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DO CORREIO BRAZILIENSE

De acordo com o relato da testemunha ao Correio, Gabriel estava consciente ao chegar no local. Câmeras de segurança registraram o momento em que o jornalista, ensanguentado, correu para pedir socorro

AM
Ana Maria Pol
 

Crime aconteceu na noite desta quinta-feira (14/4), por volta das 23h20, após dois homens desferirem cerca de 10 golpes no jornalista, que correu até o prédio em que mora para pedir socorro - (crédito: Instagram/Reprodução)

Crime aconteceu na noite desta quinta-feira (14/4), por volta das 23h20, após dois homens desferirem cerca de 10 golpes no jornalista, que correu até o prédio em que mora para pedir socorro – (crédito: Instagram/Reprodução)

“Ele chegou correndo, com a mão no peito e no pescoço, gritando socorro. Dizia que ia morrer, que mataram ele.” O relato é do porteiro que socorreu o editor do telejornal DFTV Gabriel Luiz, 28, que foi esfaqueado próximo ao Pão de Açúcar, no Sudoeste. O funcionário pediu à reportagem para ter a identidade preservada. O crime ocorreu na noite desta quinta-feira (14/4), por volta das 23h20, após dois homens desferirem cerca de 10 golpes no jornalista, que correu até o prédio em que mora para pedir socorro.

De acordo com o relato da testemunha ao Correio, Gabriel estava consciente ao chegar no local. Câmeras de segurança registraram o momento em que o jornalista, ensanguentado, correu para pedir socorro. “Eu não sei o que aconteceu de fato. Só vi a hora que ele (Gabriel) chegou, na portaria, depois que um dos moradores gritou, na hora da agressão. Eu pensei que fosse um morador de rua, mas aí percebi que era o Gabriel”, recorda o porteiro.

 O jornalista, que estava perdendo muito sangue, pediu, ainda, que o funcionário ligasse para o pai e passou o número. “Eu pedi pra ele ficar calmo, falei que ia socorrer. Não sabia o que fazer, tinha muito sangue”, diz. Moradores do prédio, que viram o momento do crime, desceram para ajudar o porteiro. “Um deles é socorrista do Samu. Foi quando pressionamos as perfurações, para estancar um pouco do sangue. Enquanto faziam isso, eu liguei para os bombeiros e depois para a polícia. O socorro chegou bem rápido”, explica.

O porteiro chegou a questionar Gabriel se teria sido um assalto. Mas, segundo a testemunha, o jornalista não respondeu. “Ele não conseguia responder, só falava que ia morrer, que queria ajuda”, recorda. O repórter foi levado para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) com ferimentos no tórax, nos braços, na mão, nas pernas e no pescoço. “Logo em seguida chegou a polícia e a perícia. Isolaram o local, os peritos ficaram até umas 3 horas da manhã”, conta.

“Tempo Rei”, Gilberto Gil: canto em feitio de oração do novo imortal baiana na ABL em defesa da natureza em domingo de previsão de muita chuva em Salvador e Recôncavo baiano. 

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Lula participou, na quinta-feira, de um ato político com representantes e militantes das principais centrais sindicais brasileiras, em que presidente do Solidariedade, foi vaiado ao ter seu nome citado

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

(crédito: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

Após ser vaiado em um encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com sindicalistas e militantes, o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, cancelou o ato que havia marcado para 3 de maio, quando anunciaria apoio oficial à pré-candidatura do petista ao Palácio do Planalto. O dirigente partidário afirmou, na sexta-feira (15/4), que ainda tem a intenção de embarcar na campanha de Lula, mas quer saber agora se o PT realmente almeja uma aliança ampla para disputar a eleição contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Lógico que você fica incomodado, porque eu não estava em um evento com multidão, estava num evento com militância, com lideranças”, afirmou Paulinho, que é presidente de honra da Força Sindical. “Eu fiquei bastante incomodado porque, em nenhum momento, a direção do PT, nem o Lula nem a Gleisi foram ao microfone dizer que tinha de fazer uma aliança mais ampla, que envolvesse não só o Solidariedade, mas também outros partidos de centro.”

