jul
27
Posted on 27-07-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2021
O capitão cueca dos Bolsonaro teve um domingo bastante produtivo: mandou recado e, pelo jeito, foi apaziguado. Chega de água de salsicha
Queiroz quer papinha
Foto: Reprodução/SBT
 

O domingo foi produtivo para o enrolado Fabrício Queiroz, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro que é o capitão cueca do presidente e da sua famiglia. Ele começou o dia rachando a sua mágoa no Facebook. Como registrado por O Antagonista, publicou uma foto em que aparece ao lado de Jair, Hélio Negão, o assessor presidencial Max Guilherme Machado Moura e o assessor do filho 01, Fernando Nascimento Pessoa. A legenda foi a seguinte: “É! Faz tempo que eu não existo para esses 3 papagaios aí! (águas de salsichas) literalmente!!! Vida segue.”

Foi fazer a postagem e um amiguinho muito solícito escreveu: “Quem é de verdade, você sabe. Eu tô contigo sempre. Abraços”. Ao que Fabrício Queiroz respondeu:“Minha metralhadora está cheia de balas. Kkkkk”. Menos de duas horas depois de o recado ser dado, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro saiu-se com esta: “Coloquei uma isca no Facebook, consegui pegar vários PTralhas inflitrados entre meus amigos. Bolsonaro 2022!!”.  Tudo está bem quando termina bem.

 Quem terá apaziguado Fabrício Queiroz? Frederick Wassef, o advogado da famiglia que escondeu o sujeito, então foragido da polícia, em sua casa em Atibaia? O intermediário prometeu ajudá-lo com emprego, mufunfa em espécie ou os dois? São apenas conjecturas. O que se sabe é que Fabrício Queiroz está com saudades dos tempos das vacas obesas que lhe permitiram tratar-se até no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Desde que ele surgiu para o mundo, com o escândalo das rachadinhas, micheques e outras especialidades dessa gente muito honesta eleita com discurso anticorrupção, o sujeito só fez perder dinheiro.

Como publicou a jornalista Juliana Dal Piva, do UOL, agora os Queiroz dependem “quase exclusivamente do salário de policial aposentado. Ele recebe cerca de R$ 9,5 mil líquidos do estado do Rio”. A filha Nathália Queiroz tenta vender os seus serviços de personal trainer e outra, Evelyn, não conseguiu uma sinecura no governo do Rio de Janeiro, porque o governador Cláudio Castro brecou a nomeação. O resto vive de bicos. “Além da necessidade financeira, há tempos, Queiroz reclama de ficar nos bastidores da política e do entorno bolsonarista. Em 2019, ele falou que existiam ‘500 cargos no Congresso’ que podiam ser usados para nomeações sem envolver a família Bolsonaro diretamente”, diz Juliana Dal Piva.

Fabrício Queiroz quer papinha e, pelo jeito, já lhe prometeram que papinha não faltará. Chega de água de salsicha.

jul
27
VO
Victória Olímpio
 

 (crédito: Reprodução)

(crédito: Reprodução)

Mike Mitchell, conhecido por participar dos filmes Gladiador (2000) e Coração valente (1995), morreu aos 65 anos. Segundo informações do TMZ, o ator faleceu no último sábado (24/7) de ataque cardíaco. Ele estava em um barco na cidade turística de Fethiye, na Turquia.

“É difícil acreditar. Uma morte súbita de um ator internacional, uma pessoa honesta, um amigo leal e querido nos deixa muito triste. Sempre terei a honra de ter sido seu empresário. Desejo paciência para sua mulher Denise e seus filhos”, afirmou o representante de Mike Mitchell ao TMZ.

Segundo imprensa turca, o corpo do ator foi encontrado pelo gerente de uma marina e foi levado ao necrotério para autópsia. Antes de fazer sucesso como ator nos cinemas, Mike começou carreira como fisiculturista, vencendo o concurso Mr. Universe.

