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Posted on 05-11-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-11-2021

Acidente

DO CORREIO BRAZILENSE

A assessoria confirmou que a cantora já foi resgatada e, apesar do susto, está bem. Além de Marília, também estavam outras quatro pessoas

VO
Victória Olímpio
 

 (crédito: Reprodução)

(crédito: Reprodução)

O avião no qual viajava a cantora Marília Mendonça caiu na tarde desta sexta-feira (5/11), na região de Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. A assessoria da artista confirmou a informação ao G1 e, apesar do susto, confirmou que ela foi resgatada e está bem.

Além da artista, também estavam no avião um produtor, um assessor, o piloto e o copiloto. Todos foram resgatados. Não foi confirmado ainda se todos foram levados imediatamente ao hospital. O modelo é um bimotor Beech Aircraft, da PEC Táxi Aéreo, de Goiás, prefixo PT-ONJ, com capacidade para seis passageiros.

O Corpo de Bombeiros teria recebido a chamada por volta de 15h30 para atender a ocorrência de queda de aeronave em Piedade de Caratinga, em curso d’água próximo ao acesso pela BR 474. ”Há também um forte odor de combustível no local, mas não apresenta chamas nem há risco de submersão da aeronave”, informou a corporação. Bombeiros contam com o apoio do Samu.

Mais cedo, Marília fez uma publicação no Instagram embarcando em um avião para anunciar show em Minas Gerais. Ela tem show marcado nesta sexta (5/11)em Caratinga e outro neste sábado (6/11), em Ouro Branco.

DO EL PAÍS

Os dois pilares da operação que chacoalhou o Brasil, ex-juiz e ex-procurador se apresentam para o jogo político, desta vez em busca de votos. “A sensação é de que o que nós fizemos está sendo desfeito”, diz Dallagnol ao deixar o Ministério Público

Deltan Dallagnol apresenta em 2015, no auge da Lava Jato, as propostas do Ministério Público para combater a corrupção, em palestra no Mato Grosso.
Deltan Dallagnol apresenta em 2015, no auge da Lava Jato, as propostas do Ministério Público para combater a corrupção, em palestra no Mato Grosso.Mayke Toscano/GCOM-MT
Rodolfo Borges
Rodolfo Borges
São Paulo –
 
 
 A Operação Lava Jato vai às urnas. Depois de encarcerar os maiores empreiteiros do país, recuperar bilhões de reais desviados em esquemas de corrupção e ver boa parte de suas condenações serem revertidas pelo Supremo Tribunal Federal, os dois pilares da operação se apresentam para o jogo político —desta vez em busca de votos. “A sensação é de que o que nós fizemos está sendo desfeito”, resume Deltan Dallagnol no vídeo em que anuncia seu desligamento do Ministério Público, nesta quinta-feira. O chefe da força-tarefa que agitou a política brasileira como um terremoto por cinco anos não disse com todas as letras que será candidato, mas o discurso que divulgou nas redes sociais soa como o de um. A expectativa é de que ele se una ao ex-juiz Sergio Moro no Podemos. O ex-procurador disputaria uma vaga na Câmara, enquanto o ex-magistrado concorreria à presidência da República ou ao Senado.

Responsáveis por transformar a Lava Jato na maior operação contra a corrupção da história do Brasil, Moro e Dallagnol foram também os pivôs de sua queda em desgraça. O vazamento das comunicações entre os dois, no episódio que ficou conhecido como Vaza Jato, sugeriu combinações para prejudicar réus e enfraqueceu principalmente os processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na esteira da anulação das condenações do petista, outros dos acossados pelos esforços da operação conseguiram reverter decisões judiciais. A impetuosa Lava Jato foi perdendo vigor, e o mundo político aproveitou para contra-atacar.

Por tudo isso, o ex-procurador diz que agora acha que pode “fazer mais pelo país fora do Ministério Público, lutando com mais liberdade” pelas causas em que acredita. Sua plataforma de campanha já está lançada. “Quando a Lava Jato estava nas ruas, alcançamos algo inédito no Brasil: bilhões foram recuperados e, por um momento, aqueles que nos roubam há décadas foram punidos pelos seus crimes. A Lava Jato trouxe esperança de que podemos construir um país mais justo e melhor, em que a lei vale pra todos, em todos os momentos”, diz Dallagnol no vídeo, acrescentando que, agora, “passamos a sofrer muitos retrocessos no combate à corrupção”. “Vemos notícias cada vez piores, sobre processos anulados, leis desfiguradas e corruptos alcançando a impunidade. A sensação é de que o que nós fizemos está sendo desfeito”, finaliza.

Moro

Caso se candidate mesmo a um posto de deputado, é bem provável que Dallagnol se eleja, pela notoriedade conquistada nos anos como procurador. Já a meta de Moro parece bem mais difícil. O ex-juiz, que deixou a magistratura em 2019 para liderar o Ministério da Justiça de Bolsonaro por pouco mais de um ano, alimenta a expectativa de disputar a presidência da República —a alternativa menos pretensiosa é se eleger senador. Ele voltou ao Brasil nesta semana, após passar meses atuando como consultor de uma empresa nos Estados Unidos, para se filiar ao Podemos. A adesão ao partido está marcada para a próxima quarta-feira, em Brasília. Moro tem ainda agendada participação no congresso do Movimento Brasil Livre (MBL), no fim do mês, e o lançamento de um livro (Contra o sistema de corrupção, ed. Primeira Pessoa) no início de dezembro.

