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Posted on 15-09-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-09-2021
 DO SITE O ANTAGONISTA

 

Para evitar resistência do governo e obter o apoio da bancada da bala, Cacá Leão não inclui policiais no texto, que adota entendimento usado contra fichas sujas
Urgente: líder do PP reapresenta quarentena eleitoral de juízes e procuradores
Reprodução/Redes Sociais

 

Cacá Leão, líder do PP, não desistiu da quarentena eleitoral para juízes e procuradores. Neste momento, ele está recolhendo assinaturas para apresentar na votação do Código Eleitoral uma emenda aglutinativa que restabelece a proposta derrubada na semana passada.

A votação dos destaques deve começar daqui a pouco.

 O texto do deputado, obtido em primeira mão por O Antagonista, avança em relação ao de Margarete Coelho, estabelecendo a inelegibilidade de magistrados e membros do Ministério Público “que não tenham se afastado definitivamente de seus cargos e funções até 5 anos anteriores ao pleito”.

Cacá faz questão de ressaltar que “as condições de elegibilidade e causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento de formalização do registro de candidatura”, seguindo o mesmo entendimento adotado pelo TSE para impedir candidaturas de fichas-sujas.

Para evitar resistência do governo e obter o apoio da bancada da bala, Cacá não incluiu policiais no texto.

Perdoa”, Roberto Carlos: Maravilha de canção romântica e a extraordinária força interpretativa do Rei Roberto, para delícia e deleite de leitores e ouvintes do Bahia em Pauta.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Deputado protocolou a CPI da facada, para investigar as ações do presidente Jair Bolsonaro em 2018

 
AM
Ana Mendonça – Estado de Minas
 

 (crédito: Alan Santos/PR)

(crédito: Alan Santos/PR)

A primeira-dama Michelle Bolsonaro respondeu o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), nesta terça-feira (14/9), que protocolou um pedido de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a facada dada no presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2018. De acordo com Michelle, Frota é “oportunista”.

O comentário foi feito em uma publicação do irmão do ator Bruno Gagliasso, Thiago Gagliasso, sobre a CPI de Frota. “Bem, sendo assim, o Jair poderia propor a ‘CPI do Oportunismo’. Lembro-me perfeitamente dele na porta da minha casa”, escreveu.

Post de Thiago
Post de Thiago (foto: Redes Sociais/Reprodução)

rota, por sua vez, respondeu a primeira-dama. “De oportunismo a primeira-dama dá aula desde os tempos de secretária do PSC até à chegada ao Palácio”, respondeu.

Ontem, Frota afirmou que protocolou um pedido de abertura de uma CPI para investigar a facada que o presidente Jair Bolsonaro tomou, em 2018, em Juiz de Fora. “Estou agora na primeira hora protocolando um pedido de abertura da CPI da Facada. Estou convencido de que foi uma armação. Aproveitaram a doença que esse sujeito tinha na época e criaram essa narrativa do atentado. Ele foi de 8 segundos de TV para 24 horas de TV”, escreveu.

 

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Amarildo, NO JORNAL

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

André Mendonça

A preços de hoje, o ex-advogado geral da União e ex-ministro da Justiça André Mendonça pode começar a se preparar para um derrota no Senado. E nem é pelo fato de ser um nome “terrivelmente evangélico”. É que, se tem algo hoje que une muitos senadores é a ojeriza à Lava Jato. Uma parte não gosta de quem defende a operação comandada por Sérgio Moro porque expôs correligionários. Outro segmento não gosta porque considera que os atores que comandaram a investigação criminalizaram a política como um todo. E o apoio de Mendonça à operação __ e o receio de um defensor desse ecossistema lavajatista no Supremo Tribunal Federal __  já lhe tirou muitos votos nesse período em que os senadores começam a frequentar mais as rodas de conversa e a trocar ideias sobre o futuro.

Diante dessas dificuldades, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tem segurado a análise do nome de André Mendonça, numa manobra para ver se consegue levar o presidente Jair Bolsonaro a fazer a substituição pelo nome de Augusto Aras, que já teve o nome aprovado para mais um mandato à frente da Procuradoria Geral da República.  Em conversas reservadas, senadores têm dito que Bolsonaro já se comprometeu a, em caso da recusa do nome de André Mendonça, enviar o nome de Aras para ministro do STF, onde o procurador tem a simpatia, por exemplo, de Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

Alcolumbre, porém, só vai colocar o nome de André Mendonça para votação na CCJ depois que o presidente Jair Bolsonaro confirmar a recondução de Aras ao cargo de Procurador Geral da República, com a publicação no Diário Oficial da União. Assim, Aras terá um porto seguro à espera de que Bolsonaro o indique para o STF.

Só tem um probleminha: O segmento evangélico, do qual Bolsonaro precisa cada vez mais para garantir lastro eleitoral no ano que vem, pretende manter um nome para chamar de seu, caso André Mendonça seja mesmo recusado pelo Senado. A pressão vai ser grande, seja do grupo aliado a Aras, seja dos evangélicos para que Bolsonaro indique outro nome.

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