O presidente da República disse: “Eu não apareci em 2018 e falei que sou a favor da Lava Jato e que vou combater a corrupção”
Moro: “Era só mais um discurso do estelionato eleitoral de Bolsonaro”
Reprodução: My News/Youtube

Em entrevista a site bolsonarista, como registramos, Jair Bolsonaro negou que, em 2018, tenha dito que era a favor da Lava Jato e contra a corrupção.

O presidente disse:

“Eu não apareci em 2018 e falei que sou a favor da Lava Jato e que vou combater a corrupção. Não foi isso. Minha história começa há muito tempo. Eu estou com 66 anos de idade. São 28 anos no Parlamento e nenhum problema sobre acusações de coisa errada.”

Sergio Moro (foto) escreveu no Twitter:

“Bolsonaro, enfim, admitiu que nunca defendeu o combate à corrupção e a Lava Jato. Era só mais um discurso do seu estelionato eleitoral.”

Fale mais, Bolsonaro.

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BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

jan
13
Posted on 13-01-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-01-2022
 
Foto: Ricardo Stuckert/Fotos publicas
Publicado em Economia

ROSANA HESSEL

 Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria no primeiro turno, com 45% dos votos, conforme dados da nova rodada da Pesquisa Genial Quaest divulgada nesta quarta-feira (12/01). O quadro praticamente manteve-se o mesmo em relação à edição anterior, de dezembro, enquanto os eleitores demonstram preocupação cada vez maior em relação à pandemia e ao aumento da inflação.

 

De acordo com a pesquisa, o presidente Jair Bolsonaro (PL) teria 23% dos votos e Sérgio Moro (Podemos), 9%. O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) ficaria com 5% e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), 3%. A senadora Simone Tebet (MDB), teria 1%. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD) e o empresário Felipe D’Ávila (Novo) não pontuaram.

Em todos os cenários de um eventual segundo turno, Lula continua vencendo todos os opositores. Contra Bolsonaro, o placar seria de 54% contra 30%. Contra Moro, o placar seria de 50% a 30% e, contra Ciro, 52% a 21%. Já Bolsonaro, além de perder para Lula, também seria derrotado por Moro e por Ciro pelos placares de 30% a 36% e de 32% a 39%, respectivamente.

Nas respostas espontâneas de intenção de voto, o nível de indecisos ainda é elevado, de 52%, neste mês, abaixo dos 54% registrados em dezembro. Enquanto isso, Lula registra aumento da preferência, passando de 23% para 27%, no mesmo período. Já Bolsonaro ficou praticamente estável, passando de 15% para 16%.

 

O levantamento apontou aumento da rejeição a Bolsonaro entre mulheres, jovens, idosos e pessoas com ensino superior devido, principalmente, à má gestão do governo em relação à pandemia e à economia, principalmente, devido ao aumento da inflação. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 10,06% em 2021, a maior em seis anos.

 

Desde o último dia 1º, todas as pesquisas sobre as eleições precisam ser registradas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seguindo uma regulamentação específica, que determina a apresentação do questionário, da metodologia, do tamanho da amostra e da margem de erro, entre outras informações.

 

A Pesquisa Genial/Quaest é resultado da parceria da Genial Investimentos com a Quaest Pesquisa e Consultoria. O levantamento é o único mensal realizado a partir de entrevistas domiciliares no Brasil, segundo os organizadores. Foram feitas 2 mil coletas domiciliares em 120 cidades do país entre os dias 6 e 9 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

jan
13
Posted on 13-01-2022
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Charge do Amarildo
Amarildo no portal Metrópoles

jan
13
Posted on 13-01-2022
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 DO CORREIO BRAZILIENSE

Líder da oposição britânica exige que Boris Johnson renuncie por festa durante confinamento

AF
Agência France-Presse
 

 (crédito: PRU / AFP)

(crédito: PRU / AFP)

Londres, Reino Unido- Mergulhado em escândalos e perdendo popularidade, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson reconheceu, nesta quarta-feira (12), que esteve em uma festa nos jardins de Downing Street durante o confinamento e pediu desculpas, levando a oposição a exigir sua renúncia.

