Rui quer Senado e Otto Alencar pode ser o candidato ao governo da Bahia - Metro 1
Rui planeja, Wagner desiste e Otto Alencar deve disputar governo da Bahia.
 ARTIGO DA SEMANA

Rui Costa(PT) à lá ACM: Tabajara 2022 (Wagner sai)

Vitor Hugo Soares

E se a palavra da vez é “guerra”, desde que Vladimir Putin invadiu a Ucrânia com tropas russas, no seu aloprado projeto de recompor o antigo império da União Soviética, informe-se, a quem interessar: tambores bélicos também batem fortes nas disputas da corrida sucessória baiana, pelo comando da mais importante unidade federativa no Nordeste, há mais de 15 anos nas mãos do PT e partidos aliados em conflito.

Aos fatos: foi  bombardeada, esta semana, pelo Partido Progressista do vice-governador e secretário de Planejamento, João Leão (PP), e seu filho Cacá (líder do governo Bolsonaro (PL) na Câmara), a Operação Tabajara 2022, assim denominado o plano do governador Rui Costa (PT) para azeitar a passagem dos petistas e aliados na campanha sucessória estadual deste ano, que  fez estragos para todo lado. A começar pela retirada da candidatura do senador Jaques Wagner, a governador, comunicada por ele próprio aos dirigentes petistas, ao governador e ao ex-presidente Lula, que tenta voltar ao Palácio do Planalto. Isso embaralha de vez o jogo bipolar ACM Neto (União Brasil) x Wagner (PT), nas eleições de outubro, com impacto também( e pesado) nas presidenciais.

Chamado, entre aliados partidários e da gestão, de “construtor de pontes na Bahia”, por sua atuação no projeto da faraônica obra sobre a Baia de Todos os Santos, ligando Salvador à Ilha de Itaparica . Leão usou sua dinamite desta vez em “fogo amigo”, causando abalos nos projetos locais e nacionais do PT. Esta guerra intestina dos partidos e líderes governistas no estado, quarto maior colégio eleitoral do País, se arrastava há muito, em combates virulentos de bastidores. Agora rompeu-se o silêncio, com a notícia da retirada da candidatura de Jaques Wagner, ao governo e a convocação, por Lula, de dirigentes petistas baianos, para reunião, em São Paulo, para tentar dar um “freio de arrumação” no conflito. Ficou nítido o temor do ex-presidente, com os efeitos da briga do PT com velhos aliados no estado, apontado como um dos maiores e mais sólidos redutos lulistas do País.

O conflito interno, fora de controle, veio para a rua nesta semana sem Carnaval. Um artigo do jornalista José Carlos Teixeira, doutorado em marketing político, narra detalhes “da Operação Tabajara, proposta por Rui Costa em 2022”   mostrando que o caso, relatado com cores “dos maiores absurdos” na política local, teve precedentes – no tempo em que Antonio Carlos Magalhães era quem mandava,– na campanha de Paulo Souto para Ondina e de ACM para o Senado.

No império baiano do PT, a Tabajara seria uma operação complicada, com movimentação de muitas pedras: do próprio governador e seu vice, dos presidentes da Assembleia e do TJ-Ba, até chegar à arriscada hora da indicação do senador Otto Alencar, do PSD, para um mandato tampão em Ondina, “para que ele pudesse disputar a reeleição já aboletado no cargo de governador”, relata Teixeira. Insatisfeito, Wagner desistiu de retornar a Ondina. O vice João Leão disse que fica até o fim de seu mandato com Rui Costa. O filho Cacá Leão, na Tribuna da Bahia,  negou pressões do PP quanto à partilha dos cargos no estado adiantou: o PP aguarda decisões do governador. Rui Costa, também na TB, defendeu “pacto nacional” e disse que apoia Lula na decisão de ter o ex-tucano Geraldo Alkimin, como vice na chapa. Assim, quem vai desatar o nó da Tabajara 2022 na Bahia? Responda quem souber.
Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br

“This Guy`s singa in Love yith you”, Burt Bacharach: Lembre-se:   A Paz depende de todos! Pense nisso!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

fev
26
Posted on 26-02-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2022
  • Redação O Antagonista
  • Decisão está relacionada aos documentos, dados e informações da empresa OPT Incorporadora Imobiliária, supostamente ligada à Precisa Medicamentos
Gilmar Mendes manda destruir provas obtidas pela CPI da Pandemia
Foto: Reprodução/STF/YouTube
 

O ministro do STF Gilmar Mendes determinou a destruição de documentos, dados e informações relacionados à empresa OPT Incorporadora Imobiliária e Administração de Bens Próprios Ltda, que foram obtidos pela CPI da Covid.

Segundo a investigação parlamentar, a OPT era um dos braços da Precisa Medicamentos, empresa que negociou a compra da vacina indiana Covaxin. Depois das investigações da CPI, o contrato do laboratório Bharat Biotech com o Ministério da Saúde foi cancelado.

“Este mandado de segurança tem por objeto o exame de legalidade de ato da CPI da Pandemia que implicou o afastamento dos sigilos telefônico e telemático da impetrante [OPT Incorporadora]. Por conseguinte, oficie-se à Presidência do Senado Federal para que proceda à imediata destruição dos documentos, dados e informações da impetrante”, afirma o ministro na decisão.

fev
26
Posted on 26-02-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2022
Charge O TEMPO 23-02-2022
Duke no jornal O Tempo (MG)

fev
26

DO CORREIO BRAZILIENSE

Quem assume o cargo é Márcio Nunes de Oliveira, que atuava como superintendente regional da PF no Distrito Federal

MP
Michelle Portela
 

 (crédito: Credito: Reprodu??o/LinkedIn)

(crédito: Credito: Reprodu??o/LinkedIn)

Diretor-geral da Polícia Federal (PF), Paulo Maiurino foi demitido nesta sexta-feira (25/2) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), de quem era considerado muito próximo. Quem assume o cargo é Márcio Nunes de Oliveira, que atuava como superintendente regional da PF no Distrito Federal.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Anderson Torres, confirmou que convidou Maiurino a assumir a função de secretário Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada à pasta.

“Ao Dr Maiurino, meu reconhecimento pelo trabalho diário de reforçar o papel da Polícia Federal como instituição autônoma sim, mas com respeito a preceitos fundamentais da corporação, como hierarquia e disciplina. Sua experiência profissional será fundamental à frente da SENAD”, disse o ministro na rede social.

Esta já é a terceira troca no comando da corporação no governo Bolsonaro (PL). O primeiro chefe da PF foi Maurício Valeixo, que ficou de janeiro de 2019 a abril de 2020. O substituto, Rolando Souza, assumiu em abril de 2020 e ficou um ano, saindo em abril de 2021. 

Perfil

Nunes de Oliveira ocupava a Superintendência da PF no DF desde maio de 2018 e deve assumir a diretoria-geral da PF em abril. Ele é irmão do coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal.

Ele recebeu as boas-vindas de Anderson Torres. “Ao Dr. Márcio Nunes, meus votos de sucesso em mais essa desafiadora missão da sua valorosa carreira. Caberá ao senhor dar continuidade ao trabalho do Dr. Maiurino, incrementando a eficiência e o profissionalismo da @policiafederal , diariamente!”, escreveu.   

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