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Posted on 31-01-2022
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DO CORREIO BRAZILIENSE

As chuvas fortes atingem a região desde sábado e as cidades mais atingidas são da região metropolitana. O governador João Doria anunciou a liberação imediata de R$ 15 milhões para um total de 10 cidades paulistas

TM
Taísa Medeiros
 

 (crédito: Corpo de Bombeiros PMESP)

(crédito: Corpo de Bombeiros PMESP)

Desde sábado (29/01) fortes chuvas atingem o estado de São Paulo. Até o momento, as precipitações causaram 18 mortes, entre elas, sete crianças, conforme informou o governador João Doria. Os temporais também causaram desabamentos, deslizamentos de terra, transbordamento de rios e alagamentos.

Em Embu das Artes, três pessoas de uma mesma família morreram após uma casa ser atingida por um deslizamento de terra, na madrugada deste domingo (30/01). Uma mulher e dois filhos vieram a óbito. Outras quatro pessoas que viviam na casa conseguiram escapar com a ajuda de vizinhos.

Até o momento são 500 famílias desalojadas, segundo o Governo de São Paulo. Por conta das chuvas, e para garantir a segurança de cidadãos e funcionários, a vacinação contra a Covid-19 chegou a ser suspensa na cidade de São Paulo neste domingo (30/01). A aplicação da vacina estava prevista para acontecer em seis parques e duas farmácias na Avenida Paulista.

O governador João Doria sobrevoou neste domingo as regiões castigadas pela chuva em Francisco Morato, Franco da Rocha e Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo. Doria anunciou a liberação imediata de R$ 15 milhões para um total de 10 cidades, em diversas regiões do Estado, para auxiliar as prefeituras na recuperação urbana e social. .

“Estou acompanhando com muita tristeza os danos causados pelas fortes chuvas em São Paulo. Minha solidariedade às famílias e amigos das 18 vítimas fatais. Estamos trabalhando nos resgates e autorizei R$ 15 milhões em recursos para que os municípios possam acolher os atingidos”, disse Doria.

Os recursos anunciados serão destinados aos municípios de Arujá (R$ 1 milhão), Francisco Morato (R$ 2 milhão), Embu das Artes (R$ 1 milhão) e Franco da Rocha (R$ 5 milhão), na Região Metropolitana de São Paulo, e Várzea Paulista (R$ 1 milhão), Campo Limpo Paulista (R$ 1 milhão), Jaú (R$ 1 milhão), Capivari (R$ 1 milhão), Montemor (R$ 1 milhão) e Rafard (R$ 1 milhão), no interior do Estado.

Além das 18 mortes confirmadas, há nove feridos e cinco desaparecidos. A Defesa Civil informou que há ocorrências espalhadas por todo o estado relacionadas às chuvas, como alagamentos, queda de árvores, quedas de muros e deslizamentos de terra; além de interdições totais ou parciais em rodovias.

Até o momento sete cidades registram mortes:

  • Arujá: 1 óbito
  • Francisco Morato: 4 óbitos
  • Embú das Artes: 3 óbitos
  • Franco da Rocha: 3 óbitos
  • Várzea Paulista: 5 óbitos
  • Jaú: 1 óbito
  • Ribeirão Preto: 1 óbito

jan
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Posted on 31-01-2022
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“L-O-V-E”, Nat King Cole: Um dos maiores de todos os tempos, para ouvir e aplaudir sempre! No embalo da esperança em ver a Porcaria ir para o Inferno!

Bom início de semana! Com a máscara protetora no rosto!

