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Movimentação com o TCU e o Ministério Público começou após uma provocação do PT, que demonstrou inclusive a disponibilidade em abrir uma CPI para investigar atuação do ex-juiz após deixar governo Bolsonaro

CN
Cristiane Noberto
 

 (crédito: Podemos/Reprodução)

(crédito: Podemos/Reprodução)

Sergio Moro afirmou nesta quarta-feira (26/1) que irá divulgar quanto recebeu do escritório americano Alvarez & Marsal. O presidenciável trabalhou para a consultoria logo após deixar o cargo de ministro da Justiça do governo Bolsonaro. O questionamento partiu do Tribunal de Contas da União (TCU) que não teve acesso aos valores repassados a Moro.

Pelo Twitter, o ex-juiz escreveu que irá divulgar os valores por “consideração aos brasileiros”. “Apesar da natimorta CPI e das ilegalidades do processo no TCU, eu, por consideração aos brasileiros e em nome da transparência que deve pautar a política, na sexta divulgarei meus rendimentos na empresa em que trabalhei”, disse.

Em vídeo postado, Moro afirmou que se houvesse investigação, não seria encontrado “nada de errado” e que iriam “quebrar a cara”. Disse também que o processo “é um abuso, cheio de ilegalidades”. O ex-juiz destacou que postará em suas redes sociais os valores na próxima sexta-feira (28).

A movimentação com o TCU e com o Ministério Público começou após uma provocação do Partido dos Trabalhadores (PT), que demonstrou inclusive a disponibilidade em abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação do ex-juiz, em especial no escritório que atendia empreiteiras citadas na Lava-Jato.

“South American Gateway”(Butch Cassidy): Burt Bacharach Burt na trilha sonora do BP, para atravessar o diaa! Numa boa!

BOM DIA!

(Gilson Nogueira)

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Na sondagem espontânea do Instituto Futura, o petista aparece com 33,4%, cerca de três pontos percentuais à frente do presidente, que teria 30,3%
Lula e Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em nova pesquisa eleitoral
Fotos: Adriano Machado/Crusoé

Lula e Jair Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, em nova pesquisa eleitoral divulgada hoje pelo Instituto Futura, em parceria com o banco ModalMais. Na sondagem espontânea, o petista aparece com 33,4%, cerca de três pontos percentuais à frente do presidente, com 30,3%.

No cenário estimulado, Lula teria 36,9%, enquanto Bolsonaro surge com 31,4% — na prática, uma diferença de apenas 5,5 pontos percentuais. Sergio Moro aparece distante com 8,5%, à frente de Ciro Gomes com 5,6%.

No segundo turno, o ex-presidiário bateria o atual presidente por 50,4% a 37,8%. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas por telefone e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

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Posted on 27-01-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-01-2022



 

J. Bosco NO JORNAL

 

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o de Carvalho

DO CORREIO BRAZILIENSE

De acordo com o perfil no Instagram de Italo Marsili, descrito como escritor e psiquiatra, relatos devem ser enviados por e-mail

IA
Iracema Amaral- Estado de Minas
 

 (crédito: Reprodução/redes Sociais)

(crédito: Reprodução/redes Sociais)

Está sendo feita nas redes sociais uma campanha para canonização pela Igreja Católica do guru bolsonarista Olavo de Carvalho, que morreu na madrugada da segunda-feira passada (24/1), nos Estados Unidos, onde residia desde desde 2005.

Olavo, que era antivacina, contra o uso de máscaras e quarentena para enfrentamento da pandemia de COVID-19 – que já matou no Brasil mais de 620 mil pessoas e, no mundo, mais de 5 milhões –, foi diagnosticado com a doença no último dia 16. De acordo com o médico que o assistiu, ele morreu de insuficiência respiratória.

“Ore por nós, Olavo”

No perfil de Italo Marsili, descrito como escritor e psiquiatra, parte o apelo para que as pessoas enviem relatos sobre “conversão ou retorno da esperança que envolva o Olavo” para o e-mail criado com essa finalidade: causaolavo@gmail.com.

Para Marsili, “o espírito santo, sem dúvida, utilizou a vida do professor Olavo para tocar as nossas”. De acordo com o olavista, “uma multidão de almas voltou para a fé e para a igreja através dele (Olavo de Carvalho)”.

