhão com publicidade
Foto: Carlos Casaes/Agência A Tarde/Estadão Conteúdo
 

Em dois mandatos consecutivos no governo da Bahia, o petista Rui Costa torrou nada menos que R$ 964 milhões em publicidade. Metade desse valor, como já mostramos, foi para a agência Leiaute Comunicação e Propaganda, do publicitário Sidônio Palmeira. O restante foi dividido entre as agências Tempo/CCA Comunicação, Objetiva e Morya.

Dias atrás, Sidônio assumiu a campanha de Lula para a Presidência no lugar de Augusto Fonseca.

No mercado publicitário, o valor gasto por Costa com propaganda é considerado “surreal” para os parâmetros baianos. “Não sei como gastar R$ 179 milhões num estado como a Bahia”, disse a O Antagonista um veterano do setor, em referência ao executado pelo governo baiano em 2021.

Em termos comparativos, no ano passado o governo de João Doria, em São Paulo, estimou em R$ 153 milhões o gasto com publicidade para 2022, o maior em cinco anos e um aumento de 70% em relação aos 90,7 milhões de 2021.

Semanas atrás, o Ministério das Comunicações do governo Jair Bolsonaro renovou o contrato para gestão da publicidade federal em R$ 450 milhões por ano.

“No caso do governo federal, a veiculação é nacional. Ou seja, proporcionalmente, o valor é bem mais baixo do que no caso de Rui Costa. No caso paulista, por exemplo, a veiculação de mídia é mais cara que no mercado baiano”, avalia outro publicitário.

Chama atenção também o fato de a agência de Sidônio ter sido contratada pelo governo petista, após o marqueteiro atuar nas campanhas de Jaques Wagner e Rui Costa. 

A Leiaute, como também mostramos mais cedo, está entre as dez agências que disputam o controverso contrato de publicidade do governo Eduardo Paes.

A reportagem tentou contato diversas vezes com a Secretaria de Imprensa do governo baiano, mas não houve retorno. O site permanece aberto para posicionamento oficial.

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Brasil não recebe convite para participar de encontro desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Este ano, cúpula acontece na Alemanha

CN
Cristiane Noberto
 (crédito: ED ALVES/CB/D.A.Press)
(crédito: ED ALVES/CB/D.A.Press)

A Alemanha deixou o Brasil de fora da lista de convidados para a reunião do G7, grupo com as sete maiores economias do mundo. O país europeu anunciou, nesta segunda-feira (2/5), que quatro nações em desenvolvimento foram chamadas a participar do encontro, que ocorrerá entre 26 e 28 de junho.

Senegal, África do Sul, Índia e Indonésia são os convidados da rodada. O anúncio foi feito pelo porta-voz do governo alemão, Steffen Hebestreit. Desta vez, Berlim ocupa a presidência rotativa do grupo. É uma tradição do G7 chamar os países com maior relevância no momento do evento.  Política Bolsonaro diz que Lula é “cara de pau” por cobrá-lo sobre inflação

Desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), a nação tupiniquim não recebe o convite. O chefe do Executivo pode ser o primeiro da história da Nova República a nunca ter participado de uma rodada com os países mais industrializados do mundo.

O G7 é composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O convite à Índia tem o intuito de isolar a Rússia diplomaticamente, apesar de o premiê indiano Narendra Modi não condenar as ações dos russo e, inclusive, aumentar a importação de petróleo daquele país.

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Posted on 03-05-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-05-2022
Duke no jornal O Tempo (MG)

“Samba da Bahia de Todos os Santos”, Moraes Moreira: de um dos álbuns mais primorosos, gravado no começo da carreira pelo genial artista de Ituaçú no magistral disco “Cara e Coração”, que deu arranque nacional na vitoriosa carreira Moraes, que a pandemia nos levou.Saudades!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DO CORREIO BRAZILIENSE/BBC NEWS

Sergei Lavrov, ministro de Relações Exteriores da Rússia, declarou que Hitler tinha ‘sangue judeu’

BBC

BBC Geral
 

 (crédito: EPA)

(crédito: EPA)

O governo de Israel classificou como “imperdoáveis” as declarações do ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, de que o líder nazista Adolf Hitler “tinha sangue judeu”.

Lavrov fez os comentários para tentar justificar a acusação da Rússia de que a Ucrânia seria “nazista”, apesar de ter um presidente judeu.

O Ministério das Relações Exteriores de Israel convocou o embaixador da Rússia para “esclarecimentos” e exigiu um pedido de desculpas. A Alemanha nazista assassinou seis milhões de judeus no Holocausto na Segunda Guerra Mundial.

Lavrov fez as declarações em uma entrevista ao programa de TV italiano Zona Bianca no domingo, dias depois de Israel marcar o Dia da Memória do Holocausto, uma das ocasiões mais solenes do calendário israelense.

Quando perguntado como a Rússia pode alegar que está lutando para “desnazificar” a Ucrânia quando o próprio presidente Volodymyr Zelensky é judeu, Lavrov disse: “E daí se Zelensky é judeu?”.

“O fato não nega os elementos nazistas na Ucrânia. Acredito que Hitler também tinha sangue judeu”, acrescentando que “alguns dos piores antissemitas são judeus”.

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Yair Lapid, reagiu furiosamente à declaração de Lavrov, acusando-o de antissemitismo.

“As observações do ministro das Relações Exteriores Lavrov são uma declaração imperdoável e ultrajante, bem como um terrível erro histórico. Os judeus não se mataram no Holocausto. O nível mais baixo de racismo contra os judeus é acusar os próprios judeus de antissemitismo”, escreveu Lapid.

Lavrov também foi criticado por Dani Dayan, chefe do memorial do Holocausto Yad Vashem, em Israel.

“A maioria de seus comentários são absurdos, delirantes, perigosos e merecedores de toda condenação”, tuitou. “Lavrov lida com a reversão do Holocausto: transformar as vítimas em criminosos, com base na promoção de uma afirmação completamente infundada de que Hitler era descendente de judeus.”

Hitler

Getty Images
‘Nível mais baixo de racismo contra os judeus é acusar os próprios judeus de antissemitismo’, escreveu Lapid

Há décadas há alegações não comprovadas de que o avô paterno não identificado de Hitler era judeu, alimentado por uma afirmação do advogado de Hitler, Hans Frank.

Em seu livro de memórias, publicado em 1953, Frank disse ter sido instruído por Hitler a investigar rumores de que ele tinha ascendência judaica. Frank disse que descobriu evidências de que o avô de Hitler era realmente judeu – embora a alegação, que ganhou terreno entre os teóricos da conspiração, tenha sido descartada pelos historiadores tradicionais.

A Rússia disse repetidamente que um de seus objetivos na guerra contra a Ucrânia é o que chama de “desnazificação” do país, fazendo a alegação infundada de que seu governo está mergulhado na ideologia nazista.

Israel, que tem relações estreitas com a Ucrânia e a Rússia, tem estado na vanguarda dos esforços de mediação internacional para tentar por um fim à guerra.

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