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Posted on 28-02-2022
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Do Jornal de notícias, cidade do Porto (Portugal)

Coroada Miss Grand Ucrânia em 2015, Anastasiia Lenna trocou as passarelas pelo campo de batalha contra os ataques da Rússia ao seu país.

“Todos aqueles que cruzarem as fronteiras da Ucrânia com intenção de invadir serão mortos!”, avisou numa história do Instagram, onde reúne mais de 105 mil seguidores. Na mesma rede social, a modelo e especialista em marketing, de 31 anos, tem apelado à união dos seus compatriotas e à ajuda de todos, a vários níveis. Também se mostrou fardada e de arma na mão, mostrando estar com a resistência ucraniana, a treinar tiro. “Um grande e verdadeiro líder” é como descreve o presidente Volodymyr Zelensky.

Em imagens divulgadas nos últimos dias sobre o que se tem vivido em Kiev, Anastasiia aparece entre soldados, no meio de edifícios destruídos por um míssil. Antes de apostar nos concursos de beleza, a Miss Ucrânia já tinha estado no exército. Fluente em cinco idiomas, trabalha também como tradutora e, perante a investida bélica russa, uniu-se a um grupo de civis, entre eles vários artistas, para lutar contra o inimigo e defender a capital, Kiev.

“Marcha do Amor Sem Esperança”, Geraldo Vandré: linda marcha rancho de Vandré para manter viva a chama do carnaval e não perder a fé. Viva!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

“É uma situação que só vemos em filme, e que, de repente, acontece com a gente”, desabafa o atleta

JA
Jéssica Andrade
 

O Jogador Bill, que estava na Ucrância, chegou ao Brasil neste domingo - (crédito: Reprodução/Redes Sociais)

O Jogador Bill, que estava na Ucrância, chegou ao Brasil neste domingo – (crédito: Reprodução/Redes Sociais)

O brasileiro Fabrício Rodrigues da Silva Ferreira, mais conhecido como Bill, chegou ao Brasil após sair da Ucrânia. O atleta desembarcou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (27/02). Ele estava no país europeu há um ano e dois meses, para jogar no Dnipro, time de futebol do país.

“É uma situação que só vemos em filme, e que, de repente, acontece com a gente”, desabafa Fabrício ao contar que ficou muito aliviado ao chegar na Romênia, país que compartilha uma fronteira de aproximadamente 650 quilômetros com o território ucraniano.

“Quando a gente chegou do outro lado, vimos pessoas da Romênia recebendo refugiados, então ficamos tranquilos”. Bill estava há cerca de um mês treinando na Turquia para a pré-temporada quando retornou à Ucrânia em 23 de fevereiro. E, na manhã do dia seguinte, as forças russas começaram a bombardear diversas regiões do país. 

Para se proteger, o jogador e seus familiares foram para uma região mais afastada da cidade. “Saímos do centro, pois pediram para ficarmos longe de bases militares, onde é o foco dos russos”, afirma.

O clube alojou os atletas em um hotel, e, no dia seguinte, em 26 de fevereiro, Bill decidiu ir para a fronteira da Ucrânia com a Romênia. “[Sair] é uma escolha nossa, ninguém vai nos ajudar”. O jogador concedeu entrevista ao portal Uol.

Uma história para contar

Quando o atacante aceitou o convite para jogar na Ucrânia, ele disse que iria para o leste europeu para ter uma grande história a contar aos filhos. Mas jamais poderia imaginar que essa grande história incluiria percorrer mais de 1.000 km em um país tomado pela guerra e pela destruição.

“É muito difícil ver o povo ucraniano sofrendo. Você ver as pessoas que moram no país, que são do país e que não podem fazer nada para sair e salvar suas famílias. Os homens, os chefes de família, deixando as suas filhas, esposas e mães e tendo que voltar sem saber para onde ir. Isso para mim foi o mais chocante. Essa foi a cena mais chocante da minha vida”, refletiu.

Sonho destruído pela guerra

Nos últimos 15 anos, a Ucrânia tem sido o destino de muitos jogadores brasileiros. Os clubes do país são conhecidos por pagar bons salários e em dia. Podem, também, ser porta de entrada para importantes clubes na Europa. 

Cerca de 30 jogadores brasileiros atuam na primeira divisão do futebol ucraniano. Considerando as duas primeiras divisões, o número de atletas brasileiros que atuam no país sobe para 40. Bill foi um dos primeiros a voltar para o Brasil. 

Assim como Fabrício, desde que Vladimir Putin iniciou os ataques na Ucrânia, diversos jogadores se manifestaram pedindo auxílio para deixar o país. Um grupo de brasileiros com famílias e crianças de colo chegaram a pedir ajuda inclusive para o presidente Jair Bolsonaro

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Duke no jornal O Tempo (MG)

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Luto

DO CORREIO BRAZILIENSE

Dida sofreu um AVC em 10 de fevereiro e teve morte cerebral decretada na sexta (25/2). Velório será das 8h às 10h, na capela 7 do Campo da Esperança, no DF

CB
Correio Braziliense

 (crédito: Arquivo Pessoal)

(crédito: Arquivo Pessoal)

Amigos e familiares se despedem do fotógrafo Dida Sampaio, nesta segunda-feira (28/2), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. A cerimônia de despedida será das 8h às 10h30, na capela 7.

Os parentes de Dida sugerem que as pessoas compareçam de branco, uma forma de “homenagear o homem que espalhou luz e esperança no exercício da vida e da profissão”.

O fotojornalista teve a morte cerebral decretada na sexta-feira (25/2). Em 10 de fevereiro ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele deixa a esposa Ana e três filhos.

Consagrado

Os registros do profissional rodaram o mundo e ganharam prêmios importantes da América Latina. Os registros dele foram reconhecidos pelo Prêmio Exxonmobil de Fotografia; Prêmio Esso de Jornalismo, na categoria Regional Sudeste, o Vladimir Herzog e o Direitos Humanos de Jornalismo, Esso de Fotografia. O jornalista terminou a carreira atuando no jornal O Estado de S. Paulo.

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