Paulinho enviou, ontem, uma mensagem para a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, na qual expressou seu aborrecimento com a situação e informou que o ato do dia 3 estava suspenso. “Nós continuamos no intuito de apoiar o Lula, mas queremos rediscutir esse formato, saber qual é o pensamento do PT com relação a uma aliança mais ampla, se realmente o PT quer isso.”

Lula participou, na quinta-feira, de um ato político com representantes e militantes das principais centrais sindicais brasileiras, em São Paulo. Presente no evento, Paulinho foi vaiado ao ter seu nome citado. Alguns petistas costumam lembrar que o presidente do Solidariedade votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. No palco, ao lado de Lula, contudo, estava também o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB), anunciado como vice na chapa do petista e que também apoiou, à época, a destituição de Dilma.

Gleisi afirmou que, na conversa com Paulinho, lamentou o ocorrido e reforçou a disposição do PT em manter a aliança. “(A vaia) Foi de um pequeno grupo e não tem nada a ver com o PT. A maioria da nossa militância entende como é importante o apoio e a presença do Solidariedade e dele (Paulinho) na coligação com Lula”, ressaltou. “Reputo o que aconteceu nos atos à disputa do movimento sindical. Queremos que ele esteja conosco nessa caminhada.”

Paulinho e seu partido indicavam, há algum tempo, que apoiariam Lula na corrida pela Presidência. O dirigente chegou a convidar Alckmin a se filiar à legenda para compor a chapa com o petista. O ex-tucano negociava também com o PV, mas acabou decidindo migrar para o PSB, após mais de 30 anos no PSDB, sigla que ajudou a fundar. No ato de quinta, Alckmin, que protagonizou embates com o PT no passado, exaltou Lula como o “maior líder popular do país”.

Em nota, a deputada Marília Arraes (PE), que trocou o PT pelo Solidariedade, em março, protestou contra a “intolerância”. “Nosso candidato Lula precisa cada vez mais de solidariedade para juntar os diferentes setores e fortalecermos a democracia com sua vitória. A inclusão de Geraldo Alckmin, seu antigo adversário, como vice-presidente, é um sinal de lucidez e coragem”, destacou. “Por isso, devemos repudiar com toda ênfase as agressões sofridas pelo presidente Nacional do Solidariedade, Paulinho da Força. Só os inimigos de Lula e da democracia se comportam com tamanha intolerância e violência. O que Lula e o Solidariedade querem é derrotar o autoritarismo e a intransigência.”

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Posted on 17-04-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-04-2022
Duke no jornal O Tempo(MG)

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 DO SITE O ANTAGONISTA
  • Redação O Antagonista
     O presidente, que passa o feriado no Guarujá, voltou a criticar o acordo do aplicativo com o tribunal
Bolsonaro: “Se WhatsApp pode fazer acordo com TSE, pode fazer comigo”
 

Jair Bolsonaro (foto) afirmou neste sábado (16) que vai procurar o WhatsApp no Brasil para tratar do acordo feito entre a plataforma e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nesta semana, o aplicativo anunciou que está criando uma ferramenta para “pequenas comunidades”, com o objetivo de unir e organizar pessoas em torno de um lugar ou interesse comum. A novidade no Brasil, porém, chegará apenas depois das eleições.

“Já conversei com o Fábio Faria [ministro das Comunicações]. Ele vai conversar com representante do WhatsApp aqui no Brasil para explicar o acordo. Se ele [WhatsApp] pode fazer um acordo com o TSE, pode fazer comigo também, por que não?”, disse em entrevista à CNN Brasil.

Em fevereiro, o aplicativo fechou um acordo com o tribunal para combater a desinformação durante o processo eleitoral de 2022. Na ocasião, o aplicativo se comprometeu a não implementar nenhuma mudança significativa de produto no Brasil antes das eleições.

“Essa última informação agora que o WhatsApp pode ter uma política mundial, ninguém vai reclamar. Agora, (por que) apenas para o Brasil o disparo em grupo poderá ser realizado depois das eleições?”, questionou o presidente, que passa o feriado no Guarujá.

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