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Postado em 10-02-2022
Arquivado em (Artigos) por vitor em 10-02-2022 00:16
Em palestra sobre o Judiciário, presidente do TSE comentou fake news envolvendo seu nome e disse que “o ridículo não é perigoso; o atentado à democracia, sim”
Barroso: “Nunca fui a Cuba e não sou dado a orgias”
 

Luís Roberto Barroso (foto), que em 22 de fevereiro transmitirá a presidência do TSE a Edson Fachin, comentou em evento virtual nesta quarta-feira (9) uma série de fake news envolvendo seu nome.

Promovida pelo portal jurídico Jota, a videoconferência discutiu “o papel do Judiciário nas definições regulatórias e no estímulo à inovação” e contou com a presença de Ana Frazão e João Paulo Resende, ex-conselheiros do Cade.

 

“Em uma [falsa] notícia, dizem que eu sou chantageado por José Dirceu para não contar sobre uma orgia [de] que participei em Cuba. Queria dizer que nunca fui a Cuba, não sou dado a orgias e não mantenho nenhum contato com José Dirceu”, declarou o ministro do STF.

Barroso também citou outro post com, segundo ele, “centenas de milhares de acessos” afirmando que ele, o colega Alexandre de Moraes “e um advogado aqui de Brasília conspirávamos com as embaixadas da China e da Coreia do Norte para a deposição do presidente Bolsonaro”.

O presidente do TSE acrescentou: “Nós vivemos em um mundo em que as pessoas movidas pelo ódio não têm medo do ridículo e possuem milhares de seguidores. O ridículo não é perigoso, mas o atentado à democracia é, sim”.

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