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Posted on 01-04-2022
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“Não houve desistência. Houve, sim, um planejamento para que pudéssemos ter aquilo que conseguimos”, disse o governador sobre o “apoio explícito” do partido
Doria admite que “recuo” foi blefe para obter apoio público do PSDB
Reprodução/Governo do Estado de São Paulo/YouTube

Logo após confirmar que irá renunciar ao governo de São Paulo para disputar a Presidência pelo PSDB, João Doria (foto) disse que o comunicado feito a aliados de que desistiria da campanha presidencial e ficaria no cargo foi um blefe para conseguir o apoio público do partido à sua candidatura.

“Não houve desistência. Houve, sim, um planejamento para que pudéssemos ter aquilo que conseguimos, o apoio explícito do PSDB, através de seu presidente, Bruno Araújo. A carta que ele assinou hoje não deixa nenhuma dúvida, nem agora, nem depois”, declarou o governador.

Como publicamos, o entorno de Doria dizia que a ideia dele era ensaiar um recuo da disputa ao Planalto para forçar o apoio público da cúpula tucana após os movimentos de Eduardo Leite,

“Como dos extraños”, Susana Rinald: Em extraordinária performance, ao vivo, na distante Finlandia, acompanhada de grande orquestra e coro, Susana interpreta um dos tangos mais famosos e queridos de sempre,  e fala de sua imensa saudade pela distante Buenos Aires. Para ouvir, cantar e aplaudir. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Em outro momento, também sem citar Alexandre de Moraes, se referiu a um ministro que “não tem o que fazer” e que deve ser um “desocupado” por “processá-lo o tempo todo”

IS
Ingrid Soares
 

 (crédito: Marcos Corrêa/PR)

(crédito: Marcos Corrêa/PR)

O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar, nesta quinta-feira (31/3), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Exaltado, o chefe do Executivo não citou Moraes nominalmente, mas disse que o magistrado deveria “calar a boca” caso não tivesse ideias que ajudem o país, que colocasse a toga e ficasse “sem encher o saco”.

“Nós, aqui, temos tudo para sermos uma grande nação, para sermos exemplo para o mundo. O que que falta? Que alguns poucos não nos atrapalhem. Se não tem ideias, cale a boca! Bota a tua toga e fica aí sem encher o saco dos outros! Como atrapalham o Brasil”, bradou.

Em outro momento, também sem citar Moraes, citou um ministro que “não tem o que fazer” e que deve ser um “desocupado” por “processá-lo o tempo todo.

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Tulio Carapia | Editoria de Arte A TARDE

Imagem ilustrativa da imagem Charge do dia - 31/03/2022

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Mais da metade dos médicos ouvidos por pesquisa diz já ter sofrido tentativas ou interferências das operadoras de saúde para alterar os tratamentos que prescreveram aos pacientes

Gabriela Chabalgolty*
postado em 31/03/2022 17:20 / atualizado em 31/03/2022 17:21

 (crédito: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press)

(crédito: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press)

Pelo menos metade dos médicos ouvidos pela Associação Médica Brasileira (AMB) afirmou já ter sofrido pressão dos planos de saúde para prejudicar os pacientes. Os dados divulgados nesta quinta-feira (31/3) mostram que 53% dos médicos entrevistados sofreram tentativas ou interferências para alterar os tratamentos que prescreveram aos pacientes. A situação ocorre, às vezes, para 40,9% deles, e com frequência, para 12,2%.

Além disso, foi relatado por 51,8% dos médicos dificuldades para internar pacientes, sendo que 6,7% disseram que a situação acontece com frequência. Mais da metade dos médicos também afirmou sofrer ou já ter sofrido pressão para antecipar a alta de pacientes. Desse total, 13,6% disseram que a situação é frequente.

Outro ponto importante divulgado pelo estudo é a relação dos reajustes de mensalidade e o abandono de tratamentos. Um total de 88,3% dos médicos relatam que pacientes já largaram tratamentos por conta de reajustes dos planos.

O levantamento foi realizado pela AMB em conjunto com a Associação Paulista de Medicina (APM) com 3.043 profissionais pela plataforma Survey Monkey , entre o dia 25 de fevereiro e o dia 9 de março deste ano. Dos profissionais ouvidos, 59,2% eram homens e 40,8% mulheres. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em nota publicada sobre o assunto, a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) declarou que defende a autonomia dos médicos no diagnóstico e no tratamento de enfermidades, o que é um princípio basilar da medicina. “Essa autonomia, no entanto, não afasta a importância do desenvolvimento e aprimoramento das práticas médicas e dos protocolos clínicos, que servem como referência tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes. Quando construídos com critérios técnicos e embasamento científico, os protocolos asseguram a qualidade e a uniformidade do cuidado assistencial, melhorando desfechos clínicos e ampliando a eficiência do sistema como um todo”, esclareceu.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) defendeu, também em nota, que as pontuações da pesquisa da ABM “não condizem com as condutas seguidas por suas associadas, que hoje atendem a cerca de 30% dos beneficiários de planos médico-hospitalares do mercado”. “As associadas à FenaSaúde têm como conduta cumprir rigorosamente todas as leis, normas e regulamentações que lhe são impostas pelos órgãos competentes, assim como respeitar o ato médico, as diretrizes e os procedimentos necessários para a integridade de um sistema que atende com excelência a 49 milhões de usuários”, avaliou.

*Estagiárias sob a supervisão de Andreia Castro

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