As últimas postagens do ex-juiz nas redes sociais mostram uma ampliação de seus interesses. Acostumado a comentar temas ligados ao combate à corrupção, Moro se aventurou nesta semana a criticar a falta de responsabilidade fiscal do Governo do qual saiu atirando contra o presidente. “Aumentar o Auxílio Brasil e o Bolsa Família é ótimo. Furar o teto de gastos, aumentar os juros e a inflação, dar calote em professores, tudo isso é péssimo. É preciso ter responsabilidade fiscal”, comentou.

Buscando o ocupar o espaço da terceira via, que o mundo político brasileiro enxerga espremida entre os favoritos Jair Bolsonaro e Lula, Moro também não perde oportunidade de marcar distância dos dois adversários. “Hoje foi publicada a lei que, na prática, acaba com as punições de políticos por improbidade administrativa. As mudanças relatadas por deputado do PT retiram de cena mais um instrumento contra à corrupção. O Presidente da República poderia ter vetado, mas preferiu o retrocesso”, destacou na semana passada.

Críticas

Ao mesmo tempo em que enchem de esperança os entusiastas da Lava Jato, as possíveis candidaturas de Moro e Dallagnol são usadas pelos detratores da operação para reforçar as críticas sobre a parcialidade das investigações conduzidas pelos dois. “Não causou nenhum espanto. Sempre se valeu de motivações políticas enquanto chefiava a Lava Jato, tanto é que perseguiu o Lula para tirá-lo da disputa eleitoral, fazendo-se valer de um PowerPoint ridículo. Ele e Moro nunca tiveram imparcialidade”, escreveu Paulo Rocha, líder do PT no Senado, numa postagem replicada quase que integralmente pelos petistas nas redes sociais.

“O Infante”, Elba Ramalho: fulgurante poema de Fernando Pessoa, musicado e apresentado aqui em empolgante interpretação da grande atriz e cantora brasileira, Elba Ramalho. De estremecer de emoção, Vai dedicada ao amigo do peito do do Bahia em Pauta -em especial do seu editor, Edvaldo Esquivel, arauto das glórias do império português no Brasil.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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O INFANTE
 
Fernando Pessoa
 
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
 
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GRANDIOSO FERNANDO PESSOA!!!
 
BOM DIA!!

 

 

 

nov
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Foto: Carolina Antunes/PR
Economia

Quem esteve com o ex-juiz Sergio Moro garante que ele está com sangue nos olhos para disputar a Presidência da República em 2022. Ele já traçou várias metas. Primeiro, tirar o presidente Jair Bolsonaro do segundo turno e, depois, derrotar Lula na disputa final.

Moro, que tem aparecido nas pesquisas com cerca de 10% das intenções de votos, acredita que, quando efetivamente entrar na disputa, vai “sangrar” Bolsonaro, pois muitos dos eleitores de direita não estão dispostos a repetir o erro de 2018 e não querem, de forma nenhuma, que o PT volte ao poder.

 

O ex-juiz, que comandou o Ministério da Justiça de Bolsonaro, negocia com o Podemos para que sejam formadas chapas fortes em estados estratégicos. A renúncia de Deltan Dallagnol ao cargo de procurador da República está em linha com os planos traçados por Moro. Ele vê forte potencial no ex-chefe da Lava-Jato.

O discurso de Moro para atrair o eleitorado de direita é o combate à corrupção que foi abandonado por Bolosonaro. Ele crê que esse tema ainda mexe muito com o eleitorado, sobretudo, aquele anti-PT. O ex-juiz também quer falar de economia e mostrar que o Brasil tem saída.

nov
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Posted on 05-11-2021
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 Amarildo, NO JORNAL

 

 

 

O deputado distrital Reginaldo Veras (PDT) é um dos pedetistas que concorda com a postura do pré-candidato à Presidência pelo partido, Ciro Gomes, nas críticas aos votos da bancada na PEC 23/21, a PEC dos Precatórios.

 

Ciro disse que em repúdio à posição do partido suspenderia a pré-candidatura. “Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios”, escreveu Ciro, no Twitter.

 

E acrescentou: “A mim só me resta um caminho: deixar a minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição”. Ciro disse que espera uma mudança de posicionamento quando a proposta for apreciada em segundo turno.

 

Entre os 24 pedetistas, 15 votaram a favor da PEC que estabelece limites para pagamento de precatórios e extingue o teto de gastos públicos para custear o Auxílio Brasil, programa social importante para a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

Reginaldo Veras diz que Ciro tem razão. “Não tapo o sol com a peneira. Sou pedetista de alma, coração e ação, mas me sinto envergonhado com a atitude do partido na votação da PEC dos precatórios”.

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