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Posted on 22-01-2022
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MORO E O STF | | O Dia
Moro: todos querem debater com ele,
mas ele prefere confronto com Lula.
ARTIGO DA SEMANA
Onda de Verão: por que todos querem debater com Moro?

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Vitor Hugo Soares

 

De repente, e com a agressiva velocidade de propagação da nova onda da pandemia Covid 19 (a cepa Ômicron), pelo Brasil e pelo mundo, explodem os modismos da temporada do Verão 2022 e também os primeiros grandes solavancos da campanha presidencial no país: a febre de desafios (alguns bem desaforados e politicamente deseducados) ao debate precoce e imediato com o ex-juiz referencial da Lava Jato, Sérgio Moro (Podemos), que parece ter acometido não só aos dois nomes melhores colocados nas pesquisas de intenção de votos até aqui – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual ocupante do poder, Jair Bolsonaro (PL) – mas, principalmente, o candidato do PDT,  Ciro Gomes, que suplica um confronto com o ex-magistrado, como um afogado em busca de tábua de salvação. E não para por aí este estranho objeto de desejo da hora à espera de explicações.

O fato do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública ser um estreante em campanha eleitoral, provavelmente, origina a convicção, entre seus principais adversários, de que o candidato do Podemos é uma “mangaba” para qualquer um deles em um debate público. Por desespero, –no caso de Ciro; por bravata, no caso de Bolsonaro; ou por desejo incontido de vingança (ou lance puramente estratégico?), no caso de Lula, – fazem de Moro o alvo preferencial de um debate para o qual e todos os desafiam. 

Na quinta-feira, 13, depois de mandar dura resposta ao candidato do PDT, através das ondas da Rádio Metrópole, durante entrevista a Mário Kertész – ex-prefeito e âncora de programa de grande audiência em Salvador – , foi a vez do ex-magistrado responder ao petista, líder das pesquisas até aqui, depois de ser provocado por integrantes do grupo de advogados Alternativa, igualmente interessado em debater com o ex-ministro “sobre a reforma do Judiciário”. Moro retrucou o convite com um desafio direto a Lula, para um confronto. Quanto ao “Alternativa”, grupo de advogados que se auto intitulam “coletivo de profissionais do Direito progressistas e antilavajatistas”, o candidato do Podemos preferiu desconsiderar, com ironia: “Desculpem, mas este é um clube do qual não quero participar. Mas debato com o chefe de vocês, o Lula, a qualquer hora, sobre mensalão e o petrolão”.Já o ocupante do Palácio do Planalto – que em toda a sua campanha na eleição passada só participou de dois debates, alegando os efeitos da facada que sofreu em Juiz de Fora para não debater com mais ninguém – também provoca seu ex-ministro da Justiça para um confronto e o faz ao seu estilo bravateiro. “Moro não aguenta dois rounds de debate comigo”.
 A conferir na hora oportuna, que ainda terá de esperar um tempo, até porque, depois de testar positivo para Covid 19, o candidato do Podemos anunciou que vai cumprir rigorosamente os protocolos sanitários de recolhimento, e cancelou alguns compromissos programados da sua agenda. Mas já adiantou que tem preparo intelectual e não teme debater com ninguém. “Ninguém tem medo de Bolsonaro e Lula, muito menos eu”, disse o simbólico ex-juiz da Lava Jato em entrevista ao jornalista Felipe Moura Brasil, da UOL esta semana. Disse mais: “acredito na ciência, estou vacinado com a minha família, meu teste mais recente deu negativo e vou retomar meu giro pelo país na semana que vem”. Precisa desenhar?Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h.@uol.com.br

ria Latina
Livro El Caudillo Leonel Brizola tem Reedição de 2020 – Patria Latina
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Leonel Brizola – Wikipédia, a enciclopédia livre

ARTIGO/JB

Centenário de Brizola

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Por EVERTON GOMES

Neste 22 de janeiro, Leonel Brizola faria 100 anos. Brizolistas, em todo o país, vão lembrar da data. Aquariano e festeiro, Brizola, se estivesse vivo e com saúde, iria comemorar o seu centenário com os amigos e com sua família.

Como aconteceu com o arquiteto Oscar Niemeyer (amigo de Brizola e criador de vários projetos inaugurados nos dois governos do ex-governador pedetista), que, em 2007, quando completou 100 anos, perfeitamente lúcido e ativo, recebeu a mais alta condecoração do governo francês (Comendador da Ordem Nacional da Legião de Honra) pelo conjunto de sua obra, a Ordem da Amizade, pelo governo da Rússia, entre outras homenagens.

Por causa do agravamento pandemia, a celebração oficial pelo centenário de Leonel Brizola, em Brasília, foi adiada. Mas, muita gente vai homenagear o político pelas redes sociais e virtualmente.

