DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Durante esta semana a tensão na fronteira da Rússia com a Ucrânia manteve-se alta, apesar das conversas a alto nível. Em Inglaterra Boris Johnson é cada vez mais contestado devido às festas no seu gabinete quando eram proibidas. E a queda de neve em Atenas leva a uma moção de censura ao governo.

SÁBADO

Festas em altura de confinamento. Mais um “tiro” contra Boris

A vida do primeiro-ministro britânico não tem andado fácil e a tendência nos últimos tempos tem sido para piorar. Com a ajuda do próprio, diga-se. Cada vez mais contestado internamente, até por elementos do seu partido (Conservador), Boris Johnson foi envolvido no Partygate — que começou por ser festas de Natal e que já chegou à confirmação de encontros às sextas-feiras que não cumpriram as regras de confinamento a que os ingleses estavam obrigados — e tem o seu futuro político em risco. O líder do governo começou por dizer que nada sabia, depois afinal sabia e pediu desculpa, mas o que os britânicos não lhe perdoam mesmo foi o facto de na véspera do funeral do príncipe Filipe, marido da rainha Isabel II, se ter realizado uma dessas festas no seu gabinete. Aguardam-se os próximos capítulos.

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