“Suas Mãos”, Elizeth Cardoso: joia valiosa do samba canção brasileiro composto por Antonio Maria e Pernambuco, aqui em rara e perfeita interpretação da divina Elizeth Cardoso. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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10
Posted on 10-02-2022
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PG
Pedro Grigori
 

 (crédito: Ricardostuckert/PTDivulgação)

(crédito: Ricardostuckert/PTDivulgação)

O ex-presidente Lula (PT) concedeu uma entrevista à rádio Brasil Campinas, nesta quarta-feira (9/2), onde foi questionado sobre a possibilidade do presidente Jair Bolsonaro (PL) se negar a passar a faixa presidencial caso seja derrotado nas eleições deste ano.

Lula disse que não tem essa preocupação, e que caso ganhe as eleições, escolheria outra pessoa para passar a faixa para ele. “Que ele deixe a faixa guardada. A gente vai pegar a faixa, vou pegar alguém do povo brasileiro pra colocar a faixa em mim, se eu ganhar as eleições”, disse.

O petista continuou dizendo que não importa que o próximo presidente não seja ela, contanto que seja alguém “democrático, que goste do povo e goste desse país”. “Ele (Bolsonaro) vai passar a faixa direitinho, pode depois voltar pra casa pra chorar, pra resmungar, mas ele vai passar a faixa, pode ficar certo disso. O povo vai tomar a faixa dele e passar pra outro”, completou.

Em 2021, após sair derrotado das eleições estadunidenses, o ex-presidente Donald Trump não passou a faixa para o sucessor, Joe Biden. Lula lembrou que algo parecido já ocorreu no Brasil. O último presidente da ditadura militar, o general João Baptista Figueiredo, negou-se a passar a faixa para o sucessor, José Sarney.

“Mas não tenho essa preocupação. O Bolsonaro vai ter a grande lição da vida dele, o golpe que o povo vai dar nele no dia 2 de outubro, um golpe democrático. O povo de forma soberana vai dizer pro Bolsonaro um CHEGA”, disse.

Confira a íntegra da entrevista:

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 Amarildo NO JORNAL

 

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Em palestra sobre o Judiciário, presidente do TSE comentou fake news envolvendo seu nome e disse que “o ridículo não é perigoso; o atentado à democracia, sim”
Barroso: “Nunca fui a Cuba e não sou dado a orgias”
 

Luís Roberto Barroso (foto), que em 22 de fevereiro transmitirá a presidência do TSE a Edson Fachin, comentou em evento virtual nesta quarta-feira (9) uma série de fake news envolvendo seu nome.

Promovida pelo portal jurídico Jota, a videoconferência discutiu “o papel do Judiciário nas definições regulatórias e no estímulo à inovação” e contou com a presença de Ana Frazão e João Paulo Resende, ex-conselheiros do Cade.

 

“Em uma [falsa] notícia, dizem que eu sou chantageado por José Dirceu para não contar sobre uma orgia [de] que participei em Cuba. Queria dizer que nunca fui a Cuba, não sou dado a orgias e não mantenho nenhum contato com José Dirceu”, declarou o ministro do STF.

Barroso também citou outro post com, segundo ele, “centenas de milhares de acessos” afirmando que ele, o colega Alexandre de Moraes “e um advogado aqui de Brasília conspirávamos com as embaixadas da China e da Coreia do Norte para a deposição do presidente Bolsonaro”.

O presidente do TSE acrescentou: “Nós vivemos em um mundo em que as pessoas movidas pelo ódio não têm medo do ridículo e possuem milhares de seguidores. O ridículo não é perigoso, mas o atentado à democracia é, sim”.

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