(Gilson Nogueira)

DIÁRIO BRAZILIENSE

A expressão pejorativa é usada há gerações para questionar mulheres que não se casaram ou não tiveram filhos. Hoje, é dita com orgulho entre as que disseram “não” à maternidade, mas exercem um pouco dela com os sobrinhos

PC
Por Carolina Marcusse* e Giovanna Fischborn
 

 (crédito: Arquivo pessoal)

(crédito: Arquivo pessoal)

Dentre as decisões da vida, temos aquelas que dizem respeito a constituir família. Casar ou não. Um filho ou vários. Ou nenhum. Mas o que deveria ser uma escolha, vira estigma. Na prática, supõem-se que a mulher que não tem um parceiro nem filhos está fadada a ser solitária pelo resto da vida. Infelizmente, esse pensamento tem lugar na linguagem popular: o “fiquei para titia” se refere à mulher que, com certa idade, não se casou ou disse “não” à maternidade.

O termo ainda é usado em tom pejorativo, como algo que as mulheres devem temer. A mulher que nenhuma outra gostaria de ser. Será mesmo? A sociedade engatinha para um olhar mais natural sobre essa questão: “O ‘fiquei para titia’ carrega uma cobrança pesada. Mas, cada vez mais, as mulheres conseguem assumir para si mesmas e para os outros que, por qualquer motivo, decidiram, não quiseram ou não puderam se tornar mães”, avalia Stella Azulay, fundadora da Escola de Pais XD, Educadora Parental e especialista em análise de perfil e neurociência comportamental.

No Brasil, 37% das mulheres não querem ter filhos, apesar das pressões sociais e culturais. A nível mundial, esse número sobe para 72%. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Bayer, com apoio da Federação Brasileira de Ginecologia e do Think about Needs in Contraception (Tanco).

E engana-se quem pensa que elas são menos felizes por isso. “Para algumas mulheres, a maternidade pode até fazer falta. Para outras, não. É difícil colocar isso como argumento biológico. Não nos cabe julgar nada, nem ninguém, mesmo que não concordemos. Cada ser humano é um universo complexo, independentemente de ser mulher, mãe, homem, pai”, ressalta Stella.

E os sobrinhos e afilhados que passam pelas vidas delas? Ficar para a titia — e ser tia — envolve muito carinho e, claro, amor verdadeiro. A Revista conversou com mulheres que não tiveram filhos ou não chegaram a se casar, mas exercem nos sobrinhos, sejam biológicos, sejam por afinidade, um pouco da maternidade, sem os ônus e as responsabilidades que ela traz.

Sobrinhos do coração 

Alessandra Cabral, não tem filhos, mas encontrou no papel de tia a alegria de estar rodeada de crianças, que agora se tornaram jovens adultos
Alessandra Cabral, não tem filhos, mas encontrou no papel de tia a alegria de estar rodeada de crianças, que agora se tornaram jovens adultos (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

“Meus sobrinhos são a razão da minha vida”, define a administradora de empresas Alessandra Cabral, de 54 anos. Sabe aquela super tia? Alessandra sempre foi muito participativa, desde a infância dos pequenos. Marcou presença em todos os eventos escolares e já fotografou muitos momentos especiais. Até hoje, com os sobrinhos já adultos, a convivência é para lá de especial.

Alessandra Cabral não teve filhos, mas partilha muito amor com os sobrinhos
Alessandra Cabral não teve filhos, mas partilha muito amor com os sobrinhos (foto: Arquivo pessoal)

A pressão social para o tal desejo materno não foi um problema. Alessandra nunca foi de se importar muito com isso. No caso dela, a descoberta de um pólipo e, mais tarde, de um câncer no endométrio, logo depois de casada, escreveram um caminho diferente no que diz respeito à chance de engravidar. Alessandra precisou tratar essas condições, há mais ou menos 20 anos, e confessa que foi um susto na época.

Ela e o marido chegaram a considerar algumas alternativas para ter um bebê, mas o fato de já terem sobrinhos os encaminhou para um outro destino: “Eu com quatro, ele já tinha um. As crianças supriam nossa necessidade de ter um pequeno em casa”. A decisão, então, tomada de maneira conjunta e tranquila, foi cuidar um do outro.

O jeito para lidar com crianças já foi motivo para os outros questionarem o fato de Alessandra não ser mãe. Mas só ela sabe as razões e não precisa dividi-las ou explicá-las com ninguém. Sem filhos e, sim, bem-resolvida com isso.

