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Gama Livre: Jânio Ferreira Soares, no Bahia em Pauta: O Rio São Francisco, mesmo com milhões de metros cúbicos sem oxigênio, manda de Paulo Afonso um recado de vida e resistência

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Comentários

Claudio Leal on 13 dezembro, 2021 at 19:52 #

Me lembro do dia em que você me chamou para mostrar uma crônica muito bem escrita de um rapaz desconhecido de Paulo Afonso. Era o Janinho. Desde então ele se revelou um baita cronista. E uma alma bem delicada. Saudades.


regina on 13 dezembro, 2021 at 20:39 #

Mais uma vez me vêm à mente os versos sábios de Chico Buarque de Holanda:

“A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá …”

Como sempre ocorre quando um acontecimento, maior que nossa imaginação,
brutalmente interrompe o curso da história!!
Solidária aos sentimentos de pesar, envio o meu abraço a você, Vitor Hugo, em especial, por ser a pessoa mais ligada, do meu conhecimento, à Jânio por laços de amizade e companheirismo, como ribeirinhos e de um tempo compartido, ainda que em memórias, as quais jamais deixarão de existir e te acompanhar!!
A vida e a morte têm lá seus mistérios, mano…????


GILSON NOGUEIRA on 13 dezembro, 2021 at 22:43 #

Era menino, já de calças compridas, e foi assim que, um dia, na carroceria de um ” Pau de Arara” da Chevrolet saimos de Serrinha para conhecer a Cachoeira de Paulo Afonso, uma idéia do meu avô Samuel. Aquela imagem do Oceano de Água Doce despencando lá de cima, até hoje, inunda minha cabeça. ” Que maravilha! “, devo ter exclamado quando vi de perto uma das riquezas da Bahia, junto ao cacau e ao petróleo. Agora., impactado pela notícia da morte do colega de profissão Jânio Ferreira Soares, choro por dentro e naufrago em minhas perplexidades, sem saber o que dizer. Que a partida de Jânio para a Eternidade seja repleta de luzes! Valeu, grande Jânio, você vive na nossa lembrança! E de todo mundo! Gilson Nogueira


Luiz Gonzaga Ferreira on 14 dezembro, 2021 at 6:56 #

Não estou a acreditar com a notícia profundamente triste da morte fé Janinho: lembro-me de seu pai, Zé da Silva, apaixonado pelo Janio Quadros, deu o nome de sua primeira filha de Jane! E eis qu não bsatisfeito, tacou o nome de nosso Janinho! Deixou. Como conterrâneo, primo e admirador, sinto profundamente a perda de um generoso talento!
Meu último contato com a tia Alda (tia dele é quase mãe) foi perguntar pelo Juninho, Saudades muitas dele.


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