fev
03
Posted on 03-02-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-02-2022
O ex-juiz tem quase o dobro de Ciro Gomes, isolado no quarto lugar com 5,6%, seguido de longe por João Doria com 2,4%
Instituto Paraná: Lula 40,1%, Bolsonaro 29,1% e Moro 10,1%
Fotos: Anderson Riedel/PR e Adriano Machado/Crusoé

O Instituto Paraná divulgou uma nova pesquisa eleitoral que mostra Lula com 40,1% das intenções de voto, seguido de Jair Bolsonaro com 29,1% e Sergio Moro com 10,1%.

O ex-juiz tem quase o dobro de Ciro Gomes, isolado no quarto lugar com 5,6%, seguido de longe por João Doria com 2,4%.

 

Na consulta espontânea, 37,8% dos entrevistados disseram não ter candidato a presidente. Neste caso, o petista tem 26% das intenções, enquanto o presidente aparece com 21,7% e Moro com 2,7%.

parana 600x353

Em comparação com a pesquisa realizada em novembro pelo mesmo instituto, o único a avançar foi Lula, que subiu cerca de cinco pontos percentuais. Os demais permaneceram estagnados ou variaram para baixo na margem de erro, que é de 2 pontos.

fev
03

“Zum Zum”, Edu Lobo: o dolente canto de saudade ao porta estandarte que se foi, mas quer o bloco na rua.

Edu Lobo!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

fev
03
TA
Tainá Andrade
 

 (crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

Foram assinadas nesta quarta-feira (2/2) portarias que mudam as regras para a prova de vida realizada por segurados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A partir de agora, não é preciso ir pessoalmente até as agências para realizar o procedimento. O órgão irá fazer o registro de forma proativa o registro, por meio do cruzamento das bases de dados do governo federal.

A partir de agora, serão aceitos como comprovação da prova de vida documentos como carteira de identidade, passaporte e habilitação de motorista. Outros meios que servirão para conferir as informações registradas serão registros de vacinação e consultas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

“Se o cidadão tirou um passaporte, tirou uma carteira de identidade, votou de dois em dois anos, se fez uma transferência de imóvel, de veículo, nós vamos aceitar isso como uma prova de vida. Nós faremos a busca dessas bases tanto dos governos federais, estaduais e municipais quanto também de entidades privadas”, explicou o presidente do INSS, José Carlos Oliveira.

“Caso não encontrarmos o movimento dos cidadãos em nenhuma dessas bases, mesmo assim o cidadão não vai precisar sair de casa para fazer a prova. O INSS proverá meios, com parcerias, que fará com que o servidor, os Correios, a entidade parceira vá à residência e faça a identidade biométrica na porta do segurado para que ele não saia da sua residência”, completou.

Os documentos foram assinados em um solenidade, no Palácio do Planalto. Participaram do evento o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade, e o presidente do INSS, José Carlos Oliveira. Também compareceu o ministro do Trabalho e da Previdência, Onyx Lorenzoni, que ressaltou que o dia é “é um momento transformador na vida de milhões de brasileiros”.

“Durante anos se exigiu que aposentados de 70, 80 e até 90 anos saíssem de casa, de cadeira de rodas, numa maca, se utilizando de uma van ou de ambulância para ir até uma agência bancária ou do INSS para fazer uma prova de vida. Foi algo que transtornou a vida de milhares de brasileiros. Conseguimos mostrar a diferença entre um governo que serve o Brasil e um governo que serviu o Brasil”, declarou Lorenzoni.

O presidente do INSS agradeceu à sensibilidade do presidente em dar prioridade ao problema das filas para a realização da prova de vida. De acordo com ele, 35 milhões de brasileiros se deslocavam para realizar o procedimento, entre eles 5 milhões tinham mais de 80 anos.

“Qual é o percentual de brasileiros que hoje são enterrados sem certidão de óbito? Ou seja, por uma parcela mínima da sociedade, nós, hoje, obrigávamos 100% dos aposentados e pensionistas e também recebedores do BPC a fazer a prova de vida. A partir de agora, isso acabou. A obrigação de fazer a prova de vida é nossa, do INSS. Com todas as bases de dados e órgãos do governo”, celebrou o ministro.

fev
03
Posted on 03-02-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-02-2022



 

 J. Bosco NO JORNAL

 

DO CORREIO BRAZILLIENSE

Presidente é investigado por vazar documentos sigilosos da Polícia Federal na internet. Inquérito foi concluído mesmo sem depoimento de chefe do Executivo

LP
Luana Patriolino
postado em 02/02/2022 15:45 / atualizado em 02/02/2022 15:47
 

 (crédito: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

(crédito: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quarta-feira (2/2), uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) por faltar ao depoimento marcado na Polícia Federal, na semana passada. O chefe do Executivo descumpriu uma determinação da Corte para participar da oitiva.

“Em 2 de fevereiro de 2022: Abra-se vista dos autos à Procuradoria-Geral da República, para manifestação, no prazo de 15 (quinze) dias. Publique-se”, escreveu Moraes.

Bolsonaro é investigado por vazamento de documentos sigilosos. Durante uma live, ele divulgou os autos de um inquérito que corre na PF sobre uma suposta invasão a um dos softwares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente decidiu faltar à oitiva e apresentou agravo por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), mas o recurso foi negado por Moraes.

Investigação concluída

A Polícia Federal concluiu que Bolsonaro teve conduta criminosa ao vazar os documentos do inquérito. O relatório final da investigação foi enviado na noite de ontem ao ministro Alexandre de Moraes. A delegada federal Denisse Ribeiro, que está à frente da investigação, reiterou a convicção, mesmo sem o depoimento do chefe do Executivo.

Para a PF, as provas juntadas durante a investigação são suficientes para a conclusão. A delegada manteve a conclusão de que Bolsonaro e o deputado Filipe Barros (PSL-PR) tiveram “atuação direta, voluntária e consciente” na prática do crime de vazamento de dados sigilosos pois, segundo ela, “na condição de funcionários públicos, revelaram conteúdo de inquérito policial que deveria permanecer em segredo até o fim das diligências (Súmula nº 14 do STF)”.

  • Arquivos

  • Fevereiro 2022
    S T Q Q S S D
    « jan   mar »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28