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Posted on 24-11-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-11-2021
DO SITE O ANTAGONISTA
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Lula contra Moro
 

Lula parou de crescer nas pesquisas. O fato deve ter ofuscado seus marqueteiros. Eles resolveram fazer uma campanha aloprada para tentar convencer o eleitorado de que Jair Bolsonaro e Sergio Moro são a mesma coisa. Se os brasileiros acreditassem nessa mentira, Lula estaria ferrado, porque os votos somados de Jair Bolsonaro e Sergio Moro superam facilmente os de Lula.

Segundo o Instituto Paraná, Jair Bolsonaro e Sergio Moro teriam, juntos, 40,8% dos votos (29,6% + 11,2%), e Lula não passaria de 35,5%.

 A sorte do ex-presidiário é que o eleitorado não é estúpido e sabe que Jair Bolsonaro e Sergio Moro são opostos.

O argumento lulista de que Sergio Moro condenou Lula para favorecer Jair Bolsonaro também é um tiro no pé. Quando Lula foi preso, Sergio Moro nem era capaz de reconhecer Jair Bolsonaro no aeroporto. Portanto, não cola.

Lula deveria se concentrar nos elogios ao ditador da Nicarágua, porque ele é indiscutivelmente sincero nesse ponto.

“Flor da Noite”, Nana Caymmi: suprema força de interpretação e domínio de uma das

melhores e mais indomáveis artistas do Brasil. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Um em cada três austríacos ainda não foi vacinado, uma das taxas mais baixas da Europa Ocidental

BBC

BBC – Coronavirus
postado em 23/11/2021 10:45
 

 (crédito: Reuters)

(crédito: Reuters)

Em meio a um aumento expressivo no número de casos de covid, especialmente entre não vacinados, e diante de uma das mais baixas taxas de vacinação da Europa Ocidental, a Áustria se tornou nesta sexta-feira (19/11) o primeiro país do continente europeu a reinstaurar um confinamento nacional.

A medida vale a partir da próxima segunda-feira (22/11) e ocorre dias depois de o governo austríaco ter imposto um confinamento aos não vacinados.

O chanceler da Áustria, Alexander Schallenberg, disse que o novo lockdown duraria pelo menos 10 dias e que haveria uma exigência legal a partir de 1º de fevereiro de 2022 para que as pessoas se vacinem.

Findo o período de dez dias, o governo vai reavaliar se o confinamento será estendido ou não.

Os números mais recentes mostram uma taxa de incidência de 990,7 casos por 100 mil pessoas na semana passada, e o ministro da Saúde, Wolfgang Mückstein, disse que impor um confinamento nacional é um “último recurso”.

“Não queremos uma quinta onda”, disse Schallenberg após se encontrar com os governadores das nove províncias austríacas no oeste da Áustria.

Pelas medidas, os austríacos serão instruídos a trabalhar em casa, lojas não essenciais serão fechadas e as escolas permanecerão abertas para crianças que precisam de aprendizado presencial.

Muitos outros países europeus estão impondo restrições à medida que os casos aumentam.

O primeiro-ministro da Eslováquia, Eduard Heger, anunciou o que chamou de confinamento para os não vacinados, em vigor a partir da próxima segunda-feira, e o governo tcheco também está limitando o acesso a uma variedade de serviços. A Holanda introduziu um confinamento parcial no fim de semana passado.

Já a Alemanha decidiu introduzir restrições para pessoas não vacinadas em áreas com altas internações em hospitais de covid, o que afetaria 12 dos 16 estados do país.

O diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa, Hans Kluge, alertou para um inverno rigoroso pela frente.

Ele culpou a cobertura vacinal insuficiente junto com “a flexibilização das medidas preventivas e a propagação da variante Delta, mais transmissível”.

Na quinta-feira (18/11), a revista científica Nature publicou um estudo em que fala que a pandemia de covid pode causar mais 300 mil mortes em 19 países da Europa.

A pesquisa sugere que a pandemia pode provocoar cerca de um milhão de hospitalizações na Europa. Os autores ressaltam que suas estimativas são números máximos e que eles partem do pressuposto de que todas as restrições tenham sido suspensas e o contatos entre as pessoas tenham voltado aos níveis pré-pandêmicos. O estudo ainda não passou por revisão de pares.


 

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Amarildo, NA

 

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 DO CORREIO BRAZILIENSE

Presidente diz que não tem acompanhado o ex-ministro e possível adversário na eleição

Foto: Pedro França/Agência Senado
Credit…Foto: Pedro França/Agência Senado

Por JORNAL DO BRASIL, com Folhapress

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nessa segunda-feira (22), em tom irônico, que quer ver Sergio Moro subir num carro de som e falar com o povo. O ex-ministro da Justiça é seu potencial adversário em 2022.

“Quero ver ele num carro de som, falando com o povo. Só isso, mais nada”, afirmou nesta noite.

O mandatário respondeu a comentários de apoiadores no cercadinho, que criticavam o ex-juiz da Lava Jato.

Bolsonaro disse ainda que não tem acompanhado Moro, que se filiou no último dia 10 ao Podemos com discurso de candidato ao Palácio do Planalto. O ex-juiz sempre disse que não entraria para a política.

Moro atuou à frente dos principais casos da Operação Lava Jato e determinou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista ficou detido por mais de 500 dias, até ser solto por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal).

Em uma derrota para Moro em março deste ano, a Corte depois considerou-o parcial e anulou os processos contra o ex-presidente.

O ex-juiz entrou para a política a convite de Bolsonaro, em 2018, ao aceitar convite para comandar o Ministério da Justiça. Lá ficou até romper o governo, sob acusação de interferência na PF pelo presidente, em abril de 2020.

Um apoiador questionou ainda Bolsonaro, nesta segunda-feira, se as privatizações não estariam “atrasadas”, depois de três meses de governo.

“Privatizar não é botar na prateleira. Quem quer compra aí. Grande parte delas passa no Parlamento. Estamos brigando pelos Correios, pela Telebrás.. Eletrobrás”, disse o presidente.

O projeto de desestatização dos Correios está parado no Senado. De acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, o governo pretende privatizar a estatal em julho do ano que vem.

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