Alessandra partilha muito amor com os sobrinhos
Alessandra partilha muito amor com os sobrinhos (foto: Arquivo pessoal)

Hoje em dia, Alessandra conta que os sobrinhos adoram dar uma passadinha na casa dela para pegar um ou outro chocolate. “Casa de tia, sabe? Não costumo cozinhar, pelo contrário, tenho várias besteirinhas disponíveis. É desculpa para nos vermos”.

Por trás da expressão

Mesmo diante de tantas conquistas, a esfera doméstica ainda permanece como um espaço historicamente — e exclusivamente — reservado às mulheres. A cientista social Lella Malta explica que há um trabalho invisibilizado nas tarefas do lar, que não somente não é remunerado como sequer tem status de trabalho. “Estamos exaustas desse acúmulo de papéis sociais que são esperados que as mulheres cumpram”.

A maternidade compulsória é fruto dessa lógica. É a crença de que mulheres só serão plenas quando marcarem o check na função mãe — dentre as outras tantas tarefas da lista da feminilidade. E isso quase que no automático, mesmo que não sintam vontade de procriar. “Se sem filhos, a mulher não é amada nem realizada, então, perde a autonomia no controle da própria função reprodutiva”, ressalta a cientista.

É preciso coragem para que mulheres como Alessandra Cabral rompam e questionem a maternidade como suposto propósito feminino. E, mesmo as que desejam ser mães ou já consideraram a possibilidade, podem ampliar o debate para que todas tenham voz. Num movimento coletivo, para Lella, é importante que todas as mulheres se coloquem a favor da escolha.

Prioridades

De uma forma diferente de Alessandra, Juliana Vieira, optou por não ter filhos, apesar do desejo pela maternidade desde a infância: “Eu tinha esse objetivo e acreditava que minha vida seria bem resolvida aos 25 anos, que, com essa idade, eu teria estabilidade emocional, financeira e filhos”, conta. Hoje, aos 28, vê a vida de uma forma mais realista, mas sem deixar de sonhar.

 Crédito: Arquivo Pessoal. Revista. 30/01/2022. Na Foto Juliana Vieira.

Crédito: Arquivo Pessoal. Revista. 30/01/2022. Na Foto Juliana Vieira. (foto: Arquivo Pessoal)

A brasileira estuda medicina em Buenos Aires, Argentina, e está em um relacionamento sério. A decisão de não ter filhos veio antes da relação. A namorada até pensava em ter filhos, mas, no momento, as duas compartilham o mesmo pensamento sobre o tema. Embora a maternidade não esteja nos planos delas, o carinho pelas crianças continua. Aliás, não ter filhos não é sinônimo de detestá-las! Juliana tem três primas pequenas e um afilhado, além de outras crianças na família.

No momento, a convivência está dificultada, por ela atualmente morar em outro país. Mas Juliana esteve presente principalmente na primeira infância delas e guarda com carinho os momentos que viveu com os parentes. Mesmo com as primas, sempre esteve em uma posição muito similar a de tia, porque foi uma rede de apoio para as mães, ajudando quando necessário e levando os pequenos para passeios.

“Meu papel era de coadjuvante, porque eu ficava um certo horário com as crianças e, às vezes, até passava o final de semana, mas chegava o momento em que eu os devolvia para as mães, então era como ter e não ter uma responsabilidade”, relembra Juliana. Essa relação natural que desenvolveu pelos entes queridos, além de aliviar a rotina das mães, cria laços insubstituíveis que a colocam na posição de tia divertida da família.

Apesar de contar com alegria e orgulho as histórias e do carinho que nutre pelas crianças, ela conta que o processo até tomar a decisão de não ser mãe não foi fácil: “Foi muito desgastante, pois sempre foi um sonho meu. Também foi doloroso aceitar que eu tinha essa escolha porque até então eu achava que estava intrínseco às mulheres ter esse desejo de ser mãe”.

