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Posted on 12-04-2022
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Roberto Freire respondeu a provocações no Twitter, após defender pela enésima vez a viabilidade eleitoral de uma Terceira Via
Presidente do Cidadania rebate eleitores de Moro e Ciro Gomes
Foto: Acácio Pinheiro/MinC
 

Mais cedo, Roberto Freire (foto), presidente do Cidadania — partido que decidiu formar federação com o PSDB — e entusiasta da candidatura única do chamado “centro democrático”, escreveu no Twitter:

“Especula-se se a Terceira Via terá candidatura única. Estamos trabalhando para que isso ocorra e vai acontecer. Teremos. As vias de Lula e Bolsonaro estão congestionadas e estão na contramão da história. Vão partir para a baixaria eleitoral, sem discutir o Brasil.”

Um eleitor retrucou: “#MoroOuNada #MoroOuNulo: simples assim. E comigo vão muitos, mas muitos mesmo”.

Freire respondeu: “Para quem pensa no Brasil e busca evitar o retrocesso que significa a reeleição do fascista Bolsonaro ou o retorno do populista Lula, [quem] pregar o absenteísmo em outubro próximo está fazendo gol contra e propositalmente. Um erro. Uma pena”.

Um eleitora de Ciro Gomes (PDT) também provocou Freire:

“Esse teatro está ficando feio! O povo não é idiota para votar em um nome jogado para cima. O povo quer alguém com preparo, experiência e com um acervo positivo na política. O Ciro Gomes é o mais viável para essa missão, o resto é teatro. (Desculpe a sinceridade).”

O dirigente partidário respondeu:

“Desculpe, mas no teatro que frequento só entra quem respeitar as pessoas e se dê ao respeito. E, nas nossas representações, temos o cuidado de não falar em nome do povo, mas, sim, escutá-lo, para não cometermos, por arrogância, erros e retrocessos políticos. Com sinceridade sempre.”

“50 Anos”, Paulinho da Viola: um samba moumental da parceria Cristovão Barros e Aldir Blanc em em notável interpretação, ao vivo, do grande artista homenageado.

BOM DIA!

(Vitor Hugo Soares)

DO CORREIO BRAZILIENSE

Apelidado de “Waze do Cirão”, versão do aplicativo está disponível para download nos sistemas Android e iOS

TM
Thays Martins
 

 (crédito: reprodução)

(crédito: reprodução)

O pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) lançou, nesta segunda-feira (11/4), uma versão do aplicativo de trânsito Waze com a voz dele.

Entre as frases que os usuários poderão escutar com a voz do ex-ministro estão: “Entre à direita, mas fora Bolsonaro” e “vire à esquerda, mas não essa de goela”.

Focado na comunicação digital e em conquistar os jovens, o pré-candidato chamou a versão de “Waze do Cirão”. O aplicativo pode ser baixado pela Google Play e pela App Store.

Corrida ao Planalto

De acordo com o Datafolha, em pesquisa divulgada há duas semanas, o primeiro turno das eleições presidenciais ficará entre o ex-presidente Lula (PT), que tem 43% das intenções de voto, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 26%. Ciro Gomes aparece em quarto lugar, com 6% das intenções de voto, perdendo ainda para o ex-ministro Sergio Moro, cuja candidatura é incerta após troca de partido.

Já a pesquisa XP/Ipespe, divulgada nesta segunda-feira (11/4), mostrou que, entre os paulistas, Lula tem a preferência com 34% das intenções de voto e Bolsonaro tem 30%. Ciro Gomes aparece em seguida, com 8% das intenções.

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Imagem ilustrativa da imagem Charge do dia - 11/04/2022
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DO CORREIO BRAZILIENSE

De acordo com a tese, momentos de nudez relatados antes da crucificação na Bíblica indicam que Jesus Cristo foi violentado sexualmente

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: AFP / Pierre-Philippe MARCOU)

(crédito: AFP / Pierre-Philippe MARCOU)

Uma reportagem publicada pela Folha de S. Paulo, neste fim de semana, expôs uma tese de que Jesus Cristo foi abusado sexualmente antes de ser crucificado. A tese é defendida pelo professor de teologia e questões públicas da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, o anglicano David Tombs. 

Prestes a lançar um livro sobre o tema e com artigos publicados, ele defende que os relatos de nudez de Jesus Cristo na bíblia, durante a crucificação, apontam que ele foi abusado sexualmente. Ele destaca uma passagem em especial: 

No Evangelho de Marcos é relatado que uma coorte (uma unidade militar de cerca de 500 solados) assistiram Jesus se despir enquanto ele era espancado.

“Então, Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhes Barrabás, e, açoitado Jesus, o entregou para que fosse crucificado. E os soldados o levaram para dentro do palácio, à sala da audiência, e convocaram toda a coorte. E vestiram-no de púrpura e, tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos judeus! E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele, e, postos de joelhos, o adoravam. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes, e o levaram para fora, a fim de o crucificarem.” 

De acordo com Tombs, embora haja uma resistência em entender a nudez sem consentimento como um abuso sexual, o que Jesus passou foi uma violência. “Vejo a nudez forçada de Cristo como uma forma de violência sexual”, afirmou à Folha.  De acordo com a reportagem, “por séculos, as artes plásticas traduziram o desnudamento antes da execução como um aspecto lateral, que Jesus encarou serenamente ao subir à cruz que marcou o pensamento do Ocidente.”

Repercussão 

Pelo Twitter, nesta segunda-feira (11/4), a primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou a opinião do teólogo. Pela rede social, Michelle chamou a afirmação de “insanidade”, “cristofobia” e “falta de escrúpulos”. 

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) também usou as redes sociais para criticar a reportagem. Segundo ele, a matéria faz um “ataque frontal contra o cristianismo”. 

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