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O pleito mais recente foi feito pela defesa de Aldemir Bendine, condenado no ano passado por corrupção passiva
“Precedente Lula” provoca fila de pedidos por anulação de provas
Foto: Adriano Machado/Crusoé

A decisão do ministro Ricardo Lewandowski de declarar “imprestabilidade” de todas as provas entregues pela Odebrecht relacionadas a processos de Lula (foto) desencadeou uma fila de pedidos semelhantes de anulação apresentados ao STF por outros réus e condenados na Lava Jato, diz a Crusoé.

O pleito mais recente foi feito no início de outubro pela defesa de Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras.

Condenado no ano passado por corrupção passiva, Bendine reproduziu argumentos usados pelos advogados de Lula e acolhidos por Lewandowski.

“I`Il Never Settle for Less”, Nat King Cole: voz, coração e talento imensuráveis de um cantor na interpretação de maravilhosa canção em rara gravado do começo de carreira que Cole conduziu com extremo carisma e dignidade até o fim.

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares)

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CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

(crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

O ex-chefe de importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda, teve que recorrer ao programa de proteção à testemunha da Polícia Federal após sofrer ameaças de morte. O ex-servidor do Ministério da Saúde denunciou na CPI da Covid um suposto esquema de propina na compra da vacina Covaxin.

De acordo com o irmão dele, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), ele e a família saíram do país nesta quinta-feira (28/10).

“O Brasil não é como nos quadrinhos, onde o bem sempre vence! Meu irmão continuou sendo atacado pelo governo, foi exonerado, por conta das ameaças teve que entrar para o programa de proteção à testemunha e sair do país! @jairbolsonaro cria vergonha na cara, você sabe a verdade!”, escreveu no Twitter.

Ricardo Miranda depôs na CPI em junho. Na ocasião, ele disse que sofreu pressão para que aprovasse a vacina Covaxin contra a covid-19.

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 J. Bosco, NO JORNAL

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

A postura do presidente destoa das reiteradas críticas que costuma fazer à Argentina e à gestão de Fernández

AE
Agência Estado
 

 (crédito: Alejandro Pagni/AFP)

(crédito: Alejandro Pagni/AFP)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, decidiu por uma trégua nas críticas ao presidente da Argentina, Alberto Fernández, e teve neste sábado, 30. um encontro rápido e amigável com o líder do país vizinho durante a cúpula do G20, que acontece neste fim de semana em Roma, na Itália. Vídeo divulgado por Bolsonaro nas redes sociais mostra um aperto de mãos acompanhado de risos das duas partes. Não é possível saber, no entanto, por este vídeo, o que os dois conversaram.

A postura do presidente destoa das reiteradas críticas que costuma fazer à Argentina e à gestão de Fernández. Frequentemente, sobretudo nas transmissões ao vivo nas redes sociais e a apoiadores em frente ao Palácio do Planalto, Bolsonaro afirma que o país vizinho caminha para se tornar uma Venezuela, como consequência de medidas tomadas pela Casa Rosada para conter o novo coronavírus.

Além de Fernández, o presidente brasileiro teve rápidos encontros com os primeiros-ministros Mario Draghi (Itália), Boris Johnson (Reino Unido) e Narendra Modi (Índia).

Além disso, conversou com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, a quem disse que a Petrobras é um problema.

Entre as reuniões formais, Bolsonaro esteve no final da manhã (pelo horário de Brasília) com o secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Mathias Cormann.

Mais tarde, participa de jantar oferecido pelo presidente da Itália, Sergio Matarella.

 

Sérgio Moro vai assinar filiação com o Podemos em novembro - meionorte.comMoro de volta: filiação ao Podemos, lançamento de livro e pré-campanha para enfrentar Bolsonaro e Lula.
 ARTIGO DA SEMANA

Moro vem aí: no Podemos contra Bolsonaro e Lula

 Vitor Hugo Soares

Sim, é possível. Pesquisas mostram e o ex-juiz Sérgio Moro, – condutor da Lava Jato a mais ampla e eficiente investigação, julgamento e punição de corruptos e corruptores na história do País – se convenceu de que deve ser ele o candidato, de centro (ou Terceira Via), para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro, à direita, (já em promove comícios e aglomerações fora da lei, a título de entrega de obras ou assinatura de ordens de serviço) e o ex, Lula (PT), à esquerda, que faz articulações de bastidores aqui e ali,  mas ainda sem força e coragem para assumir as ruas, como em tempos idos.

No vácuo, o ex-ministro, já sem as amarras do contrato de trabalho com empresa nos EUA, onde mora atualmente, trata de pegar a carruagem de impetuosos cavalos arreados que passa à sua porta, para trazê-lo de volta com um pré-projeto de governo, um foco e um sonho: ser eleito presidente da República em 2022. Parte do dever de casa a que se atribuiu – em recente vinda ao Brasil para consultas familiares e políticas (além de ouvir amigos, empresários e prováveis aliados de confiança) antes da construção de um plano de pré-campanha – também já foi cumprido. Moro digitou o ponto final no livro que estava escrevendo desde que deixou o governo e anuncia o lançamento para começo de dezembro, com eventos políticos e de autógrafos já agendados para quatro capitais, tambores de ressonância em suas respectivas regiões: São Paulo (Sudeste), Curitiba (Sul), Brasília (Planalto Central) e Recife (Norte e Nordeste).