Segundo ele, em publicação nos stories, mais de 3 mil relatos teriam chegado. Muitas pessoas dizendo que se converteram ao catolicismo por meio de Olavo de Carvalho. Alguns chegaram a perguntar a Marsili se ele não estaria exagerando. E a resposta foi: “De verdade. Não sei”. E disse que tinha em mãos 2.906 relatos e que isso não poderia ser desprezado.

Espólio

Nesta quarta-feira (26/1), em sua coluna no jornal O Globo, a jornalista Malu Gaspar destaca que a filha de Olavo, Heloísa de Carvalho, autora também de um livro sobre o pai, considera que já começou uma briga entre olavistas pelo espólio do guru bolsonarista.

“Com os anjos e santos”

Além de Italo Marsili, que quer a canonização de Olavo, Malu Gaspar cita também outro olavista, Silvio Grimaldi, identificado pelo guru bolsonarista nas redes sociais como seu gerente administrativo, que divulgou o próximo livro de Olavo no Instagram poucas horas depois da confirmação de sua morte.

Grimaldi, também reverenciou o guru não só na condição de “professor e mestre” – Olavo era autodidata e autor de livros com conteúdo de viés ideológico ligado à extrema direita.

“Antes de ser sedado na UTI, meu mestre, meu professor, meu amigo, o @opropriolavodecarvalho, recebeu do padre os sacramentos. Cinco horas depois ele faleceu e agora está no Céu junto com os anjos e santos de Nosso Senhor, intercedendo por nós. Apesar da tristeza e da saudade, só posso agradecer a Deus pela honra imerecida de conviver com esse homem e desfrutar da sua convivência e magistério durante metade da minha vida. Te amo, Olavo”, declarou o discípulo olavista.

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 DO SITE O ANTAGONISTA
Quem se sente livre para comemorar a morte de um adversário também se sentirá livre para tentar matar as palavras dele fora do âmbito do debate
O horror depois da morte de Olavo de Carvalho
Foto: Reprodução/Redes sociais

Fico genuinamente horrorizado quando vejo alguém comemorando a morte de um adversário ou a doença de um desafeto. Para mim, a reação é medida de caráter e formação. Quem festeja a morte de Olavo de Carvalho (foto), por mais deletério que o guru de Jair Bolsonaro tenha sido, inclusive em relação ao combate ao vírus que talvez o matou, mostra a mesma flacidez moral de quem comemorou o câncer de Lula ou de Dilma Rousseff. Do lado da esquerda, houve também quem festejasse a facada em Jair Bolsonaro, durante a campanha de 2018 — o que, para além de falta de escrúpulos, denota obtusidade política, uma vez que o atentado ajudou muito a que ele vencesse a eleição presidencial.

Nas condições normais de temperatura e pressão (guerras são exceção, mas ainda assim há códigos a serem observados), adversários têm de ser derrotados no campo das ideias, não por meio da eliminação física — que não se restringe à morte ou a doenças incapacitantes. A eliminação física se dá também por meio do amordaçamento de vozes discordantes e da censura judicial pura e simples.

 Quem se sente livre para comemorar a morte de um adversário se sentirá livre para tentar matar as palavras dele fora do âmbito do debate. A cultura do cancelamento é igualmente assassinato, desejo de eliminação física. Em 1852, o escritor francês Gustave Flaubert, que enfrentou um processo criminal por causa do romance Madame Bovary, escandaloso na época, escreveu numa carta: “A censura, qualquer seja ela, parece-me uma monstruosidade, algo pior que o homicídio; o atentado contra o pensamento é um crime de lesa-alma”.

Festejar a morte ou a censura de um oponente revela ausência de metro moral e o raquitismo das próprias ideias.

“Eu tenho um pecado novo”, Dalva de Oliveira: u clássico antologico da música romântica brasileira e sua intérprete maior e mais apaixonada: a estrela Dalva. Confira, relembre e cante junto.

BOM DIA

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 26-01-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-01-2022

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Ex-ministro afirmou que presidente tinha “medo” de que as investigações do Coaf chegassem a ele e seus filhos. Conselho atua no combate a crimes financeiros, como lavagem de dinheiro

BL
Bernardo Lima*
 

 (crédito: Agência Brasil/Reprodução)

(crédito: Agência Brasil/Reprodução)

O pré-candidato à Presidência Sergio Moro (Podemos) disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL) transferiu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça para proteger seus filhos nos casos de supostas “rachadinhas” em seus gabinetes.

