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Posted on 06-09-2021
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DO CORREIO BRAZILIENSE

Em meio a um forte esquema de segurança para evitar confrontos, apoiadores de Bolsonaro pretendem reinvindicar bandeiras como liberdade de expressão e respeito à Constituição. Os críticos ao governo vão às ruas para evitar a “apropriação” do Dia da Independência

 

AF
Augusto Fernades
RF
Raphael Felice
 

As manifestações bolsonaristas, especialmente, são as que mais geram motivo de inquietação, visto que a Esplanada dos Ministérios foi reservada para os apoiadores do presidente - (crédito: Alain Barki/Divulgação)

As manifestações bolsonaristas, especialmente, são as que mais geram motivo de inquietação, visto que a Esplanada dos Ministérios foi reservada para os apoiadores do presidente – (crédito: Alain Barki/Divulgação)

N o contexto de instabilidade política e crise institucional, o feriado de 7 de Setembro deixará de lado as comemorações pela Independência do Brasil para dar lugar a manifestações populares lideradas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e por opositores ao chefe do Executivo. Capitais de todo o país devem registrar atos na próxima terça-feira, e, em Brasília, apenas 3 quilômetros separarão os protestos a favor e contra o governo federal.

No Legislativo, no Judiciário e até mesmo entre setores do Executivo, a preocupação com ações mais radicais é grande e houve até um pedido para segurança a nível de posse presidencial para impedir que manifestantes mais inflamados tentem invadir o Congresso Nacional ou o Supremo Tribunal Federal (STF).

As manifestações bolsonaristas, especialmente, são as que mais geram motivo de inquietação, visto que a Esplanada dos Ministérios foi reservada para os apoiadores do presidente. Nos últimos meses, os organizadores do ato em Brasília falaram em depredar o prédio do STF e expulsar os ministros da Corte, o que levou à prisão o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, e motivou uma investigação contra o cantor Sérgio Reis.

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(foto: -)

O fato de Bolsonaro insuflar os apoiadores a não recuar nas críticas ao STF é outro motivo de apreensão. Segundo o presidente, as manifestações serão um “ultimato” ao Supremo. “Não podemos admitir uma ou duas pessoas querendo dar um outro rumo ao país. Essas uma ou duas pessoas têm que entender o seu lugar”, disse, na última sexta-feira.

Lideram o movimento a favor do presidente setores mais conservadores, em especial evangélicos, católicos e representantes do agronegócio. No entanto, o apoio tem sido mais pessoal, sem a anuência de entidades. A avaliação é de que algumas instituições não querem dar respaldo a um protesto que tem sido pautado por protestos contra Poderes, mesmo com alguns organizadores tendo baixado o tom e passado a dizer que as manifestações serão pela “liberdade de expressão”.

“Evangélicos e católicos são sensíveis a esse chamamento. Não será uma manifestação de cunho religioso, mas sim político, que terá a participação de cidadãos conservadores que vão se manifestar em prol da agenda e vão expor seu compromisso com as liberdades e a Constituição. Mas não percebo uma mobilização institucional”, comenta o deputado Roberto de Lucena (Podemos-SP), membro das frentes parlamentares Evangélica e da Família.

Policiais militares também se movimentavam para estar no protesto, mas o Comando-Geral da Polícia Militar do DF Federal recebeu uma orientação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para que nenhum PM participe dos atos bolsonaristas na capital. Segundo o promotor Flávio Milhomem, a orientação é para que “a participação de militares da ativa seja explicitamente proibida e que a violação desta determinação seja apurada em procedimento próprio”. “O Ministério Público estará presente no dia da manifestação realizando o controle externo da atividade policial, que é sua missão institucional”, garante. A PMDF anunciou que cumprirá as recomendações do Ministério Público.

Afastamento

O tom intimidatório das manifestações, no entanto, afastou algumas categorias que participariam do ato bolsonarista. Caminhoneiros passaram a não aderir depois que Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, incentivou a classe a parar o Brasil e fechar rodovias — ele teve a prisão decretada na última sexta-feira por ameaças ao STF. Presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, o Chorão, critica que líderes do agronegócio tentem usar caminhoneiros como “massa de manobra” e garante que não há uma mobilização para apoiar manifestações favoráveis ao presidente.