Com expressivo e referencial título “Contra o sistema de Corrupção”, o livro pretende ser uma espécie de registro histórico de um tempo no Brasil e na América Latina, documento de fatos de bastidores e de princípios da vida do paranaense de Maringá em sua caminhada política e eleitoral. Não terá foco em passado romantizado, mas no presente, factual e intensamente vivido pelo ex-juiz federal, e do qual ele se tornou um símbolo (admirado por muitos e odiado de outros tantos). Assim, além da sua pré-agendada filiação ao Podemos, dia 10 de novembro, em ato político no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o ex-juiz terá outros compromissos relevantes. O principal deles é espalhar e discutir pontos que considera essenciais, de seu livro. Diga-se ainda, por relevante, que embora o relato de sua presença e atuação no governo do capitão faça parte da obra, Moro aponta para a frente e pensa também planos para a Nação.

Em recente artigo, na coluna que mantém na revista digital Crusoé, ele  finca algumas vigas mestras de sua plataforma política e econômica: “Controlar a inflação, como se fez com o Plano Real, assim como prevenir e combater a corrupção, como se fez durante a Lava Jato, são conquistas civilizatórias. Essas ações não pertencem a governos ou a autoridades públicas específicas, pois só foram possíveis com amplo apoio da sociedade civil organizada e da população. Já os responsáveis pelo descontrole da inflação e pelo desmantelamento dos controles sobre a corrupção são mais facilmente identificáveis, já que a responsabilidade não é aqui coletiva, mas sim localizada em políticas públicas equivocadas e cujos autores são nomináveis”. Ponto.
Tudo indica que, com Sérgio Moro de volta ao Brasil, a ilusão binária Bolsonaro x Lula vai acabar ou diluir-se. E logo saberemos, como dizia Brizola, “quem de fato tem farinha para vender na feira”.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail:vitors.h@uol.com.br

“Malandro do Brasil”, Baby do Brasil: um samba digno de antologia, aqui em soberana interpretação da rainha dos Novos Baianos. Para ouvir, cantar junto e dançar no sábado de quase fim de outubro. Vivá!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

O jornalista e escritor Ruy Castro ganhou o Prêmio Machado de Assis 2021 pelo conjunto da obra, ele foi escolhido pelos imortais da Academia Brasileira de Letras

AE
Agência Estado
 

 (crédito: Companhia das Letras/Divulgacao)

(crédito: Companhia das Letras/Divulgacao)

O jornalista e escritor Ruy Castro ganhou o Prêmio Machado de Assis 2021 pelo conjunto da obra. Ele foi escolhido pelos imortais da Academia Brasileira de Letras nesta quinta-feira, 28, e vai ganhar R$ 300 mil.

Biógrafo premiado e profundo conhecedor da história da música brasileira, Ruy Castro é autor de livros como Chega de Saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova, O Anjo Pornográfico: A Vida de Nelson Rodrigues, A Onda que se Ergueu no Mar, Estrela Solitária – Um Brasileiro Chamado Garrincha, Carmen – Uma Biografia, A Noite do Meu Bem – A História e as Histórias do Samba-Canção, e Metrópole à Beira-Mar – O Rio Moderno dos Anos 2, entre outras obras.

“Ruy Castro é um escritor de alta qualidade literária, biógrafo consolidado que permitiu o redesenho de grandes figuras de nossa história e de nossa literatura. Um escritor de múltiplas facetas, forte sensibilidade, marcado por um sentimento lírico que não abandona jamais a dimensão crítica”, disse o presidente da ABL Marco Lucchesi em comunicado.

Ruy Castro nasceu em Caratinga (MG), em 1948. Começou como repórter em 1967, no Correio da Manhã, do Rio, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana – ele é, hoje, colunista da Folha de S.Paulo.

Criado pela ABL em 1941, o Prêmio Machado de Assis é entregue a autores que se destacam pelo conjunto de sua obra. Suspenso desde 2017 por questões econômicas, ele foi retomado este ano com o patrocínio da Light. Entre os vencedores mais recentes do maior prêmio da Academia Brasileira de Letras estão o escritor e cronista do Estadão Ignácio de Loyola Brandão (2016), o historiador João José Reis (2017) e o escritor Rubem Fonseca (2015).

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Posted on 30-10-2021
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Amarildo. NO JORNAL

 

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       DO SITE O ANTAGONISTA
O tapa na cara de Moro nos advogados de Lula
 

Advogados de Lula disseram à porta voz informal de Lula que a candidatura presidencial de Sergio Moro é “um escárnio e um tapa na cara”.

A tese de um deles é a seguinte:

 “Como juiz, ele interferiu no resultado das eleições de 2018 e trabalhou como ministro para o candidato que ajudou a ganhar. Teve seu trabalho como magistrado desmoralizado. Mas jamais foi punido. E agora será candidato?”

Isso mesmo. Moro será candidato para dar um tapa na cara de todos aqueles que escaparam da cadeia com a ajuda do STF. E de seus advogados também.

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