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Posted on 30-03-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-03-2022
 
Lideranças da chamada Terceira Via avaliam que o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia só tem pensado em si
Cara feia para ACM Neto
Reprodução/Redes Sociais

Tem muita gente com cara feia para ACM Neto (foto) na chamada Terceira Via.

A percepção de quem observa os movimentos do ex-prefeito de Salvador é a de que ele está muito mais preocupado com a sua realidade local do que em realmente criar a tal candidatura única do centro ao Planalto.

“Ele quer só resolver os problemas dele por lá”, disparou uma liderança de partido do centro, pedindo reserva. “Os movimentos que ele tem feito nacionalmente são apenas pensando na realidade da Bahia. Não vejo o Neto querendo compor de fato”, emendou outro político, concordando com o primeiro.

“Água de Coco”, Marcos Valle:

 
Viva a Cidade da Bahia !!! Nada como viver em Paz !!!
 
BOM DIA BOA TERRA!
(Gilson Nogueira)

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 (crédito: EVARISTO SA)

(crédito: EVARISTO SA)

O vice-presidente da República Hamilton Mourão criticou nesta terça-feira (29/3) o orçamento secreto e o que classificou como “hipertrofia do Congresso”.

A fala foi dada na palestra de abertura do 2° Seminário O Brasil em Transformação, realizada nas novas instalações da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar da União (Enajum), inauguradas também nesta manhã, em evento que contou com a presença do ministro da Defesa, general Walter Braga Netto.

“Um dos desafios (do governo) é a hipertrofia do Congresso, que avançou sobre o Executivo em uma questão que é nossa, que é o Orçamento”, disse Mourão. “Essa questão do orçamento começa com a Dilma (Rousseff), que tornou impositivas as emendas parlamentares. Agora é com a gente, com as emendas de relatores, que a imprensa chama de orçamento secreto.”

O orçamento secreto consiste em um modelo de emenda aprovado pelo Congresso em 2019, no qual não é identificado o deputado que indicou a destinação de verba.

Segundo o vice-presidente, de um total de R$ 90 bilhões, R$ 36 bilhões “estão na mão do [presidente da Câmara, Arthur] Lira, e do [presidente do Senado, Rodrigo] Pacheco. Temos que acabar com isso aí, senão nosso sistema não aguenta”, afirmou.

Fundo partidário

Mourão também defendeu a redução do número de partidos políticos no país e classificou como positivo o aumento da cláusula de barreira, que passou a valer nas eleições de 2018. Em 2022, os partidos precisarão ter 2% do total de votos para a Câmara ou pelo menos 11 deputados federais eleitos em nove estados para terem acesso ao Fundo Partidário.

“É um fator positivo pra gente conseguir avançar num sistema partidário que realmente represente os pensamentos dos brasileiros”, ressaltou.

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Posted on 30-03-2022
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Duke no jornal O Tempo(MG)

Recompensa faz parte do chamado “Programa de Recompensas de Recuperação de Ativos da Cleptocracia”, aprovado pelo Congresso americano
Urgente: EUA oferecem até US$ 5 milhões por informações sobre destino de propina da Odebrecht
Foto: Eduardo Knapp/Folhapress
 

O Departamento de Justiça dos EUA e o FBI estão oferecendo recompensa de até US$ 5 milhões (cerca de R$ 24 milhões) a quem fornecer informações que levem à identificação de destinatários de propinas da Odebrecht e da Brasken.

A iniciativa faz parte do chamado “Programa de Recompensas de Recuperação de Ativos da Cleptocracia”, aprovado pelo Congresso com objetivo de promover o compromisso do governo americano no combate à corrupção de governos estrangeiros.

A meta do programa, administrado pelo Gabinete de Terrorismo e Inteligência Financeira do Departamento do Tesouro, é “identificar e recuperar ativos roubados, confiscar os lucros da corrupção e, quando apropriado e viável, devolver esses bens roubados ou valores ao país prejudicado pelos atos de corrupção”.

A recompensa será paga a quem fornecer informações que levem à retenção ou apreensão, confisco ou repatriação de ‘ativos roubados’, conforme definido na lei.

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No comunicado divulgada nas redes sociais, o Tesouro americano lembra que a Odebrecht admitiu em seu acordo de confissão de culpa, com o Departamento de Justiça dos EUA, que pagou US$ 788 milhões em propinas para ou em benefício de funcionários do governo em 12 países, incluindo Angola, Argentina, Brasil, Colômbia , República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela entre 2001 e 2016. A Braskem SA, por sua vez, é a petroquímica criada pela Petrobras em sociedade com a Odebrecht, e também usada no esquema do petrolão.

Nos EUA, os responsáveis pela cleptocracia brasileira estariam todos presos e com seus bens confiscados, e não livres para disputar eleições e perseguir juízes, procuradores e delegados.

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