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Posted on 24-04-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-04-2022
Macron é reeleito na França, dizem estimativas iniciais

Macron festeja em Paris reeleição na França. 

 
VIVA A FRANÇA
PARIS É UMA FESTA: EMMANUEL MACRON VENCE COM 58% DOS VOTOS VÁLIDOS NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DESTE DOMINGO, 24 DE ABRIL, A CANDIDATA DA EXTREMA DIREITA, MARINE LE PEN. A VITÓRIA DESTA VEZ DO CANDIDATO DO CENTRO LIBERAL É POR MAEGEM MAIS ESTREITA, QUE A OBTIDA EM 2017, MAS O CONTENTAMENTO NA FRANÇA É O MESMO, OU MAIOR, DIANTE DO SUSTO DA EMBLEMÁTICA NAÇÃO LIBERTÁRIA CAIR SOB O DOMÍNIO DOS DIREITISTA DE LE PEN. FESTA NO DOMINGO DE PRIMAVERA PARISIENSE. LEIA AS PRIMEIRA INFORMAÇÕES COMPARTILHADAS DO JORNAL “PÚBLICO”, DE LISBOA. VIVA A DEMOCRACIA E AS ELEIÇÕES LIVRES. (Vitor Hugo Soares).
Eleições em França Eleições em França. Macron vence com 58,2%
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Emmanuel Macron é o grande vencedor das eleições francesas deste domingo. Apesar do crescimento da extrema-direita, representada nesta segunda volta por Marine Le Pen, o mais novo Presidente da história francesa renova o mandato com 58,2% dos votos, apontam as primeira projecções. Com 41,8% dos votos em Marine Le Pen na segunda volta, a extrema-direita atinge um valor histórico em eleições presidenciais.
Mais informações durante toda a noite de festas democráticas em Paris, na França e no mundo.
BOA TARDE E BOA NOITE!
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Posted on 24-04-2022
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O Brasil parou no tempo
Fotos: Alan Santos/PR e Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O voto nulo está em quarto lugar, com 7 pontos, um a menos do que Ciro Gomes, de acordo com a pesquisa da XP.

Diante do fracasso da Terceira Via, é o que resta para o eleitorado que se recusa a se tornar cúmplice de Lula ou Jair Bolsonaro.

O sociopata, que subiu quatro pontos com a retirada da candidatura de Sergio Moro, parou de crescer. Na pesquisa anterior, realizada duas semanas atrás, ele tinha 14 pontos a menos do que Lula no primeiro turno – e permaneceu com os mesmos 14 pontos. No segundo turno, ele tinha 20 pontos a menos – e continuou igual.

O quadro está congelado. Isso reflete a extrema pobreza da oferta eleitoral, com dois candidatos imprestáveis. A única dúvida, neste momento, é se o tormento vai acabar no primeiro turno ou no segundo.

Lula, na pesquisa da XP, teve 45% dos votos, um ponto a menos do que a soma de seus adversários. Mas ele pode acabar arrebanhando o voto útil dos eleitores de Ciro Gomes, que empacou com 8% e – estupidamente – implodiu qualquer possibilidade de atrair os apoiadores de Moro, com seus ataques recentes.

A Crusoé, em reportagem publicada nesta sexta-feira, mostrou o que pode ocorrer até outubro, com a sociedade entorpecida e rendida, exceto pela franja bolsonarista, que ainda é capaz de animar o eleitorado mais aloprado. Sim, faltam seis meses. O fato, porém, é que o Brasil parou no tempo.

“Desde Ontem”, Aracy de Almeida:Nesta domingo dolente de abril do outono brasileiro, o antológico samba canção de autoria do mago baiano, Dorival Caymmi, , em rara e portentosa interpretação de Aracy de Almeida. Vai em memória de seu Alaôr, meu pai, que ouvi quando garoto cantar  a plenos pulmões no banheiro, esta que é umas das cões da maior predileção deste editor do BP desde sempre.

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares) 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Foto com óculos juliet foi escolhida pela equipe do petista para estampar as redes sociais

CB
Correio Braziliense
 
 

 (crédito: Ricardo Stuckert/ reprodução)

(crédito: Ricardo Stuckert/ reprodução)

Em clima de campanha, o pré-candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem tentado se aproximar mais do público jovem pelas redes sociais. Nesta sexta-feira (22/4), a foto de perfil do presidenciável nas redes sociais foi trocada por uma em que ele aparece usando um óculos juliet, modelo bastante comum entre o público jovem. 

Nas redes, a equipe anunciou que a mudança atendia um pedido “para dar uma rejuvenescida” nas redes do petista. No mesmo post, Lula anunciou que em breve terá um perfil no TikTok e no Kwai, redes de vídeos rápidos. 

Mudança ocorreu junto ao afastamento do marqueteiro Augusto FonseCa da campanha de Lula. De acordo com o PT, a saída de Fonseca foi devido a “razões administrativas e financeiras”.

O mais cotado para assumir o posto é Sidônio Palmeira, que fez as campanha de Jaques Wagner e Rui Costa na Bahia entre 2006 e 2018.