“O Coaf foi para o Ministério da Economia. Depois teve uma decisão do Supremo (Tribunal Federal) que beneficiou o filho do presidente, parou uma investigação. O problema é que essa liminar parava todas as investigações de lavagem de dinheiro no país”, disse Moro, em entrevista ao Flow Podcast na segunda-feira (24/1).

Moro afirmou que Bolsonaro não queria que a decisão da Justiça fosse alterada e que, por isso, o confrontava. Segundo ele, o presidente dizia: “Moro, se você não for ajudar, não atrapalha”. O ex-ministro da Justiça diz que considerava a decisão um “desastre” e que afetava “todo o sistema”. Ele garantiu não ter obedecido à ordem do presidente, e lembrou que algum tempo depois “a liminar caiu”.

A transferência ao Ministério da Economia ocorreu após a aprovação de uma MP (Medida Provisória) no Congresso, em 2019. Atualmente, o Coaf é de responsabilidade do Banco Central (BC), que até 2021 era vinculado à pasta.

Vale destacar que, enquanto era ministro da Justiça, o ex-juiz não deu declarações públicas defendendo que o Coaf continuasse em seu ministério.

Segundo Moro, Bolsonaro tinha “medo” de que as investigações do Coaf chegassem a ele e afirmou, na entrevista, que o atual presidente decidiu “enfraquecer o combate à corrupção” durante o mandato.

“O primeiro elemento que revelou isso foi quando teve a questão do Coaf, um órgão de inteligência de lavagem de dinheiro no Brasil, e que estava no Ministério da Justiça, na minha alçada. A gente tinha melhorado o Coaf, tinha aumentado o número de pessoas, e teve o movimento de levar para o Ministério da Economia. O pessoal ali tinha medo, porque sabia que ali não tinha esquema, não tinha negócio”, disse.

*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro

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Posted on 26-01-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-01-2022


 

Fred NO PORTAL

 

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Posted on 26-01-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-01-2022

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Escritor bolsonarista morreu na noite de segunda-feira (24/1) nos Estados Unidos. Na manhã de hoje, chefe do Executivo lamentou a perda de seu guru, afirmando que escritor era um “farol para milhões de brasileiros”

IS
Ingrid Soares

 (crédito: Reprodução )

(crédito: Reprodução )

O presidente Jair Bolsonaro (PL) decretou na tarde desta terça-feira (25/1) luto oficial de um dia pelo falecimento do escritor, Olavo Luiz Pimentel de Carvalho, 74 anos. O texto foi publicado na edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

“É declarado luto oficial em todo o País, por um dia, contado da data de publicação deste Decreto, em sinal de pesar pelo falecimento do Professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho”, versa um trecho do documento.

Bolsonaro também anunciou o decreto em suas redes sociais.

Pela manhã, o chefe do Executivo lamentou a morte de seu guru, afirmando que o mesmo era um “farol para milhões de brasileiros”.

“Nos deixa hoje um dos maiores pensadores da história do nosso país, o Filósofo e Professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho. Olavo foi um gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre. Que Deus o receba na sua infinita bondade e misericórdia, bem como conforte sua família”, escreveu.

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) também lamentou o falecimento de Carvalho. O general elogiou o guru bolsonarista, afirmando que sua partida “deixa uma lacuna no pensamento brasileiro”. Parlamentares também se solidarizaram.

Já o perfil da Câmara dos Deputados no Twitter se desculpou por ‘curtir’ uma publicação da página intitulada “Morte” que traz a foto de uma caveira no perfil, ironizando o falecimento do escritor que estava internado em um hospital nos Estados Unidos.

A publicação curtida pelo perfil da Câmara dizia: “Olavo de Carvalho. Check”. Minutos depois, a equipe de Comunicação da Casa caracterizou o deslize como um “erro administrativo”.

O Palácio do Planalto, que não comentou a morte recente da cantora Elza Soares, 91 anos, conhecida mundialmente, a exemplo de Bolsonaro, abriu exceção e publicou uma nota oficial lamentando a perda do escritor, assinada pelo governo federal, Secretaria Especial da Cultura e Secretaria Especial de Comunicação Social, apontando que o professor teve “contribuição inestimável ao pensamento filosófico e ao conhecimento universal”.

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