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“Mágoa”, Golden Boys: um grupo de ouro da geração do rock romântico brasileiro.

para mergulhar na saudade da Ilha!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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Posted on 20-10-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-10-2021

DO EL PAÍS

 Ex-presidente dos Estados Unidos torpedeia a comissão da Câmara dos Deputados que investiga o que aconteceu em 6 de janeiro

Donald Trump, no domingo passado, nas imediações da Torre Trump, em Nova York.
Donald Trump, no domingo passado, nas imediações da Torre Trump, em Nova York.JEENAH MOON (Reuters)
Yolanda Monge
Washington
 

Donald Trump tenta manter em sigilo os documentos relacionados à invasão do Capitólio. O ex-presidente dos Estados Unidos entrou com uma ação em um tribunal federal em Washington contra a comissão da Câmara dos Representantes (deputados) que investiga o ataque em 6 de janeiro. O objetivo é que alguns dos documentos arquivados não sejam tornados públicos. A demanda chega também ao Arquivo Nacional, instituição que guarda os escritos considerados históricos.

A Casa Branca de Joe Biden rejeitou há mais de uma semana que os documentos solicitados pela comissão parlamentar fossem guardados sob a rubrica de privilégio executivo, o direito do presidente de manter confidenciais certos dados. Com a decisão, o atual Governo deu luz verde para que o Arquivo Nacional entregue os papéis (cerca de 40 dossiês) aos parlamentares que investigam o ocorrido em 6 de janeiro. Trump invoca o sigilo desses documentos, alegando que sua publicação poria em perigo a saúde dos Estados Unidos.

“Em um estratagema político para satisfazer seus aliados de partido, o presidente Biden se recusou a exercer o privilégio executivo sobre vários documentos solicitados pela comissão”, diz o documento apresentado pelos advogados de Trump ao juiz. O ex-presidente insiste em que a única coisa que a Câmara dos Representantes busca com o pedido de publicação desses papéis é persegui-lo, como também a quem trabalhou em sua Administração.

De acordo com a ação apresentada nesta segunda-feira, o pedido da comissão parlamentar visa “investigar inconstitucionalmente o presidente Trump e seu Governo”. “Nossas leis não podem permitir ações tão hediondas e impulsivas contra um ex-presidente e seus assessores próximos”, acrescenta o texto. O magnata compara o pedido a uma “expedição de pesca ilegal e vexatória respaldada” por Biden.

No final de setembro, quatro dos assessores mais leais a Trump foram chamados para testemunhar perante a comissão legislativa criada pela presidenta da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi: seu último chefe de Gabinete, Mark Meadows, o estrategista digital da Casa Branca, Daniel Scavino, o conselheiro-chefe do Pentágono, Kashyap Patel, e o influente assessor Steve Bannon. Todos eles têm que depor perante a comissão formada por 11 democratas e dois republicanos. Trump disse então que aconselharia seus assessores a recorrerem ao privilégio que abarca aqueles que fizeram parte da Casa Branca de manter em segredo as comunicações e discussões com seu chefe. Todos os depoimentos foram adiados, exceto o de Bannon, que se recusou a comparecer perante a comissão.

Foi em meados deste ano que a comissão, de maioria democrata, solicitou uma série de documentos a sete agências federais para investigar o ataque ao Congresso perpetrado por uma multidão de partidários de Trump com o objetivo de bloquear a nomeação de Joe Biden como presidente. Os membros da comissão também coletam informações sobre a organização e o financiamento dos comícios de Trump nos quais foram feitos chamados a que se bloqueasse ou retardasse a transferência do poder para o democrata.

A comissão pediu aos Arquivos Nacionais todos os documentos da Casa Branca que fizessem alusão a termos como “eleição roubada”, “roubo de eleição” ou “eleição manipulada”. Também solicitou informações ao FBI, ao Pentágono e aos departamentos de Segurança Interna, Interior e Justiça, entre outros órgãos federais. Os congressistas estão procurando material “relacionado a inteligência coletada antes de 6 de janeiro sobre fatos que poderiam ocorrer naquele dia”.

Em 6 de janeiro, cinco pessoas morreram e cerca de 140 agentes foram agredidos. Até agora, cerca de 550 pessoas foram indiciadas por acusações relacionadas ao ataque ao Capitólio, incluindo 165 acusadas de crimes de agressão a autoridade

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Posted on 20-10-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-10-2021



 

Amarildo, NA

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

A proposta, que modifica a Constituição Federal, seria votada nesta terça (19), mas a sessão foi cancelada a pedido do presidente da Câmara; o item já está na pauta do dia seguinte

CN
Cristiane Noberto
 

 (crédito: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

(crédito: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Ainda que tenha afirmado ter votos suficientes para aprovação, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), adiou pela terceira vez a votação da PEC 05/21, também chamada de “PEC da Vingança”. A proposta seria debatida na sessão desta terça-feira (19/10), mas foi cancelada e já está na pauta de quarta (20/10). O deputado Paulo Magalhães (PSD-BA) ainda apresentou o oitavo substitutivo.

Lira afirmou diversas vezes que teria os 318 votos necessários para a aprovação da matéria. “Foi feito um acordo em alguns pontos e, mais importante, o fato de ter acordo ou não, não inviabiliza a votação. Não vamos aceitar versões criadas contra a própria sociedade. A Câmara não deixou de conversar e ouvir ou acatar sugestões, mas não são os procuradores que votam no Plenário da Câmara e do Senado”, disse. Contudo, promotores e parlamentares afirmam que a maioria da Casa é contraria a proposta.

Nova redação

No novo relatório apresentado, o relator inseriu a indisponibilidade do Ministério Público apresentar projetos de lei sobre qualquer assunto. Segundo a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), leis como a Maria da Penha ou as 10 Medidas Contra a Corrupção, apresentadas pelo MP, podem nem sair do papel.

Na nova redação, o parlamentar ainda aumentou o prazo para a elaboração do Código de Ética, de 120 para 180 dias. Contudo, manteve a atribuição ao Congresso caso o MP extrapole a data. Outro ponto — o mais criticado entre os promotores — é a escolha do Corregedor Nacional do Ministério Público, que também permaneceu no texto. 

 

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Posted on 20-10-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-10-2021
  • DO SITE O ANTAGONISTA
Nas redes sociais, Juliette Freire, a última vencedora do reality show da Globo, manifestou-se contra a PEC da Vingança e defendeu MP ‘forte e independente’
Uma BBB contra a PEC 05
Foto: João Cotta/Globo/Divulgação

A paraibana Juliette Freire, campeã do BBB 21 —edição mais recente do reality show da Globo—, manifestou-se nas redes sociais contra a PEC 05, que aumenta a influência política sobre o Ministério Público e está sendo chamada de PEC da Vingança.

“A PEC 05/21 fere a independência do Ministério Público e viola a autonomia dos Procuradores(as) e Promotores(as) de Justiça. Nós precisamos do Ministério Público forte, independente e sem interferência política para defender a sociedade”, escreveu Juliette na sua conta oficial no Twitter.

“Fui estagiária do Ministério Público por dois anos e tenho muito respeito pela Instituição. #PEC5NÃO”, acrescentou a advogada, maquiadora e influencer.

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