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Posted on 24-04-2022
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Duke no jornal O Tempo (MG)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Mesmo com sucessivos aumentos, preço da gasolina ainda está mais baixo que paridade internacional

BBC

Camilla Veras Mota – @cavmota – Da BBC News Brasil em São Paulo
postado em 23/04/2022 14:25
 

 (crédito: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

(crédito: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

O aumento nos preços de combustíveis é um fenômeno global, mas a forma como os consumidores sentem seus efeitos tem variado entre os países.

A consultoria Oxford Economics tentou medir essa diferença confrontando o valor do litro da gasolina com o poder de compra em 30 países, calculando qual fatia ele representa da renda da população local.

O Brasil aparece entre os três primeiros da lista. Um litro de gasolina corresponde a 9% do salário médio diário do país, percentual menor apenas do que o registrado nas Filipinas (19%) e na Indonésia (13%).

'Gasolina do Brasil é terceira mais cara do mundo depois de ajustada pelo poder de compra', diz título do gráfico que ilustra relatório

Reprodução/Oxford Economics
‘Gasolina do Brasil é terceira mais cara do mundo depois de ajustada pelo poder de compra’, diz título do gráfico que ilustra relatório

Em relatório divulgado para clientes, os economistas Marcos Casarin e Felipe Camargo chamam atenção para o fato de que, mesmo com os sucessivos aumentos, o preço do combustível no Brasil ainda está defasado em cerca de 18% em relação aos preços internacionais.

Assim, caso a Petrobras siga à risca a política de paridade – que prevê que os preços internos sejam reajustados a depender do preço do barril de petróleo e do câmbio -, a gasolina pode ficar ainda mais cara até o fim deste ano.

A política de preço de paridade internacional (PPI) foi instituída na Petrobras em 2016, quando o empresário Pedro Parente assumiu a direção da companhia, após as denúncias de corrupção na estatal.

Em anos anteriores, a Petrobras havia subsidiado o preço dos combustíveis que vendia no mercado doméstico. Entre 2012 e 2014, período em que o descasamento entre os preços internos e no mercado internacional atingiu o pico, a empresa renunciou ao equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em lucros por conta da política, calcula a Oxford Economics.

Desde outubro de 2016, quando o PPI passou a valer, o preço da gasolina cresceu 57% no Brasil, já descontada a inflação, e o valor das ações da companhia mais que dobraram, ainda de acordo com a consultoria.

Bomba de gasolina

Getty Images
Apesar do nível elevado dos preços, evitar novos aumentos pode ser difícil, avaliam economistas

Dá pra manter os preços estáveis?

O preço médio da gasolina atingiu proibitivos R$ 7,219 na semana entre 10 e 16 de abril, conforme os dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Ainda assim, manter o valor pelo menos nos níveis atuais até o fim de 2022 pode não ser tão fácil.

Entre as alternativas para estabilizar os preços, os economistas destacam dois possíveis cenários: 1) os “custos” são absorvidos pela própria estatal – ou seja, ela abre mão do lucro e mantém os preços menores do que a paridade -; 2) o governo entra com subsídios, seja com a criação de um fundo de estabilização de combustíveis ou com recursos do próprio orçamento.

Ao renunciar a novos reajustes, a Petrobras abriria mão do equivalente a 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em lucros, R$ 68 bilhões, calcula a Oxford Economics, levando em consideração as projeções para o preço do barril de petróleo WTI e do dólar até o fim do ano. O impacto, nesse caso, se daria majoritariamente sobre os acionistas da estatal.

O fundo de estabilização, por sua vez, é um mecanismo com o qual já contam países como República Dominicana, México e Chile. Foi defendido pelo economista Adriano Pires, que chegou a ser cotado para a presidência da Petrobras quando o presidente Jair Bolsonaro decidiu retirar do cargo o general Joaquim Luna e Silva, no último mês de março.

Nesse caso, os economistas argumentam que um fundo como esse não seria criado em tempo hábil até o fim deste ano, entre outras razões porque o presidente não tem apoio suficiente do Congresso, que precisaria aprovar uma emenda constitucional para tirá-lo do papel.

Finalmente, para usar recursos do próprio orçamento para financiar a estabilização dos preços, o governo poderia furar o teto de gastos (e correr o risco de ser processado judicialmente por possível crime de responsabilidade) ou convencer os parlamentares a aprovar uma emenda constitucional para abrir recursos extraordinários no orçamento.

Dessa última forma, diz a análise, os custos da medida seriam mais transparentes, mas uma nova flexibilização do teto de gastos poderia ser mal vista pelo mercado e erodir ainda mais a credibilidade em relação à sustentabilidade das contas públicas.

Por outro lado, acrescenta o texto, “deixar os preços subirem pode proteger os acionistas da Petrobras e a reputação fiscal do Brasil, mas vai restringir ainda mais o poder de compra dos consumidores, elevando a probabilidade da ocorrência de greves e manifestações contra o governo a poucos meses das eleições de outubro”.

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