“Eu luto pelo nosso segmento. A gente não se envolve em pauta política. A categoria está sofrendo muito. O combustível e o gás de cozinha estão muito caros. Mesmo assim, tentamos orientar a categoria a não se posicionar politicamente. Nem contra ou a favor ao presidente ou contra ou a favor ao STF. O que eu vejo nessa manifestação do 7 de setembro é um movimento político, e, inclusive, quem está apoiando isso é quem está contra os caminhoneiros. Todo cidadão tem direito de se manifestar, mas não concordo de pegar um movimento e usar de bandeira”, critica.

Segundo Chorão, não há por que apoiar um ato pró-Bolsonaro no momento e os caminhoneiros deveriam lutar por melhorias para a classe, como a diminuição no preço dos combustíveis. “O que a gente ganhou na greve dos caminhoneiros, nós ganhamos, mas não levamos. Hoje, a gente vê no presidente uma narrativa de transferência de responsabilidade. Quando você fala para o governo que o combustível está alto, ele põe a culpa nos governadores. Ele precisa falar com os governadores, reunir para tentar achar uma solução.”

A Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) diz que também não apoia os atos. A Confederação Nacional de Transportadores Autônomos (CNTA) diz que faz coro às manifestações, mas destaca que “a eventual participação de um caminhoneiro representará a vontade pessoal deste cidadão de manifestar sua liberdade de expressão”.

Segurança

A preocupação com eventuais episódios de depredação ou de conflito dos bolsonaristas com os manifestantes de oposição fez com que a Polícia Militar do DF anunciasse que o efetivo total da corporação estará de serviço durante o feriado. “A conduta de atuação será pautada, como sempre, nos parâmetros da legalidade e da legitimidade, corroborando conjuntamente com os Órgãos e Entes de Estado para o desempenho das ações necessárias ao exercício da cidadania e do Estado Democrático de Direito, tudo focado no objetivo de bem servir a comunidade”, frisou a PM.

Dia para lembrar os excluídos

 (crédito: Renato Araujo/Agencia Brasilia)

crédito: Renato Araujo/Agencia Brasilia

O protesto em Brasília organizado por opositores de Jair Bolsonaro acontecerá nos arredores da Torre de TV. Além do tradicional Grito dos Excluídos, a manifestação contra o presidente terá atos programados por partidos políticos, grupos estudantis e centrais sindicais.

Os organizadores do ato querem evitar confronto e dizem que o movimento da oposição é importante para não deixar que Bolsonaro “se aproprie” do 7 de Setembro. “Sete de Setembro é o dia da Independência. Dia da luta do povo brasileiro. É o dia da luta por direitos, da luta por democracia. Não podemos admitir que Bolsonaro torne essa data um dia de golpismo, de ataque à democracia, de ataque ao nosso povo”, destaca o ativista Guilherme Boulos, filiado ao PSol.

Apesar da proximidade entre as duas manifestações, os líderes do movimento contra Bolsonaro pedem que os manifestantes não deixem de sair às ruas. “Nós devemos participar, sim. Nosso lugar é do lado do povo, na rua. Não é com medo do que eles falam e do que eles fazem. Nós não queremos violência, nem ódio e nem enfrentamento, mas nós não podemos nos retirar da luta com a cara feia, ou com a escalada do discurso golpista que o Bolsonaro tem”, frisa a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do partido.

“Há 21 anos, esse país faz o Grito dos Excluídos, portanto é ao lado daqueles que vão gritar pelos excluídos que nós temos que estar marchando neste 7 de Setembro, em nome do povo brasileiro e da liberdade do Brasil. É dever da oposição, dos democratas, estarem na rua ao lado do povo neste momento de dificuldade e deixar claro pelo que lutamos”, completa a parlamentar.

Presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre acrescenta que “se queremos mudar os rumos desse país, voltar a crescer com democracia, com justiça social, a nossa principal tarefa é tirar o Bolsonaro”. “Os seus crimes estão claros, a CPI da Covid tem mostrado. O que falta é uma enorme pressão das ruas. Por isso que em 7 de Setembro é muito importante que as manifestações sejam muito grandes”, diz.

“Futbol y Tango”, Edmundo Rivero: hino ao futebol em perfeita interpretação do saudoso Rivero, como nos melhores tempos de suas apresentações no Viejo Almacén. Viva!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

De acordo com o boletim, o ministro não estava no local no momento, mas ficou sabendo por seguranças que ouviram as ofensas e avisaram a integrantes da escolta pessoal de Alexandre de Moraes

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: rosineiCoutinho/SCO/STF)

(crédito: rosineiCoutinho/SCO/STF)

O ministro do Supremo Tribunal  Federal (STF) Alexandre de Moraes foi ofendido em bar no Clube Pinheiros, em São Paulo, e caso foi registrado na polícia.  Os ataques teriam ocorrido na madrugada de sexta-feira (5/9). O caso foi registrado por Alexandre José de Araújo, integrante da escolta pessoal de Moraes.

