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Posted on 14-09-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-09-2021
Popularidade de Bolsonaro nas redes desaba após carta de recuo
Foto: Allan Santos/PR

 

 O presidente Jair Bolsonaro teve uma queda de popularidade nas redes sociais após divulgar a carta em que recuou dos ataques que fez em 7 de Setembro ao ministro do STF Alexandre de Moraes.

Segundo a consultoria Quaest, o Índice de Popularidade de Bolsonaro chegou ao seu segundo melhor patamar no ano em meio às manifestações do Dia da Independência, com 81,8 pontos.

 No dia seguinte, 8 de setembro, o índice caiu para 62,4. Em 9 de setembro, o IDP chegou a 37,1, a pior marca de Bolsonaro no ano.

Sua popularidade digital chegou a variar em torno de 37 pontos somente no início de julho, quando a CPI da Covid avançou sobre suspeitas de corrupção na compra de vacinas.

“Poeta do Morro”, Luiz Melodia: a força eterna de um artista de talento e voz poderosa e única, para levar com arte e harmonia a terça´-feira de quase primavera no Bahia em Pauta. Viva!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Grupo de baluartes da Azul e Branco de Madureira realiza evento com ingressos limitados, feijoada e transmissão gratuita em formato live

Foto: divulgação
Credit…Foto: divulgação

Por CADERNO B,

Majestade do samba carioca, a Velha Guarda da Portela voltará ao palco no próximo sábado (18), a partir das 15h, com um show especial comemorando os 120 anos de Paulo da Portela, fundador da Azul e Branco de Madureira, que faria aniversário em 18 de julho. O evento será realizado de maneira híbrida, com camarotes limitados já à venda e transmissão gratuita em formato live. Os que preferirem acompanhar in loco, poderão desfrutar da tradicional feijoada da escola, a partir das 13h.

Destinado não apenas aos portelenses, mas a todos que não dispensam um bom samba, o evento celebrará o legado de Paulo da Portela e a trajetória do grupo que segue sendo comandado por Monarco e Tia Surica, duas lendas vivas do cânone da Águia. A apresentação será transmitida simultaneamente através dos canais no YouTube da produtora audiovisual Fitamarela e no da escola, a Portela TV .

A Velha Guarda da Portela tem sua origem em 1970, quando o sambista Paulinho da Viola reuniu os baluartes mais representativos da escola para gravar o álbum “Portela Passado de Glória”. A iniciativa foi tomada para preservar os fenomenais sambas que eram tocados nos eventos da escola e que não tinham registro para além das memórias dos presentes. A Portela foi a primeira escola a ter uma velha guarda show organizada em grupo musical, abrindo precedentes para a valorização dos integrantes que fizeram história também em outras agremiações. É tempo de celebrarmos a música brasileira em vida – como bradam no hino da Velha Guarda da Portela: “Estamos aí, como vocês estão vendo / Estamos velhos, mas ainda não morremos.”

Além de ter sido um dos fundadores da Azul e Branco de Madureira, Paulo da Portela lutou para mudar a imagem estereotipada e preconceituosa que se tinha dos sambistas. Foi o primeiro presidente da escola e também uma das figuras mais importantes do samba.

O cantor, compositor e escritor Nei Lopes, em seu livro “Guimbaustrilho”, definiu Paulo da Portela como “uma das maiores personalidades do mundo do samba em todos os tempos. Foi, em sua época, como compositor e dirigente, e a seu modo, um dos grandes defensores e propagadores da cultura dos negros. Movimentando-se entre as fronteiras que separavam as classes mais favorecidas da sua e, assim, levando políticos e artistas e intelectuais burgueses até o mundo do samba e conduzindo as escolas até a proximidade do poder, foi um dos maiores alavancadores do processo de aceitação do samba pela cultura dominante”.

O evento conta com os apoios da Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, Lupa Comunicação, Fitamarela e Pitú.  As vendas de mesas e camarotes são realizadas exclusivamente através do telefone: 21 3217 1604, das 9 às 17h. Não haverá venda de ingressos no local.

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Posted on 14-09-2021
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 Amarildo, NO DIÁRIO

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Docente no Departamento de Sociologia da UnB, Lourdes Maria Bandeira era referência em pesquisas sobre feminismo, gênero e violência contra a mulher.

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Ana Rayssa/Esp. CB)

(crédito: Ana Rayssa/Esp. CB)

A professora da Universidade de Brasília (UnB) Lourdes Maria Bandeira morreu neste domingo (12/9). A causa da morte ainda não foi divulgada. A docente, formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), fazia parte do Departamento de Sociologia da UnB desde 2005 e era referência como pesquisadora nos temas de feminismo, gênero e violência contra a mulher.

Em uma publicação nas redes sociais, a antropóloga e pesquisadora Débora Diniz, ex-aluna de Lourdes, prestou homenagem para a professora agradecendo os ensinamentos e momentos vividos. “Sinto uma tristeza de quem se sente um pouco só com sua morte. Não me despedi. Guardo cada lembrança de nosso último almoço juntas”, recorda em post publicado no Instagram.

Outra ex-aluna também usou as redes para falar sobre os legados deixados pela professora. “Nos estudos, tivemos diálogos acadêmicos críticos e construtivos sobre feminismo e gênero. Algo raro quando se pensa a relação professora-aluna, orientadora-orientanda na pesquisa e produção de conhecimento”, destaca. “Sou eternamente grata por todos os nossos encontros, pelos risos, pelas dicas, pelos conselhos, pelas críticas, pelo respeito e pela maturidade com que sempre nos permitimos viver momentos áureos”, conclui a homenagem da ex-orientanda.

Trajetória

Segundo currículo Lattes de Lourdes, ela possuia graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1973, mestrado em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB) em 1978 e doutorado em Antropologia pela Université René Descartes – de Paris V em 1984. Realizou também Pós-Doutorado na área de Sociologia do Conflito com o Prof. Michel Wieviorka, na École des Hautes Études en Sciences Sociales-EHESS (2001-2002). Desde 2005 era Professora Titular no Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília, tendo experiência acadêmica e docente, além de publicações e orientações, na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia Urbana e da Cultura – Gênero, Feminismo, Violência de Gênero, e Políticas Públicas. Atuava principalmente nos seguintes temas: Conflito e violência nas relações de gênero, cidadania, mulheres, feminismo e políticas públicas.

Lourdes era também coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Mulher (NEPEM) e membro do Conselho de Direitos Humanos da Universidade de Brasília (CDHUnB). Atualmente estava como membro do comitê editorial da Editora da Universidade de Brasília e desenvolvia projetos de pesquisa: “Feminicídio no Brasil” e “Relações de cuidado e cuidadoras nas redes inter-institucionais de apoio às mulheres vítimas de violência”. Atuou por uma década como Editora-chefe da Revista Sociedade e Estado.

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