Nascido em 22 de janeiro de 1922, no povoado de Cruzinha, que pertenceu a Passo Fundo e, depois, à jurisdição de Carazinho, no Rio Grande do Sul, Brizola sempre considerou sua data de nascimento como um sinal. Ele adorava o número 22. E, ficava feliz, também, pelo fato de ter nascido no ano da revolucionária Semana da Arte Moderna, que aconteceu em São Paulo.

Apaixonado pelo futuro, Brizola teve uma infância difícil, passou por muitas limitações, desde que nasceu. Mas, nada impediu que ele se tornasse grande estadista, visionário, apaixonado pelo trabalhismo que aprendeu, na teoria e na prática, em sua convivência com Getúlio Vargas e João Goulart, além de outras lideranças.

Brizola não era um homem só. Carismático, vivia rodeado de amigos e seguidores. Tanto nas horas de grandes vitórias, como nos momentos de derrotas eleitorais. Ele nunca estava sozinho. Sempre tinha com quem dialogar e conversar sobre novos caminhos, novos projetos.

Tradicional e moderno, apaixonado pela juventude, pelo povo, pela educação, Brizola foi um menino pobre. Quinto filho do agricultor José de Oliveira Brizola e de Oniva de Moura Brizola, perdeu o pai quando tinha um ano de idade.

O pai de Brizola foi morto por tropas governistas, ao final da guerra civil de 1923, que aconteceu em resistência à eleição de Borges de Medeiros para o quinto mandato na presidência do Rio Grande do Sul.

O nome de batismo de Brizola era Itagiba. Em homenagem ao líder da revolução de 1923, quando já tinha idade para decidir sobre sua própria vida, o ex-governador mudou seu nome para Leonel (ao invés de Itagiba) Brizola.

Casada pela segunda vez, com o agricultor e viúvo João Gregório Estery (que também tinha 5 filhos), dona Oniva e a família passaram por muitas dificuldades financeiras.

Brizola começou a trabalhar, ainda menino. Foi alfabetizado pela mãe. Mais tarde, mudou-se com a irmã, Francisca, para Passo Fundo. Estudou em escola pública municipal. Voltou para Carazinho (onde estava sua mãe) e concluiu o curso primário em colégio da igreja metodista.

Aos 14 anos, o menino pobre mudou-se para Porto Alegre. Com uma carta de recomendação do prefeito de Carazinho, Albino Hillebrand, correu atrás de trabalho e estudo.

Diplomou-se como técnico rural, pela atual Escola Técnica de Agricultura (que, na época, se chamava Instituto Agrícola de Viamão), em 1939. Aos 17 anos.

Arrumou emprego em uma refinaria de petróleo, na capital gaúcha, e, mais tarde, foi nomeado funcionário do Departamento de Parques e Jardins da Prefeitura de Porto Alegre.

Brizola sempre foi disciplinado com os estudos. Fez o curso supletivo, e, em 1945, entrou para a Escola de Engenharia da Universidade do Rio Grande do Sul.

Foi nessa época que ele conheceu João Goulart e, logo depois, Getúlio Vargas.

Levado por Jango, visitou muitas vezes Getúlio Vargas, desde que o ex-presidente, deposto em outubro de 1945, isolou-se em seu sítio, em Itu ( perto de São Borja). E criou (em maio e abril de 1945) os históricos PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) e PSD (Partido Social Democrático).

Brizola filiou-se ao PTB de Getúlio Vargas e João Goulart em agosto de 1945. Ao lado de líderes sindicais e operários. A principal linha ideológica do PTB era a defesa dos direitos do trabalhador e do povo.

Embora deposto em outubro de 1945, Getúlio foi eleito senador pelo PTB do Rio Grande do Sul e de São Paulo, além de deputado federal por 20 estados do Brasil (a lei eleitoral era mais flexível, nesse ponto).

Estudante de engenharia, foi eleito pela primeira vez (deputado estadual), nas eleições de janeiro de 1947.

 O ex-governador casou-se com dona Neuza Goulart em 1950. Getúlio Vargas foi padrinho de casamento.

Junto com João Goulart, Brizola foi um dos principais articuladores da campanha “Ele vai voltar”, criada por lideranças populares para que Getúlio Vargas voltasse ao poder, nas eleições diretas de 1950.

Getúlio foi eleito presidente da República, em 1950, com ampla maioria de votos. Derrotou o Brigadeiro Eduardo Gomes (que articulou a derrubada de Vargas em 1954).

Em outubro de 1954, meses após a morte de Vargas, Brizola foi eleito deputado federal pelo PTB do Rio Grande do Sul.

No cenário nacional, tornou-se o grande adversário político de Carlos Lacerda. E, combateu a UDN (partido criado pelos opositores de Getúlio Vargas) até o fim.

 Ele sempre dizia que Getúlio Vargas era o seu grande mestre político.

Depois da morte de Vargas, Brizola foi eleito prefeito de Porto Alegre, em 1955 (mesmo ano em que Juscelino Kubitschek e João Goulart venceram as eleições para presidente e vice-presidente da República).

Deu apoio ao Marechal Henrique Lott, quando ele garantiu a posse de JK, em 1956.

