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DO CORREIO BRAZILIENSE

Situação de emergência em Minas Gerais e na Bahia foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de sexta-feira

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Gil Leonardi/Imprensa MG)

(crédito: Gil Leonardi/Imprensa MG)

As fortes chuvas que atingem a Bahia e Minas Gerais levaram o Governo Federal, em edição extra do Diário Oficial da União de sexta-feira (10/12), a declarar situação de emergência em 17 cidades baianas e 32 mineiras. Por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, ao governo pede para que órgãos municipais e estaduais se juntem no atendimento a vítimas.

O governador da Bahia, Rui Costa, disse à Agência Brasil que Jucuruçu e o distrito de Nova Alegria, em Itamaraju, estão “praticamente debaixo d’água”. O governador pediu para que as pessoas que estão em áreas de risco deixem a casa e ressaltou que, se preciso, fará a remoção compulsória.

Em algumas regiões baianas, o abastecimento de água potável entrou “em colapso” e as águas dos rios podem subir ainda mais.

Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema, visitou áreas afetadas pelas chuvas que levaram a destruição e o caos a mais de 30 municípios. De acordo com boletim da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), até sexta-feira, havia 943 desabrigados e 7.214 pessoas desalojadas no estado. Nesta semana, foram registradas duas mortes provocadas pelas fortes chuvas.

*Com Estado de Minas

“Falsa Alegria”, Monarco com a Velha Guarda da Portela: uma amostra especial do talento e grandiosidade do mestre sambista portelense e do Brasil, que ontem se foi, no Rio .  Morre Monarco, vida eterna à memória do genial artista popular.

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares) 

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12
Posted on 12-12-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-12-2021

DO CORREIO BRAZILIENSE

Dallagnol relembrou uma série de fases da força-tarefa e atacou decisões do STF que anularam condenações da Lava-Jato

CB
Correio Braziliense
 

 

Com declarações semelhantes aos discursos do pré-candidato à Presidência Sergio Moro, o ex-procurador Deltan Dallagnol se filiou, ontem, ao Podemos, ampliando a base de apoio do ex-juiz. No evento, tentou fazer uma ponte entre o perfil de procurador e de candidato, resgatando o que toma como avanços da Lava-Jato e criticando medidas do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Dallagnol relembrou uma série de fases da força-tarefa e atacou decisões do STF que anularam condenações da Lava-Jato. Ele comparou a Corte a um árbitro que quer “mudar as regras e anular os gols” depois da partida. “A luta contra a corrupção é uma luta da sociedade brasileira e precisa ser vencida de baixo para cima”, defendeu, na solenidade em Curitiba, enquanto lia um discurso previamente preparado.

Apresentado por Moro como o próximo deputado federal “mais votado do Paraná”, Dallagnol disse que vai assinar uma carta suprapartidária, visando “colocar no Congresso Nacional 200 deputados com três compromissos básicos: democracia, combate à corrupção e preparação política”.

Ao sustentar sua atuação como procurador no que chamou de “defesa do que é certo”, reforçou a postura de Moro de colocar o combate à corrupção como mote da campanha de 2022. O ex-juiz também esteve no evento, mas foi embora antes da fala do recém-filiado.

Em seu discurso, Moro fez uma defesa contundente dos membros do Podemos que compunham a mesa. Entre eles, os três senadores do estado, Oriovisto Guimarães, Alvaro Dias e Flávio Arns. “A nossa turma é esta turma aqui. Não é a turma do mensalão, do petrolão, da rachadinha. Nós aqui não precisamos ficar escondendo ninguém”, sustentou. No próximo ano, Dias deve se candidatar novamente ao Senado na expectativa de manter a bancada do partido.

Moro foi um dos poucos a extrapolar o tema do combate à corrupção e voltou a citar os problemas econômicos do país.

Do lado de fora, um pequeno protesto de um coletivo ligado ao PT o acusava de ter usado o Ministério Público para fins pessoais e ser “inelegível” para uma possível candidatura.
A filiação de Dallagnol consolida o esforço do Podemos de criar uma “bancada da Lava-Jato”, com ex-integrantes do Judiciário e do Ministério Público. Além de Dallagnol, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot também deve se filiar à legenda.

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Posted on 12-12-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-12-2021



 

J. Bosco, NO JORNAL

 

DO JORNAL DO BRASIL

Pedro Ladeira/Folhapress
Credit…Pedro Ladeira/Folhapress

Por JORNAL DO BRASIL

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, nessa sexta-feira (10), que há instituições brasileiras de Estado “aparelhadas” pelo governo.

“Há instituições de Estado que foram aparelhadas como de governo, que é errado e ruim para a democracia”, disse o ministro em evento promovido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Sem citar o presidente Jair Bolsonaro (PL), com quem já travou embates públicos, Barroso disse que o Brasil, assim como outros países, viveu uma onda populista, com “sustos” à democracia.

“Vivemos alguns momentos de preocupação ao longo dos dois anos, com ataque às instituições, que reagiram, mas não acho que tenham escapado sem escoriações”, declarou o ministro.

Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou a criticar a discussão em torno do voto impresso. Segundo ele, agora o debate está “sepultado” e, com as urnas eletrônicas, o Brasil terá eleições “lisas, limpas e seguras”.

 “Voto no papel sempre propiciou ambiente de fraude e usurpação. Passamos o ano de 2021 inteiro defendendo o sistema que funciona para impedir que fosse alterado para o sistema da fraude”, disse o ministro. (com agência Sputnik Brasil)

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