“Despedida”, Adriana Varela y fito Paez:  a linda canção de Fito sobre o veloz passa do tempo, na rara interpretação com lá Varela, a voz feminina maior de Duenos Aires. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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LETRA

Algo se detuvo en punto muerto Y fue tan grande ese silencio, fue tan grande el desamor Restos de un navío que encallaba Yo te quise, yo te amaba No se bien lo qué pasó Cuando los jazmines no perfuman Cuando solo vemos bruma Cuando el cuento terminó Todo nos parece intranscendente No es cuestión de edad o de suerte De esto se trata el amor Tengo que correr, tienes que correr a toda velocidad A toda velocidad… Veo tus pupilas descubriendo algún Chagall En el invierno, creo del ’83 Yo estoy a tu lado revolviendo, ordenando libros viejos que leí pero olvidé Besos de tu madre en el teléfono Y la lluvia es un espejo que me ayuda a verte bien Oigo tu sonrisa que ilumina el estudio y la cocina Entre las copas y el café Tengo que correr, tienes que correr a toda velocidad A toda velocidad… Sabe amargo el licor de las cosas queridas Se acabó lo mejor, ¿quién nos quita esta herida? Tú me pierdes a mí, yo te doy por perdida Es la hora de huir, la despedida, La despedida… Tengo que correr, tienes que correr a toda velocidad A toda velocidad…

 

mar
01

O fato é que os ucranianos estão há cinco dias enfrentando a invasão de um dos exércitos mais poderosos do planeta. E a Europa ouve os tambores da guerra
A realidade da Ucrânia e a paralela dos asnos
 

Asnos brasileiros dizem que não está ocorrendo uma guerra na Ucrânia, porque a ofensiva russa é “cirúrgica” — não atinge alvos civis — e que não morreram ucranianos o suficiente para definir o conflito como guerra. Esses mesmos asnos afirmam que a Otan — uma aliança militar defensiva — representa uma ameaça à Rússia e, por isso, Vladimir Putin teria motivo para invadir a Ucrânia, que queria entrar na Otan. Compram pelo valor de face o pretexto do tirano russo. Na verdade, os ucranianos desejavam ingressar na aliança, para defender-se da Rússia, não para atacá-la, enquanto a Rússia não queria a Ucrânia na Otan, para poder atacá-la, não por medo de ser atacada, como já deveria estar evidente. São tantas ideias de jerico sobre uma realidade paralela, que nem vale a pena se estender sobre elas. Fica o registro breve das asneiras.

O fato é que a Ucrânia está há cinco dias enfrentando a invasão de um dos exércitos mais poderosos do planeta, ordenada por um tirano sanguinário, corrupto e cuja visão geopolítica remonta a 1945, o que por si só justifica a existência da Otan. Como o seu plano não está saindo como esperado, ele ameaça destruir com armas atômicas quem se lhe opõe — a Rússia acumula a maior quantidade de ogivas, mais de 6 mil. Vladimir Putin também ocupou Belarus, vizinha à Ucrânia e governado por um vassalo seu, Alexandr Lukashenko, que mudou a Constituição do país, para permitir que os russos pudessem instalar mísseis nucleares no seu território. Belarus é uma das bases da ofensiva contra a Ucrânia.

 

A primeira reunião entre representantes de Ucrânia e Rússia, portanto, foi mediada por um inimigo dos ucranianos. Por esse motivo, o presidente Volodyimyr Zelinsky não queria saber de Belarus na negociação. Ele decidiu topar a mediação, depois da ameaça nuclear de Vladimir Putin. Nessa primeira reunião, os russos afirmaram que só aceitam retirar as suas tropas do país vizinho, se Kiev reconhecer que a Crimeia, invadida em 2014, é da Rússia e se a Ucrânia aceitar se tornar uma nação desmilitarizada. Os ucranianos, por sua vez, exigem um cessar-fogo imediato e a saída das tropas russas do seu país, para início de conversa.

O cessar-fogo é condição mínima. Neste momento, as tropas russas avançam sobre Kiev e Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia. A tomada de ambas colocará o governo de Volodymyr Zelenski em ainda maior desvantagem na mesa de negociações. O presidente da França, Emmanuel Macron, que também preside o Conselho da Europa, pediu hoje a Vladimir Putin, em conversa telefônica de uma hora e meia, que civis e instalações civis fossem poupadas pelos russos, assim como as estradas ao sul de Kiev, usadas como rota de fuga pela população. Antes da conversa com Emmanuel Macron, o tirano havia chamado o Ocidente de “império da mentira”, ao comentar as sanções pesadas que atingiram a economia da Rússia e às quais prometeu responder. O presidente da da França saiu bastante preocupado da conversa. Tanto que, pouco depois, divulgou uma mensagem aos militares franceses, sobre as “fricções” com os russos: “Neste contexto de fortes tensões, a França sabe que pode contar mais uma vez com as suas forças armadas. As suas virtudes de disciplina intelectual e de força moral nutrem, hoje como ontem, uma posição de controle que honra o nosso país. Eu sei que posso contar com vocês para que mostrem, na execução das suas missões, grande vigilância e autocontenção no caso de possíveis interferências”. A Europa ouve os tambores da guerra.

