Disco foi lançado em março de 1972 e idealizado por Milton Nascimento

Gd
Gabriel de Sá – Especial para o EM
 (crédito: Quinho)
(crédito: Quinho)

Bituca era amigo de Fernando e Márcio, irmão de Lô, que tinha uma banda com Beto, que amava os Beatles. Bituca foi para o Rio e conheceu Ronaldo, que ainda não tinha entrado na história – mas que, ao lado de Bituca, Lô, Márcio e Fernando, e também de Wagner, Toninho, Nelson, Tavito e tantos outros, fez história ao participar da criação de um dos marcos da música brasileira. Lançado em março de 1972, o disco “Clube da Esquina”, idealizado por Milton Nascimento, o Bituca, em parceria com o então novato Lô Borges, completa 50 anos sendo tudo o que ele consegue ser: expressão maior do talento e invenção de um grupo de amigos que deixou o coração bater sem medo.

“Eu costumo dizer que, sem a amizade, nada disso teria acontecido. E vou ainda mais longe: tenho certeza de que nada na minha vida seria como foi sem os amigos que tive, e que ainda tenho, ao meu lado”, afirma Milton Nascimento, em entrevista ao Estado de Minas. “A amizade, a confiança e o amor entre essas pessoas regeram o disco, são a base de tudo”, complementa Lô Borges, também em depoimento exclusivo para a série de reportagens que o EM Cultura publica a partir da edição deste domingo (6/3).

Depois de 1972, nada foi como antes na carreira de Milton, que ganhou o mundo, nem de Lô, que gravaria na sequência outro álbum indispensável: o chamado “Disco do Tênis”. A jornada dos letristas Márcio Borges, Fernando Brant e Ronaldo Bastos também não seria mais a mesma, assim como a de Beto Guedes e a de alguns instrumentistas que deram forma ao disco “Clube da Esquina”: Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Angelo.

E, claro, de todos que, ao longo das últimas cinco décadas, tiveram as suas vidas transformadas pelos acordes e versos das 21 músicas do álbum duplo: quem inventou o cais, pegou o trem azul, subiu novas montanhas para procurar diamantes, tingiu um girassol com a cor dos seus cabelos, dançou no pó e meteu o pé na estrada, acordou de um sonho estranho, falou de coisas mórbidas e homens sórdidos, temperou a vida com cravo e canela, sentiu um gosto de sol… Coisas que a gente não esquece de dizer. Canções que o vento não nos cansa de lembrar.

“Canção Postal”, Lô Borges: extraordinária e histórica criação musical de uos magos do Clube de Esquina, que festeja 5o anos.Viva!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

“Estamos chocados com a burrice deles”
Foto: Forças de Defesa Territorial do Norte

Os Estados Unidos armam os ucranianos desde o comecinho de dezembro, enviando-lhes equipamentos para o combate urbano.

Na última semana, de acordo com documentos obtidos pelo Washington Post, os carregamentos aumentaram, e incluíram pela primeira vez mísseis antiaéreos Stinger.

O resultado pode ser visto no campo de batalha.

O correspondente do Wall Street Journal acompanhou uma unidade militar ucraniana em Irpin, nos arredores de Kiev. Seus soldados, armados com foguetes antitanque ingleses, estão conseguindo deter o gigantesco comboio russo que assedia a capital.

Especializados em guerrilha urbana, eles armam emboscadas diárias contra os invasores, explodindo tanques e caminhões. Em uma semana de guerra, a unidade de Irpin perdeu apenas dois homens, e matou mais de sessenta russos, segundo a reportagem.

As armas fornecidas pelas democracias ocidentais, porém, não bastariam se não fosse o heroísmo dos ucranianos, que defendem a própria terra, e a obtusidade das tropas de Vladimir Putin, que usam táticas da era soviética.

Um oficial da unidade de Irpin disse para o jornal:

“Estamos chocados com a burrice deles”.

Vladimir Putin, neste momento, está igual ao comboio russo, estacionado à beira da estrada, paquidérmico, à espera dos ataques letais de um punhado de resistentes.

mar
07
Posted on 07-03-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-03-2022
Charge O TEMPO 04-03-2022Duke no jornal O Tempo (MG)

DO CORREIO BRAZILIENSE

A artista emplacou 74 músicas na versão nacional do ranking

RB
Rodrigo Bitencourt de Lyra – Especial para o Uai
 

 (crédito: Reprodução/Redes Sociais)

(crédito: Reprodução/Redes Sociais)

Mesmo após sua morte precoce, a cantora Marília Mendonça segue sendo um sucesso nas plataformas de streaming. Atualmente, ela é a artista mais ouvida do Spotify e mantém a liderança por 133 dias. Neste sábado (05/03), completa quatro meses desde o acidente aéreo que tirou a vida da Rainha da Sofrência.

No Brasil, Marília conseguiu colocar três músicas no top 200 global da plataforma, sendo elas: “Esqueça-me se for capaz” (48ª), “Todo mundo menos você” (68ª) e “Troca de calçada” (145ª).

A artista emplacou 74 músicas na versão nacional do ranking. O canal do Youtube de Marília possui mais de 14 bilhões de visualizações, dentre os hits, destacam-se “Infiel” (566), “Bem Pior que Eu” (564) e “Eu sei de Cor”, com 521 milhões de visualizações, além de uma segunda versão oficial com 183 milhões, totalizando 704 milhões de views.

Nas redes sociais, ela continua com 41,7 milhões de seguidores, além de ter fotos com 9 milhões de curtidas e mais de 800 mil comentários, como no post em que ela estava no avião a caminho de um show, no interior de Minas Gerais.

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