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Posted on 09-10-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-10-2021

 

ACM Neto atua para impedir candidatura de João Roma ao governo da Bahia, diz jornal | Política | BNews
João Roma x ACM Neto: de amigos inseparáveis a grandes inimigo na Bahia.

ARTIGO DA SEMANA

Roma: Troia de Bolsonaro no reino de ACM Neto
 

Vitor Hugo Soares

Espécie simbólica e atual do “cavalo de
Troia”, dos tempos temerários da Covid 19 e do bolsonarismo, o deputado João Roma, eleito com empenho a ferro e fogo de ACM Neto, então prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, aportou na Bahia,  semana passada, como o diabo gosta. E, a exemplo do que tem feito, de forma cada vez mais audaciosa e desafiadora, vestido na pele de todo poderoso ministro da Cidadania, partiu para cima do ex “padrinho e irmão” (como ele chamava Neto, ­em passado recente, antes de virar novo ponta de lança do mandatário sem partido, Jair Bolsonaro). O novo  adversário figadal do neto de ACM  (“o original” no dizer de Mario Kertész) confirmou, em polêmica entrevista ao jornal Tribuna da Bahia, sua candidatura a governador do estado, já anunciando a prioridade de seu programa de campanha: “A Bahia precisa de um governo que tenha um olhar especial para a segurança”, em manchete do diário baiano.

Sacudiu o sossegado, e até poucos dias previsível, terreiro do quarto maior colégio de votos do País: com o PT(do ex-presidente Lula e do governador Rui Costa), no palanque do senador e ex-ministro Jaques Wagner, que tenta voltar ao Palácio de Ondina, à esquerda, e ACM Neto, do DEM agora unido ao PSL (União Brasil), na centro direita. E eis que o inesperado faz uma surpresa com o personagem que parece saído dos livros de história sobre a guerra dos gregos contra Tróia nos cordéis nordestinos. O ex-amigo “do peito, tido como aliado fiel”, de repente aparece em Salvador para bagunçar o coreto.

Mas, diga-se desde já: o chefe do Palácio do Planalto, em campanha permanente para seguir onde está por mais quatro anos,  e seu “cavalo de tróia” (ou “traíra”, como aliados de ACM Neto qualificam Roma atualmente), não enfrentarão amadores nesta guerra política e de poder já em curso. O ministro da Cidadania adianta que dará palanque a Bolsonaro, em 2022 na Bahia (porta de entrada ao cobiçado filão de votos na região). O pernambucano Roma, eleito um dos deputados federais mais votados pelos baianos, graças a Neto, provoca: “Na Bahia, o presidente Bolsonaro precisa ser difundido e defendido. Eu trabalho sempre para carregar essa bandeira… nosso estado é, infelizmente, líder por longos anos, do ranking de homicídios no País, à frente de estados mais populosos, a exemplo de São Paulo e Minas Gerais”. Precisa desenhar? 

Ainda no posto de presidente do DEM, às vésperas de viajar a Brasília para fundação da nova legenda, União Brasil ( a maior da Câma), Neto – sem citar Roma e sua entrevista na TB – fez declarações, publicadas na imprensa local e nacional, que apontam para um grande embate na Bahia, ano que vem, não só contra o PT, adversário tradicional e previsível, mas também contra Roma, “o presente de grego” de Bolsonaro.

Melhor avaliado, nas pesquisas para governador, até aqui, ACM Neto garante: o União Brasil terá projeto político independente e não ficará sob as asas do bolsonarismo. “Nosso caminho é ter candidato próprio à presidência:  Esse partido não nasce debaixo das asas do governo e não há nenhum interesse de estar fazendo jogo com perspectiva de negociar o que quer que seja com o governo”, disse Neto, dia 5, em live promovida pelo UOL. O ex-prefeito de Salvador diz que o novo partido tem tempo para amadurecer um nome para presidente, sinaliza que será um candidato da terceira via e que a ele agrada o nome de Ciro Gomes. O resto a conferir.
 
Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bafia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br­

Tonificante Tony Bennett, com Lady Gaga. em I’ve Got You Under My Skin !!!

Youtubemos !!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Quadro atual da pandemia é menos dramático, graças à vacinação que o governo tanto relutou em apoiar, mas, ainda assim, são registradas quase 500 vidas perdidas por dia no país

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Vicente Nunes

 

(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

O Brasil chega nesta sexta-feira à trágica marca de 600 mil mortes pela covid-19. Esse número foi alcançado, segundo o consórcio de imprensa, pouco mais de três meses e meio depois de cravar meio milhão de vidas perdidas. No período mais crítico da pandemia, o país chegou a registrar mais de 4 mil óbitos por dia.

É verdade que o quadro atual é menos dramático, graças à vacinação que o governo tanto relutou em apoiar. Mas, ainda assim, são registradas quase 500 vidas perdidas por dia. Em número total de mortes durante a pandemia do novo coronavírus, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos.

O país, como tem mostrado a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, errou demais na condução da pandemia. Atrasou o processo de vacinação por questões políticas, prevalecendo o negacionismo em relação à doença, e o governo optou por disseminar um tratamento precoce ineficaz, com cloroquina e ivermectina, que, segundo a ciência, não são indicados para a covid-19.

Dados mais recentes da Fundação Oswaldo Cruz apontam que há uma queda contínua nos números de infectados e de mortes pelo novo coronavírus. Outro dado positivo é a estagnação na taxa de ocupação de leitos de UTI de covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Subnotificação

Muitos especialistas dizem que, mesmo 600 mil mortes sendo um número assustador, é possível que o total de óbitos seja ainda maior. Um dos criadores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o médico Gonzalo Vecina, acredita que, incluindo a subnotificação, é possível que mais de 1 milhão de pessoas tenham morrido de covid no Brasil.

Vacinação

Médicos e epidemiologistas atribuem a redução dos casos e de mortes pela covid-19 no Brasil ao aumento da vacinação. Informações do Ministério da Saúde apontam que quase 45% da população brasileira está com o ciclo de imunização completo, ou seja, com as duas doses. O ideal, no entanto, é que a vacinação atinja pelo menos 70% dos brasileiros.

Para especialistas, o fato, no entanto, de a vacinação estar avançando não significa que está na hora de abrir mão de medidas de proteção. O uso de máscaras ainda será necessário por muito tempo, assim como medidas de higiene, como lavar as mãos com constância e usar álcool em gel. No entender dos médicos, apesar de alguns estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, já estarem estudando o fim do uso de máscaras em locais abertos, ainda é cedo para isso. Isso, inclusive, é o que diz o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass

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Posted on 09-10-2021
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Amarildo, NA

 

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Nani morreu de covid-19, em Belo Horizonte. Ele era do grupo de risco e já havia passado por três transplantes de fígado

CB
Correio Braziliense
postado em 08/10/2021 12:11 / atualizado em 08/10/2021 12:12
 

 (crédito: Reprodução)

(crédito: Reprodução)

Criador de tirinhas e personagens que viraram clássicos do humor brasileiro, o cartunista Nani morreu, nesta sexta-feira (9/10), em Belo Horizonte (MG) aos 70 anos, de covid-19. Nani era do grupo de risco e passou por três transplantes de fígado ao longo da vida.

O cartunista publicou as primeiras charges no início da década de 1970, na capital mineira, onde morava. Em 1973, ele se mudou para o Rio de Janeiro e, durante as cinco décadas de carreira, foi chargista de veículos como O Pasquim, O Tempo, O Globo, Sports, O Dia e Última Hora.

Nascido Ernani Diniz Lucas, o artista criou tirinhas como a Vereda tropical e foi roteirista de Chico Anysio na Escolinha do Professor Raimundo e no programa Chico Total, além de escrever para Casseta &Planeta, Sai de Baixo e Zorra.

Ainda não há informações sobre o velório e o enterro de Nani, que deixa dois filhos, uma neta e a mulher, Inez.

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