O Ocidente não é um império da mentira, embora nele se minta muito, porque mentiras têm pernas curtas em sociedades livres, ao contrário do que ocorre em sociedades como a russa. A guerra na Ucrânia conseguiu unir o Ocidente em torno da verdade representada pelo mandachuva em Moscou — a de ser uma ameaça aos valores mínimos da civilização. “Se Vladimir Putin queria nos dividir, o que ocorreu foi o contrário”, disse o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian. Pela primeira vez na sua história, a União Europeia fornecerá armas a um país. E a Alemanha voltou a engajar-se militarmente, com o envio de milhares de armamentos à Ucrânia — que só não está em guerra na realidade paralela dos asnos.

mar
01

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

A decisão foi tomada junto à Uefa e impacta todos os clubes e seleções russas, desde as categorias de base até os elencos masculinos e femininos

VP
VICTOR PARRINI*
 

 (crédito: Jewel Samad/AFP)

(crédito: Jewel Samad/AFP)

Novas sanções esportivas foram impostas sobre a Rússia, em virtude da invasão ao território ucraniano. Na tarde desta segunda-feira (28/2), Fifa e Uefa tomaram a decisão conjunta de suspender todas as seleções e clubes russos de torneios internacionais. O impacto maior é sobre o elenco masculino, que ficará de fora da repescagem das Eliminatórias Europeias e, consequentemente, da Copa do Mundo do Catar, marcada para novembro e dezembro.

Com a suspensão por tempo indeterminado, a Rússia não participará da fase de repescagem das Eliminatórias Europeias que, automaticamente, exclui o país da Copa do Mundo do Catar. O esquadrão russo entraria em campo em 24 de março, quando receberia a Polônia em campo neutro. Os polacos, porém, garantiram que mesmo em campo neutro, não jogariam contra os russos.

Apesar da exclusão russa, não está confirmado se os poloneses avançarão automaticamente à final de sua chave na repescagem europeia. A decisão será tomada pela Uefa.

A proibição da Rússia nos campos de futebol pelo mundo acontece um dia após o veto aos jogos no país, torcida em campos neutros, além do uso da bandeira, nome e hino nacional russo.

“O futebol está totalmente unido aqui e em total solidariedade com todas as pessoas afetadas na Ucrânia. Ambos os presidentes esperam que a situação na Ucrânia melhore significativa e rapidamente para que o futebol possa voltar a ser um vetor de unidade e paz entre os povos”, emitiu a Fifa em comunicado.

mar
01
Posted on 01-03-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-03-2022
Inveja
Amarildo na Gazeta online (ES)

mar
01
Posted on 01-03-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-03-2022

DO CORREIO BRAZILIENSE

Fechamento do espaço aéreo pela maioria dos europeus já causa repercussões, como o cancelamento da participação do diplomata Sergey Lavrov à reunião na ONU

CB
Correio Braziliense
 

Registro do prédio do Ministério das Relações Exteriores da Rússia com um emblema soviético no centro de Moscou - (crédito: Alexandre Nemenov/AFP)

Registro do prédio do Ministério das Relações Exteriores da Rússia com um emblema soviético no centro de Moscou – (crédito: Alexandre Nemenov/AFP)

A Rússia fechou seu espaço aéreo para transportadoras de 36 nações nesta segunda-feira (28/2). Segundo o comunicado divulgado por Moscou, é uma resposta ao fechamento do espaço aéreo de membros da União Europeia e outros países do ocidente. A proibição de desembarque de voos civis saídos do país é parte das sanções impostas após a invasão da Ucrânia.

“Em resposta à proibição, por parte dos Estados europeus, de voos de aeronaves civis para companhias aéreas russas e/ou registradas na Rússia, introduziu-se uma restrição de voos de companhias aéreas de 36 Estados”, informou a agência russa de transporte aéreo, Rosaviatsia.

Canadá, Reino Unido e países da zona do Euro estão entre os afetados. A estatal informou que voos dessas localidades podem ocorrer se as autoridades locais concederem uma autorização especial para o pouso. Esta é a tentativa de Moscou de retaliar os vizinhos pela proibição a voos saídos da Rússia anunciada no domingo (27/2).

 Segundo informações do canal de TV Rússia-1, o ministro das Relações Exteriores da Federação Russa, Sergey Lavrov, não participará de uma reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra devido às restrições. A estatal informa que ele se recusou a fornecer os documentos necessários para permitir sua participação.

Com informações da AFP.

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