De acordo com o boletim, obtido pelo Poder 360, o ministro não estava no local no momento, mas ficou sabendo por seguranças que ouviram as ofensas e avisaram a integrantes da escolta pessoal de Alexandre de Moraes.

Após ser avisado, Alexandre José de Araújo teria ido até o bar e pedido para que parassem as ofensas. Porém,mais tarde o homem teria continuado a gritar ofensas como: “careca ladrão”, “advogado do PCC”, “vamos fechar o STF” e “careca filha da puta”. O segurança então acionou a Policia Militar que conduziu o homem até a delegacia.  Ele negou que estaria xingando o ministro. “O investigado declarou que estava no Clube Pinheiros assistindo jogo de futebol e que havia várias mesas insultando a pessoa da vítima, contudo, que desconhece as qualificações dessas pessoas. Que ao deixar as dependências do clube, foi abordado pelo Representante. Questionado acerca dos insultos ou ameaças, negou”,  diz a ocorrência. 

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 Genildo, NO PORTAL

 

Agência sanitária informou na manhã deste domingo que quatro jogadores argentinos mentiram sobre origem para entrar no país sem passar por quarentena e que deveriam ser deportados. Jogo foi suspenso

Agentes da Anvisa em campo com Neymar e Messi.
Agentes da Anvisa em campo com Neymar e Messi.Sebastiao Moreira / EFE
São Paulo

Fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entraram literalmente em campo neste domingo para interromper a partida disputada entre as seleções de Brasil e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo do Catar na Neo Química Arena, em São Paulo. Na manhã deste domingo, a Anvisa havia informado por meio de nota que quatro dos jogadores argentinos “descumpriram regra para entrada de viajantes em solo brasileiro”. Emiliano Martinez, Giovani Lo Celso, Cristian Romero e Emiliano Buendía estiveram no Reino Unido nos últimos 14 dias, pois jogam em times da Premier League. De acordo com as normas brasileiras, eles deveriam ter respeitado uma quarentena ao chegar ao Brasil, assim como viajantes provenientes de África do Sul, Irlanda do Norte ou Índia. Como não o fizeram, a Anvisa acionou a Polícia Federal, pois esses atletas “estão impedidos de participar de qualquer atividade e devem ser impedidos de permanecer em território brasileiro”.

Informações extraoficiais dão conta de que a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) mediou um acordo com o Governo federal brasileiro para permitir a realização da partida. A seleção argentina entrou em campo às 16h com três dos quatro jogadores identificados pela Anvisa —apenas Emiliano Buendía ficou de fora, inclusive do banco de reservas—, certa de que as autoridades brasileiras estavam conformadas com o desfecho. Claramente não estavam, e os agentes da Anvisa entraram no gramado por volta dos cinco minutos de jogo e pressionaram os argentinos até que a partida fosse interrompida. O time argentino deixou o gramado, enquanto a equipe brasileira guardava sua posição, para não correr o risco de que a organização do torneio considerasse que havia abandonado o jogo.

Cerca de uma hora depois da interrupção da partida, a Conmebol divulgou uma nota para dizer que “por decisão do árbitro da partida, o encontro organizado pela FIFA entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo está suspenso”. “O árbitro e o comitê de jogo enviarão relatório ao Comitê Disciplinar da FIFA, que determinará as etapas a serem seguidas. Esses procedimentos obedecem estritamente às regulamentações locais”, segue o informativo. “As eliminatórias da Copa do Mundo são uma competição da FIFA. Todas as decisões relativas à sua organização e desenvolvimento são da competência exclusiva daquela instituição”, finaliza a manifestação da Conmebol.

Em nota, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lamentou “profundamente os fatos ocorridos e que acabaram por provocar a suspensão da partida”. A confederação garante defender “a implementação dos mais rigorosos protocolos sanitários”, e diz cumpri-los, para, em seguida, destacar que “ficou absolutamente surpresa com o momento em que a ação da Agência Nacional da Vigilância Sanitária ocorreu, com a partida já tendo sido iniciada, visto que a Anvisa poderia ter exercido sua atividade de forma muito mais adequada nos vários momentos e dias anteriores ao jogo”. A CBF faz questão de ressaltar que não interferiu “em qualquer ponto relativo ao protocolo sanitário estabelecido pelas autoridades brasileiras para a entrada de pessoas no país” e diz aguardar a decisão da Conmebol e da Fifa sobre a partida.

