DO CORREIO BRAZILIENSE

Entre os dias 14 a 24 de outubro o Festival de Cinema de Roma vai homenagear as mulheres, com 22 diretoras convidadas""

AF
Agence France-Presse
postado em 06/10/2021 14:54
 

Natalia Cabral cineasta dominicana - (crédito: Reprodução / Instagram)

Natalia Cabral cineasta dominicana – (crédito: Reprodução / Instagram)

A 16ª edição do Festival de Cinema de Roma, de 14 a 24 de outubro, vai homenagear as mulheres, com 22 diretoras convidadas na seção oficial, entre elas a dominicana Natalia Cabral e a espanhola Clara Roquet, anunciaram os organizadores nesta quarta-feira (6).

“Será o ano do renascimento do cinema. Também convidamos 22 mulheres”, disse o diretor artístico, Antonio Monda, que organizou o evento no Auditório de Roma e em vários novos cinemas e espaços da capital italiana devido ao coronavírus.

Os célebres cineastas Quentin Tarantino e Tim Burton receberão o prêmio pelo conjunto da obra, enquanto o novo filme da Marvel, “Eternals”, dirigido pela recente vencedora do Oscar, Chloe Zhao, e estrelado por Angeline Jolie, fechará o festival em 24 de outubro com uma exibição especial.

Entre os convidados para os encontros com o público estão a atriz Fanny Ardant e o diretor mexicano Alfonso Cuarón, além dos italianos Marco Bellocchio e Luca Guadagnino.

“Queremos uma festa, internacional e muito pop”, prometeu Laura Delli Colli, presidente do festival, que confirmou a seção “Filmes das nossas vidas”, que embora não sejam obras-primas, voltamos a ver com prazer.

“I`am A Full To Look You”, Frank Sinatra: Extraordinária e envolvente interpretação de Mr. Frank de um clássico da canção romântica norte-americana. Lembre e se emocione.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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07
Posted on 07-10-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-10-2021
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Minutos antes de o plenário do Supremo analisar o caso, a Advocacia-Geral da União defendeu que Jair Bolsonaro seja interrogado presencialmente
Para defesa de Moro, AGU buscou esvaziar recurso do ex-juiz

Em nota divulgada há pouco, a defesa do ex-ministro da Justiça Sergio Moro criticou a mudança de postura da AGU, de última hora, sobre a forma de interrogatório de Jair Bolsonaro no inquérito que investiga sua possível interferência na Polícia Federal.

Minutos antes de o STF definir se o presidente poderia ou não prestar depoimento por escrito, a AGU concordou com o interrogatório presencial, defendido pelos advogados de Moro.

 

Segundo a defesa do ex-ministro, o objetivo foi esvaziar o teor do agravo regimental apresentado.

“A defesa de Sérgio Moro, ex-ministro da justiça, destaca que a postura adotada pela Advocacia Geral da União (AGU) de protocolar uma petição no dia de hoje, minutos antes do início da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), concordando com o interrogatório presencial do investigado, Jair Bolsonaro, no Inquérito 4831, tentou esvaziar o teor do agravo regimental interposto na corte. Os advogados de defesa de Sergio Moro reforçam que esse posicionamento da AGU somente confirma a procedência da tese defendida, desde o início da discussão do caso. A partir de agora, aguardamos a designação da data para a realização do ato procedimental de oitiva do investigado.”

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Amarildo, na

 

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DO JORNAL DO BRASIL

‘É o momento da vergonha’, diz Papa sobre pedofilia na França

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Foto: Ettore Ferrari/Ansa
Credit…Foto: Ettore Ferrari/Ansa

Por JORNAL DO BRASIL

O papa Francisco expressou “vergonha” e “tristeza” nesta quarta-feira (6) pela revelação de que mais de 300 mil menores de idade foram vítimas de violência sexual por parte de religiosos e leigos na Igreja Católica da França.

Em sua audiência semanal com fiéis no Vaticano, o pontífice afirmou que, “infelizmente”, os números do relatório francês são “consideráveis”.

“Desejo expressar às vítimas minha tristeza e minha dor pelo trauma que elas sofreram e também minha vergonha, nossa vergonha, pela longa incapacidade da Igreja de colocar isso no centro de suas preocupações”, disse o Papa.

O relatório foi preparado por uma comissão independente nomeada pela Conferência Episcopal da França e presidida pelo magistrado Jean-Marc Sauvé.

Ao fim de dois anos e meio de investigação, o documento concluiu que pelo menos 216 mil crianças e adolescentes foram vítimas de pedofilia por parte de padres e outros clérigos da Igreja francesa desde 1950.

No entanto, esse número chega a 330 mil quando também se leva em conta agressores leigos que trabalhavam para as instituições católicas, como sacristãos e professores. De acordo com o relatório, o número de padres pedófilos no país entre 1950 e 2020 é estimado entre 2,9 mil e 3,2 mil.

“Esse é o momento da vergonha”, acrescentou Francisco, pedindo para os bispos e outros religiosos “continuarem realizando todos os esforços para que dramas similares não se repitam”.

De acordo com Sauvé, a Igreja não apenas ignorou as denúncias de abusos na França, mas também manifestou uma “indiferença profunda e cruel em relação às vítimas”. O magistrado ainda cobrou indenizações para as pessoas que sofreram violência sexual por parte de membros do clero.

Os recorrentes escândalos de pedofilia em diversos países, como Áustria, Chile, Estados Unidos e Irlanda, mancharam a imagem da Igreja Católica no mundo e aumentaram a pressão para o Papa tomar medidas efetivas para coibir esse tipo de crime.

Uma das ações mais importantes anunciadas por Francisco é uma norma que obriga membros do clero a denunciar suspeitas de violência sexual às autoridades eclesiásticas. Além disso, Jorge Bergoglio aboliu o segredo pontifício sobre casos de pedofilia.

 No entanto, vítimas alegam que isso ainda é pouco, já que punições a padres pedófilos, tanto em âmbito eclesiástico quanto na esfera criminal, continuam raras.(com agência Ansa)

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