Uma das razões para a escolha é a responsabilidade e necessidades de criar um filho, que não se encaixavam na realidade que ela vive no momento, além do contexto global e as dificuldades de criar outro ser humano. “Apesar de ser um processo que levou anos, hoje, sou feliz com essa decisão de não querer ter filhos, não mexe comigo, eu encaro como algo bem natural”, afirma.

Tias do cinema

Um presente para Helen

Nessa comédia, Helen (Kate Hudson) é nomeada guardiã dos sobrinhos depois que a irmã e o cunhado morrem em um acidente de carro. Ela precisa, então, adaptar a vida ocupada em Manhattan para cuidar das crianças e acaba descobrindo um novo lado de si.

Nessa comédia, Helen (Kate Hudson) é nomeada guardiã dos sobrinhos
Nessa comédia, Helen (Kate Hudson) é nomeada guardiã dos sobrinhos (foto: Divulgação/Disney)

Homem-Aranha

Mesmo que você não seja o maior fã de Homem-Aranha, sabe da existência da Tia May, personagem central na vida do herói, que sempre o apoia. Tia May já foi retratada de diferentes formas e, no longa de 2021, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, aparece mais jovem, sem o estereótipo de tia velhinha.

Seja qual for a versão de Homem-Aranha, Tia May é personagem central na história do herói
Seja qual for a versão de Homem-Aranha, Tia May é personagem central na história do herói (foto: Instagram/Reprodução)

*Estagiária sob a supervisão de José Carlos Vieira

jan
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Posted on 31-01-2022
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 J. Bosco NO JORNAL

 

jan
30
Posted on 30-01-2022
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Postura paz e amor de Tiago Abravanel, neto de Silvio Santos, está incomodando parte do público
O “sabotador” do Big Brother Brasil
 

Tiago Abravanel passou a ser visto por parte do público como uma espécie de sabotador do Big Brother Brasil 22, principal programa da Globo, adversária histórica de seu avô, Silvio Santos. Motivo: ele é contra conflitos no programa.

A postura paz e amor do ator e cantor suscitou uma série de teorias conspiratórias dos espectadores. Parte acredita que ele realmente é assim e não entende o que se espera do “Big Brother Brasil”, isto é, brigas e discórdia. Parte acha que ele está interpretando um personagem para esfriar a temperatura do jogo, com o intuito de, vejam só, ajudar o SBT –– os últimos números mostram o canal de Silvio Santos mais próximo da Band do que da Globo.

Amiga de Tiago Abravanel, a comediante Ingrid Guimarães saiu em sua defesa no Twitter. Disse que ele é “amigo de todo mundo, sempre vê o lado bom das coisas, é divertido e feliz” e que “essa é a natureza dele”.

O SBT está animadíssimo com o “Big Brother Brasil”. Neste fim de semana, as redes sociais do canal publicaram algumas peças publicitárias celebrando o desempenho de Tiago no programa, o que gerou chiadeira nos corredores da Anhanguera. Alguns diretores entendem que há divulgação demais para a Globo e nenhuma para os produtos da casa, que andam tropeçando no ibope.

jan
30
Posted on 30-01-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-01-2022
Pablo Nobel será o marqueteiro do ex-juiz; formado em Ciências Sociais, o argentino já trabalhou em várias eleições e escreveu o livro “Sincericídio”
Campanha de Moro escolhe marqueteiro
Reprodução/Twitter
 

Sergio Moro escolheu Pablo Nobel para seu marqueteiro de campanha. Formado em Ciências Sociais, o argentino já trabalhou em várias eleições no Brasil, na Argentina e em Angola, em parceria com Duda Mendonça, João Santana e Paulo Vasconcelos.

Em seu currículo, Nobel diz ter integrado as campanhas de Lula em 2002, de Aécio Neves em 2014 e de Geraldo Alckmin em 2018. Também fez direção de vídeo de campanhas estaduais e municipais.