Em entrevista ao canal Sportv, mais cedo, o presidente em exercício da CBF, Ednaldo Rodrigues, lamentou o ocorrido. “Todos levaram um susto. É lamentável um episódio desse tipo, em um jogo Brasil e Argentina, que desperta o interesse de todo o mundo”. Segundo ele, “em momento algum a CBF teve qualquer participação” na tentativa de viabilizar o jogo. “Há três dias, pelo que temos conhecimento, a Anvisa já estava acompanhando a [seleção da] Argentina”, comentou, acrescentando que a ação “causou estranheza, já que a Anvisa deixou para depois do início do jogo” para agir.

O presidente da Associação de Futebol Argentina (AFA), Claudio Tapia, disse que “não se pode falar de nenhuma mentira aqui, porque existe uma legislação sanitária que rege todos os torneios sul-americanos”. “As autoridades sanitárias de cada país aprovaram um protocolo que temos cumprido ao máximo”., declarou, em manifestação divulgada pelo perfil de Twitter da seleção argentina. “O que aconteceu hoje é lamentável para o futebol, é uma imagem muito ruim. Quatro pessoas entraram para interromper o jogo, para fazer uma notificação, e a Conmebol pediu aos jogadores que fossem para o vestiário.”

O treinador argentino, Lionel Scaloni, disse torcer para que se descubra o que de fato ocorreu. “Fico muito triste. Não procuro culpado. Se algo aconteceu ou não aconteceu, não era o momento de intervir”, reclamou.. “Deveria ter sido uma festa para todos, para desfrutar dos melhores jogadores do mundo. Gostaria que o povo argentino entendesse que, como treinador, tenho que defender os meus jogadores.” Segundo Scaloni, “em nenhum momento fomos avisados de que [os quatro jogadores] não podiam jogar. Queríamos jogar, os futebolistas brasileiros também”, comentou.

A Anvisa também se manifestou após a confusão, para dizer que desde a tarde de sábado “em reunião ocorrida com a participação  de representantes da CONMEBOL, CBF e da delegac?a?o argentina recomendou a quarentena dos quatro jogadores argentinos, ante a confirmação de que os jogadores prestaram informações falsas e descumpriram, inequivocamente, a Portaria Interministerial nº 655, de 2021, a qual estabelece que viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia, estão impedidos de ingressar no Brasil”. A agência diz que tomou conhecimento da situação irregular dos jogadores no mesmo dia de sua chegada ao Brasil, e por isso agendou a reunião de sábado. Ainda segundo nota divulgada, as tentativas de fazer os jogadores argentinos cumprirem as normas brasileiras neste domingo “foram frustradas, desde a saída da delegação do hotel, e mesmo em tempo considerável antes do início do jogo, quando a Anvisa teve sua atuação protelada já nas instalações da arena de Itaquera”.

Política

A partida contava com apenas 1.500 pessoas no público, uma audiência composta por convidados da CBF, da Federação Paulista de Futebol (FPF) e da Conmebol. Em termos esportivos, não valia tanto quanto a final da última Copa América, vencida pela argentina em território nacional. Tanto Brasil quanto Argentina estão folgados na tabela de classificação, em primeiro e segundo lugar, respectivamente, e não devem ter problemas para se classificar para o próximo mundial. Os efeitos políticos para as autoridades sanitárias brasileiras são muito mais relevante, e é o que torna histórico o desfecho precoce dessa partida.

As reações do mundo político falam por si. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Pandemia, disse que vai enviar requerimento à CBF para solicitar uma resposta sobre “com quais autoridades o Governo Brasileiro fez ‘acordo’ para burlar as regras sanitárias da Anvisa?”. “Se estivéssemos em um momento de plena normalidade da vida nacional, com cada autoridade cumprindo suas funções com competência e agilidade, não teria ocorrido o vexame do jogo Brasil x Argentina”, criticou o ex-governador do Ceará e aspirante ao Palácio do Planalto Ciro Gomes, em seu perfil no Twitter. Já o deputado Rodrigo Maia (sem partido-RJ), ex-presidente da Câmara, comentou: “Vamos esperar que a Anvisa tenha a mesma firmeza em relação às regras sanitárias nos eventos promovidos pelo presidente, sem máscara e vacina”.

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