set
30
RF
Raphael Felice
 

 (crédito: Roque de Sá/Agência Senado)

(crédito: Roque de Sá/Agência Senado)

Após afirmar nesta quarta-feira (29/9) que os senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foram induzidos ao erro ao divulgar que no atestado de óbito de sua mãe não constava covid-19, o empresário Luciano Hang voltou atrás e confirmou que no atestado de Regina Hang não consta a doença como causa mortis. Segundo o dono das lojas Havan, a ausência da notificação foi “um erro” do plantonista da Prevent Senior.

Antes de anunciar que a operadora havia cometido um erro, Hang afirmou que confiava na empresa e apresentou um outro documento. Vale destacar que a CPI já tinha conhecimento de uma segunda versão da declaração durante a oitiva do diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Batisa Júnior, na semana passada.

“Trouxeram partes do que foi dado de medicamento e trouxeram o atestado de óbito. Disseram: ‘Mas então, não foi notificado’. Aqui está (mostrando o documento), na comissão de controle de infecção hospitalar. Vou deixar na mão de vocês, encaminhado, em que ela adentrou no hospital, no dia 1º de janeiro, e saiu no dia 3 de fevereiro. A entrada mostra covid. Covid! E a saída, covid. Ou seja, foi, sim, notificada a morte da minha mãe como covid”, disse Hang, balançando o documento na frente de todos. Posteriormente, o próprio admitiu que houve em equívoco da empresa.

Fake news

Além da falsificação do atestado de óbito, Luciano Hang é investigado pela CPI por disseminar fake news sobre eficácia de tratamentos com substâncias como cloroquina e ivermectina, sem eficácia comprovada contra a doença, e por levantar questionamentos sobre a efetividade das vacinas. Apesar de posts mostrarem ao contrário, o empresário afirmou que nunca foi contra vacina mesmo tem ter se vacinado. 

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30

“Et Mantenant”, Gilbert Becaud: extraordinária performance do notável chansonier francês  na interpretação, ao vivo, de um de seus maiores sucessos musicais de sempre.

BOM DIA!!!

( Vitor Hugo Soares)

 

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30
Na Folha, ator que retuitou ameaça de agressão a Tabata Amaral joga confete sobre si mesmo e diz esperar que deputada venha para o lado petista da força
Zé de Abreu e seu pedido de desculpas muito longe da perfeição
Reprodução/Redes Sociais

 

Depois de reproduzir no Twitter uma postagem em que um sujeito ameaçava socar Tabata Amaral se encontrasse a deputada na rua, o ator überpetista José de Abreu publicou nesta quarta-feira (29) na Folha um “pedido de desculpas” a Tabata —cheio de “mas”.

No artigo, cujo título é “Peço desculpas, Tabata; errei redondamente”, Abreu começa alegando que RT (retuíte) “não significa endosso de opinião”. “Pode até servir para alertar, para denunciar algo fora de sentido. No meu caso, queria dizer algo assim, implicitamente: ‘Deputada, a senhora fala que eu lhe bato duro, mas olha isso aí!’.” (De fato, ficou TÃO implícito que todo mundo, incluindo a deputada, leu como endosso à ameaça.)

 O überpetista também afirma que Tabata “agiu de forma inteligente ao magnificar o erro que cometi. Foi politicamente sagaz” e acrescenta que, apesar do erro, tem uma vida da qual se orgulha de “muitas coisas corretas”: “A mais importante delas foi sempre confiar na inocência do ex-presidente Lula”. Então tá.


Mais adiante, o ator joga confete sobre si mesmo especulando que muito do apoio à deputada pode ter sido mais contra ele, Abreu, do que a favor de Tabata, em razão de suas posições (do ator) “muitas vezes ousadas, corajosas e destemidas”.

Conclui falando na “aguardada mudança de rumos” da deputada, que trocou o PDT pelo PSB, e conclamando Tabata a que “venha se juntar à luta contra os grandes problemas do Brasil: miséria, fome, desigualdade, modelo privatizante canibalista do liberalismo selvagem”, blá-blá-blá. Traduzindo: vire lulista, para não ser ameaçada de agressão por outros lulistas; venha para o lado petista da força (que conviveu muito bem com o “liberalismo selvagem” por 13 anos).

