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BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Nomeado vice-presidente do Podemos no Paraná, ex-juiz da Lava Jato receberá salário de R$ 22 mil por mês; ex-presidiário ganha R$ 27 mil do PT
Moro diz que ganhará menos do que Lula e provoca: “Não deve saber preço da gasolina”

 

Sergio Moro (foto) se pronunciou nesta quinta (2) sobre o salário bruto de R$ 22 mil (líquido de R$ 15 mil) que receberá do Podemos. Em entrevista à Jovem Pan Paraná, o pré-candidato do partido à Presidência da República afirmou que o valor é menor do que o que Lula recebe do PT.

“Escolhemos um vencimento junto ao Podemos, por uma posição de dirigente partidário, e é um valor menor do que ganha o candidato do PT, Lula.”

Lula recebe R$ 27 mil do PT, mais salário de R$ 12 mil como ex-presidente da República — o que lhe dá várias outras regalias, como segurança e transporte, que foram mencionadas por Moro na entrevista. Em seguida, o ex-juiz provocou o petista: 

“Nem tem despesa de carro e deslocamento. Acho que não deve saber o preço da gasolina porque anda lá com o pessoal da segurança.”

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Em entrevista ao Correio, a porta-voz feminina da Rede disse que o partido ainda não sabe se vai lançar candidatura própria à Presidência da República

TM
Thays Martins
 

“Eu entendo que todas as pessoas da Rede que puderem ser candidatas têm que apresentar o nome para candidaturas de deputados federais”, diz Heloísa Helena – (crédito: Minervino Júnior/ CB/ DAPress)

Ainda sem apresentar um nome para concorrer à Presidência da República, a Rede Sustentabilidade pretende reorganizar o seu programa e então tomar uma decisão sobre sua posição nas eleições do ano que vem. Por enquanto, o partido está focado em conseguir candidatura fortes o suficiente para ultrapassar a cláusula de barreira, dispositivo que impede a atuação parlamentar de um partido que não consegue alcançar um determinado percentual de votos. Foi o que destacou a ex-senadora e porta-voz nacional da Rede, Heloísa Helena, em entrevista a jornalista Ana Maria Campos no Correio Braziliense nesta quinta-feira (2/12).

“Eu entendo que todas as pessoas da Rede que puderem ser candidatas têm que apresentar o nome para candidaturas de deputados federais”, destacou, citando o próprio nome e o da ex-senadora Marina Silva, mas sem cravar quem sairá como candidato.

Em relação a Presidência, Heloísa Helena destaca que a candidatura que mais dialoga com o partido, por enquanto, é a do ex-ministro Ciro Gomes (PDT). “Ele tem conversado conosco, mas não tem nada decidido. Foi a única candidatura que nos chamou para conversar e a única que apresentou propostas concretas e objetivas sobre questões econômicas”, destacou. “Estamos debatendo diante desses escombros de lutos, lágrimas, sofrimento e desemprego no Brasil. Como vai ficar a situação, a gente vive hoje uma situação dramática. Temos hoje na Presidência da República alguém que se comporta como um soldado covarde e sem honra que deixa feridos para trás. Então, a gente está atualizando nosso programa para, com base nele, fazer escolhas.” 

Questionada sobre um eventual apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Heloísa Helena se esquiva. “Para a gente, falar de nomes é difícil. Para nós, o essencial é atualizarmos o programa e identificarmos se vamos precisar ter candidatura própria”, afirmou. 

A ex-senadora também criticou a ideia de que seria preciso um nome de terceira via para derrotar o presidente Jair Bolsonaro e Lula. “Ideologicamente, como eu me reivindico de esquerda, eu tenho pavor desse nome terceira via, porque é como se fosse algo meio fluído. É muita presunção nossa achar que o mundo se divide em torno de dois espaços. É resumir muito a vida, especialmente em um país como o Brasil, com imensas diferenças”, afirmou. “A gente entende que tem espaço para os debates nacionais”, completou.