Eleito governador do Rio Grande do Sul, em 1958, consolidou sua trajetória em favor da Educação e Saúde Pública, do saneamento básico e da defesa das classes trabalhadoras.

Nacionalista e contra o imperialismo, governante com vontade política, Brizola fez algumas encampações, quando esteve à frente do governo gaúcho.

Pelo preço simbólico de um cruzeiro, encampou a Companhia de Energia Elétrica Rio-Grandense, filial da Bond & Share, proprietária da rede de distribuição na Grande Porto Alegre. Grande parte da população vivia às escuras. Brizola alegou ineficiência da empresa, após várias tentativas de negociações, e anunciou a expropriação da CEE e a criação de uma estatal para assumir suas atribuições.

Líder da Campanha da Legalidade, que garantiu a posse de João Goulart na presidência da República, após a renúncia de Jânio Quadros, em 1961, Brizola deixou seu nome na história brasileira, antes mesmo de enfrentar os militares e as classes conservadoras, a partir de 1964, quando foi deposto o ex-presidente João Goulart e o país passou a ser governado por ditadores, sem o voto popular.

São muitas as histórias sobre Leonel Brizola

Hino Nacional”, Elza Soares:

Elza Soares Infinita !!!Adeus!!!
BOM DIA!!!
(Gilson Nogueira)

jan
22
Posted on 22-01-2022
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pandemia

Sem vacina, atriz Elizangela é internada em estado grave com sequelas da covid-19

Chamada de “rebelde” pela assessoria, ela não tomou nenhuma dose da vacina

CS
Cecília Sóter
 

 (crédito: Reprodução-Globo)

(crédito: Reprodução-Globo)

A atriz Elizangela, 67 anos, foi hospitalizada na última quinta-feira (20/1), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da covid-19. De acordo com a prefeitura, ela chegou se sentido muito mal ao Hospital Municipal José Rabello de Mello e quase precisou que ser intubada.

A assessoria de Elizangela disse que ela é “bem rebelde” e radicalmente contra a vacinação, como pode-se notar pelas postagens nas redes sociais. A atriz não tomou nenhuma dose do imunizante contra a doença.

Nesta sexta-feira (21/1), a artista estava estabilizada no Centro de Terapia Intensiva e testes recentes apontaram que ela não tem mais o vírus da covid.

 
 

A prefeitura de Guapimirim informou que a atriz já havia ido ao hospital na semana passada, ao se sentir mal. Na ocasião, Elizangela foi atendida, medicada e teve alta. Na quinta, ela retornou ao centro de saúde em estado mais grave, sendo encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la.

jan
22
Posted on 22-01-2022
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Charge O TEMPO 08-01-2022
DUKE no jornal O Tempo (MG)

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e os filhos do presidente também devem comparecer à cerimônia nesta sexta-feira (21/1). Expectativa é de que enterro ocorra até o final da tarde

IS
Ingrid Soares
 

 (crédito: Reprodução / Internet)

(crédito: Reprodução / Internet)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) desembarcou no começo da tarde desta sexta-feira (21/1) no Aeroporto de Congonhas em São Paulo. O chefe do Executivo seguiu de helicóptero para Eldorado, interior paulista, onde chegou às 15h para o velório da mãe, Dona Olinda Bolsonaro. 

O velório da matriarca do presidente ocorre desde as 10h de hoje. A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e os filhos do chefe do Executivo também devem comparecer ao local. A expectativa é de que o enterro ocorra até o final da tarde, no Cemitério Central do município, onde o pai do presidente, Percy Geraldo Bolsonaro, foi enterrado.

Dona Olinda faleceu nesta madrugada aos 94 anos. Ela estava internada no Hospital São João em Registro, no interior de São Paulo. Por meio das redes sociais, o presidente anunciou o falecimento.

“Sra. Olinda Bonturi Bolsonaro. Com pesar o passamento da minha querida mãe. Que Deus a acolha em sua infinita bondade. Nesse momento me preparo para retornar ao Brasil”, escreveu na legenda, publicando ainda vídeos com momentos ao lado da mãe e de seu último encontro com ela, em agosto. A causa da morte não foi informada.

Bolsonaro cumpriria agenda em Georgetown com o presidente da Guiana, Mohamed Irfaan Ali, nesta sexta-feira, mas cancelou a agenda para retornar ao país. 

Família e parlamentares lamentaram, por meio das redes sociais, a morte de Dona Olinda.

Em agosto do ano passado, quando o chefe do Executivo fez uma visita à mãe, ele chegou a dizer que ela estava doente e que tinha lapsos de memória.

A Secretaria Especial de Comunicação Social do Planalto também publicou uma nota de pesar. “A Secretaria Especial de Comunicação Social une-se a toda a equipe de Governo e aos brasileiros em condolências e orações pelo falecimento da senhora Olinda Bonturi Bolsonaro, mãe do Presidente Jair Bolsonaro. Que Nosso Senhor acolha a alma de Dona Olinda e ampare o senhor Presidente da República e demais familiares”.

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