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Posted on 19-12-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-12-2021

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Cerca de 60.000 crianças, do total de 640.000 de menores desta faixa etária, foram inscritas para receber a primeira dose do imunizante pediátrico da Pfizer a partir deste fim de semana.

AF
Agência France-Presse
 

 (crédito: Andrej Ivanov/AFP)

(crédito: Andrej Ivanov/AFP)

Um dos países com maiores níveis de vacinação do mundo, Portugal iniciou neste sábado (18) sua campanha de imunização de crianças dos 5 aos 11 anos, seguindo os passos de outros países europeus para conter o avanço da variante ômicron.

Cerca de 60.000 crianças, do total de 640.000 de menores desta faixa etária, foram inscritas para receber a primeira dose do imunizante pediátrico da Pfizer a partir deste fim de semana.

Na sexta-feira, o primeiro-ministro António Costa explicou que o avanço do novo coronavírus foi mais forte “entre as crianças não vacinadas e seus pais”.

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Com 88,9% da sua população de 10,3 milhões de inoculada, Portugal tem a segunda maior taxa de vacinação do mundo, depois dos Emirados Árabes Unidos, segundo a base de dados “Our World in Data”.

Em paralelo, mais de 2,2 milhões de doses de reforço foram aplicadas, dando maior proteção a 80% das pessoas com mais de 80 anos, e a 70% daquelas na faixa de 65 a 79 anos, informou a ministra da Saúde, Marta Temido, na sexta-feira.

Apesar desses níveis de imunização, o governo restabeleceu diversas medidas de controle sanitário desde o início de dezembro, como uso da máscara, certificado de vacinação e testes de detecção.

“Fly Me To The Moon”, com ele, para sempre!
BOM DOMINGO!
(Gilson Nogueira)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Anúncio foi feito neste sábado após aprovação pela Assembleia Geral do clube de repasse maior das ações

(Foto: Instagram)

O Cruzeiro será comprado pelo ídolo do futebol mundial Ronaldo Fenômeno, por meio da empresa Tara Sports. O ex-jogador do clube confirmou a negociação em uma transmissão realizada em uma rede social ao lado do presidente da Raposa, Sérgio Santos Rodrigues. A XP Investimentos, grupo que fez a intermediação do negócio, soltou um comunicado à imprensa informando que a lenda do esporte investirá R$ 400 milhões ao longo dos próximos anos e será sócio majoritário da SAF celeste, com 90% das ações.

Em um vídeo publicado no Instagram, o presidente Sérgio Santos Rodrigues comentou a negociação. “Alô, Nação Azul, o Fenômeno está de volta e agora com nosso Pedro Mesquita, da XP, para trazer esta alegria para vocês. Uso a frase muito bonita que o pessoal do Ronaldo colocou: ‘o clube que revelou o Ronaldo para o mundo, agora o Ronaldo está abrindo as portas do mundo para este clube de novo’. Então, graças a Deus, um trabalho muito bem feito e costurado. Ontem (sexta), a gente precisava daquela aprovação para que isso acontecesse. E hoje (sábado) estamos aqui assinando a nossa intenção de nosso Ronaldo ser o acionista, já conhecido como presidente, agora nosso acionista majoritário do Cruzeiro SAF. Obrigado, Ronaldo, bem-vindo de volta. Obrigado, Pedro Mesquita, por tudo que você fez por nós. Obrigado, XP, estamos na sede da XP em São Paulo, tenho certeza que esse é um projeto para começar a mudar o futebol brasileiro”, disse Sérgio Santos Rodrigues.

Ronaldo Fenômeno pediu o apoio da torcida neste momento. “Feliz demais de ter concluído esta operação. Obrigado, Sérgio, que teve um papel fundamental nisso tudo. Obrigado, Pedro. E dizer que tenho muito a contribuir ao Cruzeiro, levar o clube ao lugar onde ele merece estar, tenho muito trabalho pela frente, peço ao torcedor que conecte ao clube novamente, que vá ao estádio, a gente vai precisar de toda força e união da torcida cruzeirense. A gente tem muito trabalho pela frente, não tem nada a comemorar por enquanto, mas a gente tem muito trabalho e ambição, muita ambição de fazer o Cruzeiro gigante novamente”, disse Ronaldo Fenômeno.

Campeonato Mineiro e convocado para a Copa do Mundo de 1994

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Fred, NO PORTAL

 

A boataria começou após o governo do presidente Alberto Fernández determinar a proibição das vendas a prazo de passagens e serviços turísticos no exterior, como hotel e aluguel de automóveis. A medida mostrou a realidade da escassez de dólares no Banco Central da República Argentina (BCRA), que em seguida impôs ainda exigências sobre o uso da moeda americana por parte dos bancos do país. A medida prevê que os bancos devem se desprender dos dólares próprios – não os dos clientes – para que sejam enviados ao BCRA, que busca engordar suas magras reservas, como informaram os jornalistas do Clarín Gustavo Bazzan e Annabella Quiroga.

As medidas sobre o turismo e sobre os dólares dos bancos alimentaram ainda mais a desconfiança nos rumos da economia argentina. Nesta semana, pelo menos US$ 600 milhões foram sacados do sistema financeiro, levando o BCRA a vender cerca de US$ 400 milhões para atender a demanda do mercado, como escreveu Quiroga. 

O ambiente atual ocorre 20 anos da histórica crise vivida pelo país em dezembro de 2001. 

Naquele fim de ano, de 2001, o governo do então presidente Fernando de la Rúa, do partido União Cívica Radical (UCR), determinou o confisco (chamado ‘corralito’) dos depósitos bancários, gerando panelaços e protestos na Praça de Maio que foram fortemente reprimidos, deixando 38 pessoas mortas. Naquele dezembro, a Argentina viu ainda a queda em série de cinco presidentes seguidos.

Naquele fim de ano de 2001, o governo do então presidente Fernando de la Rúa determinou o confisco (chamado 'corralito') dos depósitos bancários, gerando panelaços e protestos na Praça de Maio, em Buenos Aires, que foram fortemente reprimidos, deixando 38 pessoas mortas. Naquele dezembro, a Argentina viu ainda a queda em série de cinco presidentes seguidos. Naquele fim de ano de 2001, o governo do então presidente Fernando de la Rúa determinou o confisco (chamado ‘corralito’) dos depósitos bancários, gerando panelaços e protestos na Praça de Maio, em Buenos Aires, que foram fortemente reprimidos, deixando 38 pessoas mortas. Naquele dezembro, a Argentina viu ainda a queda em série de cinco presidentes seguidos.

Analistas econômicos dizem que o ambiente político é outro atualmente já que o presidente Fernández é peronista, a maior força política do país, apesar das suas diferentes linhas ideológicas. De la Rúa era opositor ao peronismo e criticado por sua fragilidade política, que o levou a ser capa da revista Notícias, de pijamas e dormindo uma soneca.

Fernández, por sua vez, enfrenta outros problemas políticos, como a interpretação de que sua vice-presidente, a ex-presidente Cristina Kirchner, é mais poderosa do que ele. Além disso, o presidente é criticado por ter um discurso para cada grupo diferente com quem fala ou para quem discursa, o que levou o colunista de humor político do Clarín, Alejandro Borensztein, a escrever que existe um Alberto Fernández para cada dia da semana. O que torna difícil para políticos e investidores entender que rumo realmente pretende imprimir ao seu governo.

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