Numa Câmara dos Comuns agitada, o chefe do governo conservador justificou-se dizendo que acreditava que o evento de 20 de maio de 2020 nos jardins de sua residência oficial era uma reunião de trabalho.

Naquela época, em plena primeira onda da covid-19, apenas duas pessoas eram autorizadas a permanecer em ambientes externos e muitos britânicos não puderam se despedir de seus entes queridos, daí a extensão da raiva causada por esse evento que reuniu mais de 100 pessoas com instruções para trazer uma bebida.

O polêmico líder defendeu-se explicando ainda que “os jardins são uma extensão do escritório, que esteve em uso constante devido ao papel do ar fresco na contenção do vírus”.

“E quando fui às seis da tarde de 20 de maio de 2020 para encontrar grupos de funcionários antes de retornar ao meu escritório 25 minutos depois, para continuar trabalhando, acreditei implicitamente que era um evento de trabalho”, assegurou.

No entanto, em face ao escândalo que esta última revelação de uma longa série de alegadas infrações tem causado no país, reconheceu que “deveria ter mandado todos de volta para dentro”.

E, apesar de insistir que “tecnicamente” poderia se dizer que estava dentro das normas, pediu “sinceras desculpas” aos britânicos, que naquele momento estavam “totalmente proibidos de se reunir com seus entes queridos”.

Ele afirmou que assumiria a “responsabilidade” pelos “erros” que foram cometidos.

Acusando Boris Johnson de “mentir descaradamente”, o líder da oposição trabalhista, Keir Starmer, considerou a defesa do primeiro-ministro “tão ridícula” que é “um insulto” aos britânicos. “Ele agora terá a decência de renunciar?”, questionou.

Os escoceses do SNP e os liberais democratas também pediram sua saída.

Nesse ponto, Boris Johnson se referiu à investigação interna que confiou à Sue Gray.

– Acúmulo de escândalos –

Após revelações em dezembro de várias supostas infrações, Johnson esperava ter deixado para trás o chamado “partygate”, o escândalo das festas.

Mas na noite de segunda-feira uma nova bomba explodiu e o primeiro-ministro não fez nenhum comentário desde então, evitando uma convocação para comparecer com urgência ante os deputados na terça-feira, possivelmente para preparar uma resposta em que cada palavra parece cuidadosamente calibrada.

A imprensa publicou um e-mail de 20 de maio de 2020 em que seu secretário particular, Martin Reynolds, convidava uma centena de funcionários a “aproveitar o bom tempo” tomando “algumas bebidas com distanciamento social” nos jardins de Downing Street. “Tragam suas próprias bebidas”, dizia a mensagem.

Somando-se a outros escândalos de corrupção e clientelismo, essas revelações provocaram a ira da opinião pública, e de muitos deputados de seu próprio partido que estão inclusive contemplando uma moção de confiança interna, contra o líder conservador de 57 anos, eleito triunfalmente em 2019, mas que agora não para de perder popularidade.

Dos 5.391 adultos entrevistados pelo YouGov na terça-feira, 56% consideraram que o premiê deveria renunciar.

Em 20 de maio de 2020, dois meses após a imposição pelo próprio Johnson do primeiro confinamento, apenas duas pessoas podiam sair juntas ao ar livre, em local público – e não em jardins privados – e respeitando dois metros de distância.

Essa foi a primeira flexibilização das regras para os 67 milhões de britânicos que até então só podiam sair de casa para comprar comida ou remédios e se exercitar uma vez por dia.

As autoridades multavam aqueles que infringiam as regras e poderiam indiciar reincidentes.

Desde então, o coronavírus matou 150.000 pessoas no Reino Unido, um dos países da Europa mais atingidos pela pandemia.

Quando o escândalo das festas ilegais estourou em dezembro, o primeiro-ministro afirmou ter recebido garantias de que “as regras sempre foram respeitadas”.

Ele encomendou uma investigação interna à Sue Gray, que ainda não publicou seus resultados, e prometeu que, se violações foram cometidas, haveria “consequências”.

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