Candidaturas estaduais

No âmbito estadual, Heloísa Helena disse que a ideia da sigla é lançar somente duas candidaturas. A do senador Randolfe Rodrigues, no Amapá, e a do ex-prefeito da Serra, Audifax Barcelos, no Espírito Santo. No entanto, Heloísa não descartou uma eventual candidatura do deputado distrital Leandro Grass ao governo do Distrito Federal, apesar de deixar claro que o desejo do partido é que ele saia como candidato a uma vaga na Câmara. “Esse é um debate que vai ser feito na Rede DF e nacional. Estamos fazendo um esforço grande para que o DF entregue um deputado ou deputada para a Rede superar a cláusula de barreira”. 

Veja a entrevista completa

 

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Posted on 03-12-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-12-2021



 

Amarildo, na

 

RANKING DO Financial Times

DO CORREIO BRAZILIENSE

A empresária é a única brasileira da lista ao lado de Chloé Zhao, Scarlett Johansson, Vanessa Nakate, Shonda Rhimes, entre outras

CG
Camilla Germano
 

 (crédito: Reprodução/Financial Times/Abril Comunicações S.A)

(crédito: Reprodução/Financial Times/Abril Comunicações S.A)

Na última quarta-feira (1º/12), foi divulgada a lista das 25 mulheres mais influentes do mundo segundo o jornal inglês Financial Times. Entre as escolhidas, a única representante brasileira é Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.

“Trajano acredita piamente no dever dos negócios de dar o exemplo em questões sociais e defendeu a igualdade de gênero e raça com paixão — notável em um país com grande desigualdade social e onde a elite empresarial costuma ser acusada de viver em um bolha”, diz Gillian Tett, autora e jornalista britânica que escreveu o perfil da brasileira na lista. Tett faz parte do conselho editorial do jornal e também trabalha como editora geral.

“Ela atribui seu sucesso a uma empatia natural com funcionários e clientes e ainda viaja constantemente pelo vasto território brasileiro, visitando lojas, ouvindo as preocupações dos funcionários e oferecendo conselhos sobre como construir carreiras”, continua o texto em homenagem à empresária.

Luiza Trajano foi escolhida para a categoria “Líderes” ao lado de: Ngozi Okonjo-Iweala (diretora-geral da Organização Mundial do Comércio), Lina Khan (presidente da Federal Trade Commission), Mary Barra (diretora executiva e presidente da General Motors), Gita Gopinath (economista-chefe do Fundo Monetário Internacional), Nancy Pelosi (presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos), Mariam Al-Mahdi (líder do “Umma National Party” e Ministra das Relações Exteriores do Sudão), Kate Bingham (antiga presidente da força tarefa da vacina no Reino Unido), Catherine Wood (fundadora, CEO e CIO da Ark Invest, uma empresa de gestão de investimentos), Rosalind Brewer (CEO da Walgreens Boots Alliance) e Tsai Ing-Wen (presidente do Taiwan).

Ainda segundo Gillian Tett, Luiza não é muito conhecida fora do Brasil, mas deveria. “Uma das mais notáveis empresárias e líderes sociais do país, Trajano é uma inspiração para empresários em toda parte. Ela começou trabalhando em meio período aos 17 anos na loja da família em Franca, cidade do estado de São Paulo, e transformou o negócio em uma das potências da América Latina.” Vale lembrar que o grupo Magazine Luiza está avaliado em mais de 10 bilhões de dólares e emprega mais de 40 mil funcionários.

As 25 mulheres escolhidas para a lista foram selecionadas por jornalistas de vários países, ex-mulheres do ano e leitores do jornal. E, além da categoria de “Líderes”, existem outras duas ramificações: a de “Criadoras” e a de “Heroínas”. Entre as personalidades citadas se destacam: a atleta Naomi Osaka; Chloé Zhao, cineasta chinesa e vencedora do Oscar; a atriz Scarlett Johansson; a ativista ambiental ugandense Vanessa Nakate; e Shonda Rhimes, produtora de televisão, roteirista e autora, muito conhecida pelas séries Grey’s Anatomy e Bridgerton.

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