“Todos Cantam Sua Terra”, Alcione: o canto da Marrom ao Maranhão vai para Raissa Leal, a pequena grande rainha, de 13 anos, que Imperatriz mandou a Tokio, para encantar nos jogos olímpicos. Muitos vivas para ela.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

jul
27
Posted on 27-07-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2021

LHO

Do Correio Braziliense

Estudo do Ministério da Saúde indica que, em nove anos, Brasil terá mais médicas em atuação. Com esse cenário, esperança é de que essas profissionais obtenham remuneração e reconhecimento semelhantes aos dos colegas homens

VB
Vera Batista
 

 (crédito: SILVIO AVILA/AFP)

(crédito: SILVIO AVILA/AFP)

Em nove anos, as mulheres serão maioria entre os médicos e mais de 80% dessas profissionais, em 2030, terão entre 22 e 45 anos. É o que indica estudo que subsidia o Plano Nacional de Fortalecimento das Residências em Saúde do Ministério da Saúde. De acordo com o órgão, a pesquisa tem o objetivo de contribuir com o planejamento de políticas públicas de recursos humanos que atendam às reais necessidades da população e do sistema de saúde. A análise, publicada no Informe Técnico nº 4/2021, ressalta, ainda, um aumento expressivo da população de médicos.

O estudo é uma parceria entre o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), a Universidade de São Paulo (USP) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS). Segundo o levantamento, de 2010 a 2020, o número de profissionais passou de 315.902 para 487.275 e, segundo o ministério, deve chegar a 815.570 até 2030.

O avanço do público feminino vem se delineando no Brasil desde 2010, destaca a publicação, quando as mulheres já eram mais de 50% do total de profissionais nos cursos de medicina. O estudo conclui que a maior proporção de mulheres na população de médicos pode ser explicada pela evolução das pirâmides etárias ao longo do tempo.

Proporção

Em 2010, a população de homens era proporcionalmente maior na faixa entre 51 a 55 anos, enquanto a base da pirâmide era mais povoada pelas jovens médicas, sobretudo na faixa dos 26 a 30 anos de idade. Em 2020, a faixa etária de 51 a 55 anos estava com proporção semelhante de médicos e médicas, enquanto nas faixas de 26 a 30 anos e 31 a 35 anos as mulheres eram 12% mais prevalentes que os homens. A pesquisa assinala, ainda, que haverá uma mudança na relação de médicos por habitante. As projeções apontam que, no Brasil, essa relação será de 3,63 em 2030 — quase o dobro do registrado em 2010, de 1,90.

“Nas universidades, muito antes da pandemia do coronavírus, já éramos maioria nos cursos de medicina. As dificuldades são grandes. Sabemos que muitas não têm condições, não existem cotas exclusivas para mulheres, disputamos os espaços com os homens, mas seguimos mostrando nossa competência”, afirmou a infectologista Eliana Bicudo, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e professora da Universidade de Brasília (UnB) e do Centro de Tecnologia e de Educação Profissional (Ceteps).

Julival Ribeiro, também membro da SBI e ex-diretor-geral do Hospital de Base do Distrito Federal, comemorou os dados. “Espero que seja realidade. Li, certa vez, um artigo de uma revista médica dos Estados Unidos que dizia que os pais médicos não aconselhavam os filhos a seguir a carreira, porque nossa vida não é fácil. Vivemos sob muita pressão”, reconheceu. A única preocupação dele é com a formação profissional do Brasil. “Estou sempre perguntado quem será o meu médico de amanhã. Nos últimos anos, foram abertas muitas faculdades sem a correspondência da residência médica. Me assusta como será, não só a qualidade técnica, como o dia a dia”, disse Ribeiro.

Remuneração

A notícia da entrada mais consistente de mulheres jovens na medicina seria, por outro lado, mais animadora se os ganhos mensais fossem iguais entre os gêneros. Pelos últimos dados disponíveis da Pesquisa Demografia Médica no Brasil 2018, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), embora o público feminino esteja em crescimento, o salário ainda é menor aos dos homens que ocupam as mesmas posições.

A diferença na remuneração de homens e mulheres é bastante significativa. Em todos os cenários analisados, a chance de os profissionais homens receberem mais do que as colegas mulheres é maior. Em três categorias salariais mais baixas, o percentual de mulheres é de quase 80%, já nas três categorias mais bem remuneradas a prevalência masculina é de 51%.

Entre os profissionais que trabalham de 20 e 40 horas semanais, apenas 2,7% delas recebiam cerca de US$ 10.762 por mês (cerca de R$ 42.780), em comparação com 13% deles. A probabilidade de homens receberem o nível salarial mais alto — acima de US$ 10.762 — é de 17%, enquanto a de mulheres é de apenas 4%. A desigualdade salarial entre os gêneros persistiu em relação à carga horária, atendimento em consultório e plantões, assinalou o estudo.

Outra questão são os cargos de liderança. A pesquisa da FMUSP também ressaltou que as mulheres estão em especialidades como clínica geral, pediatria, medicina da família, ginecologia e obstetrícia, que pagam menos se comparadas com especialidades cirúrgicas, ocupadas em sua maioria por homens. O estudo apontou ainda que eles ocupam posições de liderança com mais regularidade do que as mulheres na área médica.

