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Posted on 19-04-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-04-2022
Dom Gilmar de la Mancha
 

Sou o novo Pierre Menard. Sim, Pierre Menard, o personagem de Jorge Luis Borges. Ele reproduziu Dom Quixote, palavra por palavra, linha por linha. Eu reproduzo a reportagem sobre as fazendas de Gilmar Mendes, publicada na semana passada, na Crusoé (…).

Quem cotejar as palavras de Fabio Leite com as minhas poderá concluir que elas são idênticas, mas seu sentido mudou completamente de uma semana para cá. Nenhum veículo de imprensa teve a ousadia de repercutir a matéria publicada por nossa revista. Só eu, o novo Pierre Menard.

Os assinantes da Crusoé podem ler o resto da minha coluna aqui. Mas que se dane a coluna. O que importa é outra coisa: ninguém faz o que nossa revista é capaz de fazer.

“Minha Esquina”, Emílio Santiago: voz e jeito únicos de interpretar maravilhosas canções, para matar um pouco da muita saudade do grande artista no Bahia em Pauta. Viva.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Em ata da audiência de custódia de José Felipe Leite Tunholi, 19 anos, que esfaqueou o jornalista Gabriel Luiz, 28, juíza determinou mudança de prisão em flagrante para preventiva

PM
Pedro Marra
PG
Pablo Giovanni*
 

 (crédito: Reprodução/ redes sociais)

(crédito: Reprodução/ redes sociais)

A ata de audiência de custódia do maior de idade José Felipe Leite Tunholi, 19 anos, que esfaqueou o jornalista Gabriel Luiz, 28, junto com um menor, na noite de quinta-feira (14/4), foi obtida com exclusividade pelo Correio. No documento, assinado pela juíza de direito substituto do DF Júnia de Souza Antunes, no domingo (17/4) pela manhã, a magistrada diz que a prisão se fez necessária para “a manutenção da ordem pública, isso porque o crime cometido pelo autuado, em tese, foi concretamente grave”, alega.

A juíza do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) considerou a gravidade da conduta do autor das facadas contra o editor do DF1 para determinar que o crime foi cometido com “uso de faca, vítima com diversas lesões graves, o que evidencia que o contexto fático que permeou a ação criminosa”.

Na ata da audiência, a magistrada acrescenta que o crime cometido por José Felipe Leite Tunholi “extrapola a gravidade inerente ao tipo penal, existindo, portanto, justificativas objetivas para a permanência da custódia, diante da periculosidade e o risco de novas incursões”. 

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Posted on 19-04-2022
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Duke no jornal O Tempo(MG)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

“Apurar o quê? Os caras já morreram tudo, pô. Vai trazer os caras do túmulo de volta?”, debochou, na chegada ao Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (18/4)

IS
Ingrid Soares
 

 (crédito: AFP / Sergio LIMA)

(crédito: AFP / Sergio LIMA)

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) ironizou, nesta segunda-feira (18/4), a possível investigação de casos de tortura na ditadura militar. Sessões do Superior Tribunal Militar entre 1975 e 1985 revelam denúncias no Brasil, de acordo com áudios inéditos analisados pelo historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O general riu ao dizer disse que “os caras já morreram tudo” e questionou: “Vai trazer os caras do túmulo de volta?”

“Apurar o quê? Os caras já morreram tudo, pô. Vai trazer os caras do túmulo de volta?”, debochou, na chegada ao Palácio do Planalto.

Mourão completou que o assunto é “passado”. “História, isso já passou, né? É a mesma coisa que a gente voltar para a ditadura do Getúlio (Vargas). São assuntos já escritos em livros, debatidos intensamente. É passado, faz parte da História do país.”

“É lógico, você tem que conhecer a História. A História, ela sempre tem dois lados ao ser contada. Então, vamos lembrar: aqui houve uma luta, dentro do país, contra o Estado brasileiro, por organizações que queriam implantar a ditadura do proletariado aqui. Era um regime que na época atraía, vamos dizer assim, uma quantidade grande da juventude brasileira e, também, parcela da sociedade, mas que perderam essa luta. Ah, houve excessos? Houve excesso de parte a parte.”

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