No exterior, atuou nas campanhas de Eduardo Duhalde, Daniel Scioli e Alberto Fernández. Em Angola, da campanha de Eduardo dos Santos.

Adeus América”, Os Cariocas: Viva Eles. Eternamente!

BOM DOMINGO!!!

( Gilson Nogueira)

jan
30
Posted on 30-01-2022
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DO CORREIO BRAZILIENSE

Em um vídeo publicado nas redes sociais, os dois contam como chegaram ao diagnóstico e alertam pais de crianças pequenas sobre os riscos da doença

 
CG
Camilla Germano
 

 (crédito: Reprodução/Instagram @tiagoleifert)

(crédito: Reprodução/Instagram @tiagoleifert)

Neste sábado (29/1), o apresentador Tiago Leifert e a esposa Daiana Garbin revelaram em um vídeo nas redes sociais que a filha deles, Lua, de um ano de idade, está com um câncer raro nos olhos. Os dois revelaram ainda que descobriram a doença em outubro do ano passado e que ainda não sabem por mais quanto tempo a bebê precisará fazer o tratamento para ficar curada. 

O vídeo, segundo eles, serve também de alerta para pais de crianças pequenas. O retinoblastoma é um tipo de câncer que ataca as células das retinas e é muito encontrado em crianças com menos de cinco anos de idade. Ele pode ocorrer em um ou em ambos os olhos, como é o caso de Lua, e apresenta poucos sintomas. A melhor maneira de identificar a doença é perceber que a pupila fica branca quando em contato com a luz.

No vídeo, eles revelam que demoraram para levar Lua ao médico. “Ele me dizia ‘tem alguma coisa errada no olho da Lua’ e eu dizia ‘para de ser chato, não tem nada, tá ótimo’, até que um dia eu percebi uma luz branca estranha, quase como um olho de gato e levamos ela para o oftalmologista e recebemos o diagnóstico”, contou Daiana.

O casal ainda explica que ficaram em dúvida se iriam se pronunciar ou não sobre o assunto. O consenso entre eles e a família era de que precisavam focar no tratamento da criança mas, após a quarta rodada de quimioterapia, mudaram de opinião. “Meu sonho era que em agosto, maio do ano passado eu estivesse navegando pelo Instagram e visse um vídeo de um casal falando sobre o retinoblastoma”, diz Tiago. O apresentador segue então falando que o foco do vídeo não é só pedir energias positivas para Lua, mas também alertar sobre os riscos da doença. “Se a gente conseguir que um casal leve uma criança [ao médico] antes do que a gente conseguiu, missão cumprida e a Lua vai ficar muito feliz também”.

Veja o vídeo completo:

jan
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Posted on 30-01-2022
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 J. Bosco NO JORNAL

 

DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Durante esta semana a tensão na fronteira da Rússia com a Ucrânia manteve-se alta, apesar das conversas a alto nível. Em Inglaterra Boris Johnson é cada vez mais contestado devido às festas no seu gabinete quando eram proibidas. E a queda de neve em Atenas leva a uma moção de censura ao governo.

SÁBADO

Festas em altura de confinamento. Mais um “tiro” contra Boris

A vida do primeiro-ministro britânico não tem andado fácil e a tendência nos últimos tempos tem sido para piorar. Com a ajuda do próprio, diga-se. Cada vez mais contestado internamente, até por elementos do seu partido (Conservador), Boris Johnson foi envolvido no Partygate — que começou por ser festas de Natal e que já chegou à confirmação de encontros às sextas-feiras que não cumpriram as regras de confinamento a que os ingleses estavam obrigados — e tem o seu futuro político em risco. O líder do governo começou por dizer que nada sabia, depois afinal sabia e pediu desculpa, mas o que os britânicos não lhe perdoam mesmo foi o facto de na véspera do funeral do príncipe Filipe, marido da rainha Isabel II, se ter realizado uma dessas festas no seu gabinete. Aguardam-se os próximos capítulos.

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