Abreu se descreve, no início do artigo, como “muito longe da perfeição”. O mesmo vale para seu “pedido de desculpas” (muitas aspas necessárias) a Tabata Amaral.

set
30
Posted on 30-09-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-09-2021



 

 Amarildo, NA

 

set
30
 

DO CORREIO BRAZILIENSE

No ar há 26 anos, Globo decide cancelar Malhação, mesmo com temporada em produção

TV Globo decide cancelar Malhação, nova temporada que já estava sendo produzida também foi cancelada

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Reprodução Redes sociais)

(crédito: Reprodução Redes sociais)

A TV Globo decidiu cancelar a novela Malhação, no ar há 26 anos. Foram, ao todo, 27 temporadas. A informação é da colunista Patrícia Kogut.

A nova edição do folhetim, que já estava em produção, também foi cancelada. Ela era de autoria dos irmãos Marcos e Eduardo Carvalho, com um elenco em sua maioria negro.

Uma nova grade para as tardes da Globo deve ser divulgada depois da reprise de “Sonhos” terminar.

O encerramento foi motivo de nostalgia nas redes sociais. Confira as reações: 

 

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29
DO EL PAÍS

Futuro Executivo alemão surgido das negociações entre partidos deverá encarar decisões importantes, como a reforma fiscal e o posicionamento da UE perante a China

Olaf Scholz recebe um buquê de flores em Berlim, nesta segunda-feira. Em vídeo, o líder social-democrata diz que pretende formar uma coalizão de governo antes do Natal.
Olaf Scholz recebe um buquê de flores em Berlim, nesta segunda-feira. Em vídeo, o líder social-democrata diz que pretende formar uma coalizão de governo antes do Natal.HANNIBAL HANSCHKE / Reuters

 Guillermo Abril

Bruxelas

Qualquer eleição nacional na Alemanha, a grande locomotiva europeia, praticamente trava as grandes questões da UE. Este mês de setembro passou em câmera lenta para o bloco continental, com uma infinidade de assuntos complexos empilhados sobre a mesa – a reforma das regras fiscais, as relações com a China, a negociação do pacote migratório, o pacto verde europeu –, à espera dos resultados eleitorais e das negociações para um Governo de coalizão que se abrem a partir desta semana. Nos corredores da diplomacia, há quem preveja que só haverá um novo Executivo em Berlim dentro de dois meses, no mínimo. Mas a primeira incógnita já se resolveu: os sociais-democratas de Olaf Scholz venceram, ainda que por margem mínima, e ele já declarou sua intenção de mandar os democratas-cristãos da CDU/CSU “para a oposição”. Isso imediatamente altera os vetores das forças motrizes da União Europeia.

 A família socialista europeia, até recentemente dada como morta na UE, saiu rapidamente a colher os frutos de uma vitória que muda o tom do bloco comunitário. “Não estava morta, estava na farra”, brinca uma fonte do socialismo europeu. A tendência, na verdade, já vem de antes. A UE tem hoje seis governos com liderança social-democrata (Dinamarca, Finlândia, Malta, Portugal, Suécia e Espanha), três com sua presença como sócio minoritário no Executivo (República Tcheca e Luxemburgo, além da Alemanha até agora), e outro onde essa força é parte de uma coalizão mais ampla de partidos (Bélgica). O triunfo de Scholz dá um impulso quântico a essa família política.

Entre os fiéis escudeiros da UE que manifestaram seu apoio a Scholz se encontram colegas de partido, como Frans Timmermans, vice-presidente-executivo da Comissão Europeia encarregado de levar adiante o pacto ambiental europeu: “Parabéns por um resultado social-democrata forte”, escreveu num tuíte assim que a apuração terminou. “A justiça social, a proteção climática e a transformação verde da nossa economia e sociedade andam de mãos dadas, e o resultado das eleições salienta isso.”

Mas a UE como instituição evitou se pronunciar de forma oficial sobre o resultado eleitoral. Não houve manifestações do presidente do Conselho, Charles Michel, da presidenta da Comissão, Ursula von der Leyen, nem do chefe da diplomacia, Josep Borrell. Quem no entanto comemorou abertamente foi o socialista italiano David Sassoli, presidente do Parlamento Europeu, outro dos postos-chaves do equilíbrio institucional de Bruxelas: “Depois desta crise histórica, não há tempo a perder: a Europa precisa de um parceiro forte e confiável em Berlim para continuar nosso trabalho comum por uma recuperação social e verde”, celebrou nas redes sociais.