“O que queremos — e vamos conseguir — é equidade. Nem maior, nem menor salário, de acordo com o gênero. Profissionais competentes devem ter a mesma remuneração”, destaca Eliana Bicudo. Embora os homens ainda sejam maioria entre os profissionais de medicina (54,4%), esse número vem caindo ao longo dos anos e as mulheres já são predominantes entre os profissionais mais jovens, sendo 57,4% no grupo até 29 anos e 53,7% na faixa entre 30 e 34 anos, conforme a pesquisa de 2018.

Claudia Xavier Oliveira, 23 anos, concluiu o curso de biomedicina no Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub), no final de 2019. Ela disse que vários colegas homens rapidamente se empregaram e ascenderam também em tempo bem menor que as moças. “É impressionante como isso acontece. As desculpas são diversas. Há quem diga que eles são melhores, e, como o julgamento é subjetivo, nos coloca em uma encruzilhada. Outras vezes alegam, pasmem, que precisam sustentar a família, como se nós não precisássemos”, pondera Claudia. “Muitas vezes, trabalhamos mais e não há o menor reconhecimento”, lamenta.

Prima de Claudia, Fernanda Monteiro Oliveira, 25, também está próximo de encerrar os estudos de medicina, na Universidade de Brasília (UnB). “É claro que não vamos desistir e não vamos deixar, dentro do possível, que percebem que isso nos machuca. Mas não é fácil ver que não somos indicadas para cargos ou para situações de destaque, mesmo quando merecemos, apenas porque somos mulheres”, admite. “Muita coisa já mudou, eu sei. Mas eu pensava que essa diferença já tinha sido superada pela minha geração”, completa Fernanda.

jul
27
Posted on 27-07-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2021



 

Newton Silva, na

 

 DO JORNAL DO BRASIL

Na estreia do skate nos Jogos Olímpicos, brasileira de 13 anos encanta com suas manobras e ganha a prata em Tóquio

Foto: Wander Roberto/COB
Credit…Foto: Wander Roberto/COB

Por JORNAL DO BRASIL, redacao@jb.com.br

Brincando e se divertindo, Rayssa Leal fez história nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Na estreia do skate na competição mais importante do esporte mundial, a brasileira de apenas 13 anos conquistou a medalha de prata e se tornou a mais jovem atleta do Brasil, entre homens e mulheres, a subir ao pódio na história olímpica.

“Não caiu a ficha ainda. Poder representar o Brasil e ser uma das mais novas a ganhar uma medalha. Eu estou muito feliz, esse dia vai ser marcado na história. Eu tento ao máximo me divertir porque eu tenho certeza de se divertindo as coisas fluem, deixa acontecer naturalmente, se divertindo”, afirmou o atleta, que cativou o público brincando, dançando, aplaudindo as manobras das adversárias e se divertindo enquanto competia contra as melhores do mundo na final em Tóquio.

Depois foi a vez de Letícia Bufoni e Rayssa Leal entrarem na pista, na quarta e última bateria. Letícia marcou 10.91, mas terminou na nona colocação.

Na disputa que decidiu a medalha, Rayssa atingiu 14,64 e foi superada apenas pela japonesa Nishiya Momiji, com 15s26. Outra atleta da casa, Funa Nakayama fez 14,49 e ficou com o bronze.

Rayssa continuou se divertindo após subir ao pódio. Fez piada com a medalha, “pesa mais do que eu”, e levou um susto ao descobrir que tem mais de 2 milhões de seguidores no Instagram.

“O que é isso minha gente? Desde que comecei minhas redes sociais eu queria ter um milhão, hoje tenho dois, olha isso!”, festejou Rayssa.

A jovem skatista acredita que a medalha dará um impulso ao skate feminino e incentivará meninas como ela a não terem medo de praticar a modalidade.

“Saber que muitas meninas já me mandaram mensagem no Instagram falando que começaram a andar de skate ou os pais deixaram andar de skate por causa de um vídeo meu, eu fico muito feliz porque foi a mesma coisa comigo. Minha história e a história de muitas outras skatistas que quebraram todo esse preconceito, toda essa barreira de que o skate era só para menino, para homem, e saber que estou aqui e posso segurar uma medalha olímpica, é muito importante para mim”, afirmou. (com Ascom/CBF)

  • Arquivos