“O Bonde São Januário” e outros sambas ao trabalhador brasileira, na voz inimitável e interpretação única da saudosa Elsa Soares. No primeiro Dia do Trabalhador sem ela.

BOM PRIMEIRO DE MAIO!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

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Posted on 01-05-2022
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DO JORNAL DO BRASIL

Foto: reprodução de vídeo
Credit…Foto: reprodução de vídeo

Por POLÍTICA JB

Eduardo Laguna e Sandy Oliveira – O presidente Jair Bolsonaro (PL) dedicou parte de um discurso proferido em evento com pecuaristas, setor próximo ao bolsonarismo, para mandar um recado a apoiadores que vão participar dos protestos de amanhã contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não abrimos mão da nossa liberdade”, disse o chefe do Executivo ao participar neste sábado (30) da cerimônia de abertura da ExpoZebu, maior feira de gado zebu do mundo que acontece em Uberaba (MG). Segundo Bolsonaro, amanhã(HOJE) será também um dia de manifestação da população que quer que “todos joguem dentro das quatro linhas da Constituição”.

“A todos vocês que, por ventura, forem às ruas amanhã, não para protestar, mas para dizer que o Brasil está no caminho certo, que o Brasil quer que todos joguem dentro das quatro linhas da Constituição, [quero] dizer que não abrimos mão da nossa liberdade”, afirmou.

“Amanhã, não será um dia de protestos, será um dia de união do nosso povo para um futuro cada vez melhor a todos nós”, acrescentou o presidente.

Ao lembrar da facada que quase lhe tirou a vida durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) nas eleições de 2018, Bolsonaro aproveitou também o momento em solo mineiro para dizer que nasceu em São Paulo, foi criado no Rio de Janeiro, mas renasceu em Minas Gerais.

Também usou o palanque da feira para colocar em destaque o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e cotado para ser seu vice na chapa pela reeleição em outubro. “Tem coração maior do que o meu Brasil”, afirmou o presidente ao apresentar Braga Netto ao público que compareceu à abertura da ExpoZebu. (Agência Estado)

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 DO SITE O ANTAGONISTA
  • Redação O Antagonista
     Presidente da República está um pouco à frente do petista, de acordo com levantamento do Instituto Paraná Pesquisas
Pesquisa mostra Lula e Bolsonaro tecnicamente empatados em SP
Fotos: Alan Santos/PR e Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado neste sábado (30) mostra que Lula e Jair Bolsonaro continuam tecnicamente empatados entre os eleitores do estado de São Paulo, com uma leve vantagem para o atual presidente. 

Enquanto o petista passou de 34,1% das intenções de voto para 34,9%, o presidente da República saltou de 31% para 35,8%. Nesta pesquisa já não aparece mais o nome de Sergio Moro.

João Doria e Ciro Gomes também estão empatados, de acordo com o levantamento. O tucano agora tem 5,5% das intenções de voto, ante 5,4% do pré-candidato pedetista.

Simone Tebet aparece com 1,9%, André Janones, 1,2%, Luiz Felipe d’Avila, 0,6% e Luciano Bivar, 0,6%.

Na pesquisa espontânea, Bolsonaro também aparece um pouco à frente de Lula. Eles têm, respectivamente, 22,1% contra 20,7%.

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Duke no jornal O Tempo (MG)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Moraes nega intenção de arquivar inquérito e diz que apuração está perto de descobrir quem banca a divulgação de notícias falsas

LP
Luana Patriolino
VD
Vinicius Doria
 

 (crédito: STF/Divulgação)

(crédito: STF/Divulgação)

Um dos mais sensíveis pontos de atrito entre o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF), o inquérito das fake news seguirá independentemente das pressões políticas para que seja finalizado. O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, disse, ontem, que as investigações estão perto de revelar quem são os financiadores da produção e dos disparos em massa de notícias falsas. “Liberdade de expressão não é liberdade de agressão”, declarou Moraes, em palestra a um grupo de estudantes de uma faculdade paulista.

“A desinformação é tanta que, às vezes, a imprensa tradicional repete fake news. Hoje (ontem), saiu uma notícia que o Supremo quer arquivar o inquérito das fake news. Isso é uma fake news”, frisou. “Não vai arquivar porque nós estamos chegando aos financiadores. A investigação tem seu momento público e o momento sigiloso, que, na maioria das vezes, é mais importante, em que vai costurando as atividades ilícitas que a Polícia Federal está investigando em relação a isso.”

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do STF. O processo avançou para a apuração sobre a disseminação de mentiras a respeito da segurança das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi incluído na ação como investigado, assim como um dos filhos dele, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), entre outros políticos. A apuração levará em conta os ataques, sem provas, feitos pelo chefe do Executivo às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país.

Segundo Moraes, o combate à desinformação é o maior desafio do Judiciário nas eleições deste ano. “A verdade é que (em 2018) ninguém esperava isso, ninguém estava preparado. Como disse, o maior erro é subestimar e ficar repetindo ‘só falam para as bolhas’, ‘ah, quem tem cabeça olha, sabe que a notícia é falsa’. Não é verdade, é tudo direcionado por algoritmos”, argumentou.

Para evitar uma crise institucional, um grupo de senadores passou a semana articulando uma espécie de proteção política do Supremo diante dos ataques que partem do Planalto. Entre terça e quarta-feira, Renan Calheiros (MDB-AL), Eduardo Braga (MDB-PA), Marcelo Castro (MDB-PI) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) conversaram com praticamente todos os ministros do STF, incluindo o presidente da Corte, Luiz Fux. Depois, o grupo se reuniu com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A ideia do grupo, segundo apurou o Correio, é criar uma “barreira de contenção política” para que o debate se dê no palco apropriado. “O STF não pode ficar na linha de frente desse bate-boca, o embate político se faz na arena política, que é o Congresso”, comentou uma fonte que acompanhou os senadores nesses encontros.

As últimas declarações de Pacheco defendendo a lisura do processo eleitoral foram vistas como uma boa sinalização dessa estratégia. A mesma leitura está sendo feita em relação à postura do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), diante da indicação do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) para integrar cinco comissões da Casa, incluindo a poderosa Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Lira fez chegar a ministros do STF a informação de que Silveira não integrará as comissões. O deputado foi condenado à prisão pelo Supremo, mas recebeu indulto de Bolsonaro.

O inquérito das fake news, comandado por Alexandre de Moraes, ainda é um empecilho a esse esforço político. Parlamentares de várias legendas defendem a tese de que esse processo não deve se prolongar indefinidamente.

“A atuação do Supremo merece reparos, o inquérito das fake news se arrasta por mais de dois anos, muito além dos limites tradicionais do direito brasileiro. O Supremo tem que caminhar para o encerramento do inquérito”, disse ao Correio o senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), que chegou a apresentar um pedido de impeachment do ministro Moraes, em 2019, quando da instauração do processo. Posteriormente, o próprio Supremo considerou a investigação constitucional.

Vieira defende que o Senado seja a “Casa da ponderação”, que cumpra a função de “pacificar esse cenário por meio da construção de acordos políticos e legislativos”.

“Se eu discordo do Supremo, que permitiu a instauração do inquérito que, na minha visão, é

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