As mensagens deixam claro que, com Scholz à frente, a dimensão social e ecológica ganharia um renovado protagonismo. Mas há outras frentes – interconectadas, como quase tudo hoje em dia – em que sua chegada poderia mudar as coisas. “O impacto mais importante de Scholz como novo chanceler seria com relação à reforma fiscal da UE”, prevê Camino Mortera, pesquisadora do Centro para a Reforma Europeia, um think tank com sede em Bruxelas. “Ele é obviamente menos dogmático nesse sentido e talvez mais partidário de flexibilizar um pouco as normas do pacto de estabilidade e crescimento.” O comissário (ministro europeu) de Economia, Paolo Gentiloni, anunciou há algumas semanas que abriria no último trimestre do ano uma consulta pública sobre a reforma fiscal, o que no fundo significava que esperaria o resultado das eleições alemãs.

Prevê-se uma negociação tensa no debate sobre a governança, com alguns países, como a Espanha, advogando por uma “modernização” do Pacto de Estabilidade e pedindo sua aprovação antes da desativação da cláusula geral de escape, e outros – como os Países Baixos – dispostos a negociar, mas pouco ou quase nada. Os colegas de jornada no Executivo alemão terão a capacidade de modelar o futuro da UE. “Nas eleições alemãs, quase mais importante do que quem será o chanceler é quem estará na coalizão”, acrescenta a pesquisadora Mortera. Não é a mesma coisa, por exemplo, que o leme das finanças fique nas mãos de um ministro socialista, verde ou liberal. Sobretudo quando uma das propostas sobre a mesa em Bruxelas para a flexibilização das normas de gasto é uma espécie de “regra de ouro verde”, ou seja, a possibilidade de que os Estados da UE excluam da dívida os investimentos destinados à transição ecológica.

Mortera também acredita que o mero fato de o líder da CDU, Armin Laschet, não liderar o país terá consequências: nas relações com a China, por exemplo, ele defendia “posições muito mercantilistas e pragmáticas, nos antípodas do que os Estados Unidos, o Reino Unido e o Ocidente em geral estão fazendo atualmente”. A visão de Scholz, por sua vez, é mais “moderada”, o que facilitaria a busca da UE por seu lugar no mundo, entre as duas potências econômicas do planeta.

Será decisivo o papel de liderança internacional que Berlim puder estabelecer a partir de agora. Bruxelas se encontra em uma fase avançada de seu eterno e tortuoso debate sobre a autonomia estratégica do bloco; cresce a desconfiança em relação aos Estados Unidos, após a caótica retirada do Afeganistão e o desplante do acordo dos EUA e do Reino Unido para vender submarinos nucleares à Austrália, o que irritou a França e por extensão os demais sócios comunitários. A presidenta da Comissão (Poder Executivo da UE), a também alemã Ursula von der Leyen, anunciou no debate sobre o estado da UE sua intenção de avançar para a defesa comum. É um coquetel com muitos ingredientes: Scholz, se chegar a governar, terá que mexer com os laços esfarrapados da cooperação transatlântica, mas ao mesmo tempo equilibrando isso com uma resposta sólida à Rússia e a China. Outro de seus grandes desafios será encarar o complexo enfrentamento travado por Bruxelas contra a Polônia e a Hungria, os rebeldes vizinhos do Leste, que puseram o Estado de direito em xeque e há meses vêm esticando a corda nas relações com a UE. Ambos têm por enquanto seus planos de recuperação paralisados, a margem da qual Bruxelas dispõe para vencer esta queda de braço.

Para Iratxe García, líder da bancada socialista no Parlamento Europeu, ainda é cedo para saber o que pode acontecer em Berlim. Mas ela avalia positivamente a vitória eleitoral de Scholz: “O resultado é bom para a Europa, e portanto bom para a Espanha”, diz. García acredita que, com qualquer dos candidatos, estaria garantida a forte linha europeísta adotada por Angela Merkel. Mas ela agora se aposenta e deixa um enorme vazio, do qual previsivelmente o presidente francês, Emmanuel Macron, tentará tirar partido, já que ele encabeça a outra grande máquina do trem europeu. Já em janeiro, a França assume a presidência semestral da UE, e também nesse período o país irá às urnas. É provável que Macron faça notar sua liderança, aproveitando a substituição alemã, mas fontes diplomáticas também preveem uma presidência francesa da UE um tanto paralisada, justamente devido às suas eleições internas: qualquer passo em falso em Bruxelas sempre pode ter um eco amplificado nas pesquisas domésticas.

“Chegou a hora de ampliar a frente franco-alemã”, propõe Iratxe García ao ser interrogada sobre a etapa pós-Merkel. “Hoje em dia temos que falar de um eixo franco-hispano-alemão, que pode funcionar muito bem na defesa das políticas europeias que foram adotadas e que devemos continuar impulsionando e consolidando”. Para a política socialista, Scholz já demonstrou de sobra sua agenda de serviços durante sua etapa como ministro das Finanças do Governo Merkel. “Permitiu que a resposta à crise provocada pela pandemia fosse diferente da do passado”, afirma, apontado a diferença entre a austeridade que emanava de Berlim e Bruxelas depois da Grande Recessão de 2008 e a resposta expansiva e coordenada que a UE ofereceu à crise provocada pelo coronavírus.

É neste terreno, prevê ela, que o caminho traçado pela Alemanha e os possíveis pactos eleitorais serão mais relevantes: haverá uma preservação estrutural da resposta econômica da UE à covid-19? Avançará ainda mais nos instrumentos de mutualização da dívida? Serão suspensas ou flexibilizadas as regras fiscais depois de 2022? O debate, na verdade, está apenas começando.

“Cheiro de Bossa”, Leny Andrade: voz e harmonia de Leny Andrade e  Luiz Mazziotti , para relaxar na madrugada!
BOM DIA!!!
(Gilson Nogueira)

  • DO SITE O ANTAGONISTA
    Redação O Antagonista
Em sua intervenção, o senador governista tentou obter a identidade dos 12 médicos que elaboraram um dossiê contra a Prevent Senior
“Eu estou tentando lhe ajudar a passar menos vergonha”, diz Vieira a Marcos Rogério
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
 

Em novo bate-boca na CPI da Covid, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) criticou a tentativa do integrante da tropa de choque Marcos Rogério (DEM-RO) de desqualificar o depoimento da advogada Bruna Morato.

Em sua intervenção, Rogério tentou obter a identidade dos 12 médicos que elaboraram um dossiê contra a Prevent Senior. Morato não revelou o nome dos profissionais. O senador governista, por sua vez, alegou que a CPI não poderia acreditar em uma “denúncia anônima”.

 Depois disso, Vieira declarou:

“Vossa Excelência pode tentar novamente o acesso à OAB”, disse o parlamentar.

“Eu estou tentando lhe ajudar a passar menos vergonha”, prosseguiu Vieira.

set
29
Posted on 29-09-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-09-2021



 

 Fred, NO PORTAL DE HUMOR

 

set
29
TA
Tainá Andrade
 

 (crédito: Edilson Rodrigues | Agência Senado )

(crédito: Edilson Rodrigues | Agência Senado )

A advogada Bruna Morato, que está representando os médicos denunciantes da Prevent Senior na CPI da Covid, esclareceu à comissão sobre a relação da Prevent Senior com o chamado “gabinete paralelo”.

Segundo ela, um diretor clínico explicou que Pedro Batista Júnior, diretor executivo da Prevent Senior, estava preocupado com as críticas que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta fazia direcionadas à operadora de saúde. Por esse motivo, tentou se aproximar do Ministério da Saúde por meio de um parente da autoridade, mas sem sucesso. Ao tentar outra via de acesso, foi informado de que “havia um conjunto de médicos que estava assessorando diretamente o governo federal e que esse conjunto estava de acordo com os interesses do Ministério da Economia”.

“O que me explicaram foi o seguinte: existe um interesse do Ministério da Economia para que o país não pare. Se nós entrarmos nesse sistema de lockdown, nós teremos um abalo econômico muito grande”, disse a advogada.

Portanto, de acordo com ela, existia um plano para que os brasileiros pudessem sair às ruas sem medo. Por meio do toxicologista Antony Wong; da imunologista Nise Yamagushi; e do virologista Paulo Zanoto, o coronavírus seria tratado com menos contundência. A Prevent Senior seria usada para colaborar com as informações amplamente divulgadas por esses especialistas. A advogada informa que essa era uma estratégia de “alinhamento ideológico” e configura como uma “denúncia de pacto”.

“Em nenhum momento ouvi falar da pessoa do ministro da Economia. O que eu ouvia falar era de um “alinhamento ideológico”. O que eles tinham que fazer era conceder esperança para que essas pessoas saíssem às ruas. A esperança era a hidroxicloroquina.

A colaboração da Prevent Senior com o governo era na produção de informações que convergissem com essa teoria. “Ou seja, que é possível você utilizar um determinado tratamento como proteção. A população, em geral, quando escuta a palavra ‘prevenção’ se encoraja a sair e fazendo isso se expõe ao vírus. Ainda que doentes, as pessoas teriam a esperança de que não iriam falecer daquilo”, conclui.

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