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 DO SITE O ANTAGONISTA
“Neymar, capacho de fascista!”
Adriano Machado/Crusoé
 Jean Wyllys, no Twitter, comentou a final da Copa América:

“Estava torcendo para a derrota da Seleção Brasileira. Neste momento, essa derrota significa menos poder ao fascismo. Aqui os argentinos fazem festa. E eu os aplaudo. Um novo Brasil nascerá após a derrota dos fascistas, e só então torceremos por ela (…). Foda-se, Neymar, capacho de fascista!”

Jean Wyllys é só um imbecil, claro, mas ele tem o dom de externar as perversões do lulismo, assim como Carlos Bolsonaro externa as do bolsonarismo.

Até o futebol precisa da terceira via.

“Adios Nonino”, Astor Piazzolla:Fabulosamente Astor para dar o ritmo e o estilo musical dos senhores da Copa América. Viva Messi, Di Maria e seus companheiros de glória, sábado, no Maracanã. Viva!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira e Vitor Hugo Soares)

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Do Correio Braziliense

Saindo de uma varanda do hospital Gemelli de Roma, o Pontífice conduziu sua oração semanal perante centenas de pessoas.

AE
Agência Estado
 

 (crédito: AFP / Filippo MONTEFORTE)

(crédito: AFP / Filippo MONTEFORTE)
O papa Francisco apareceu em público neste domingo, 11, pela primeira vez desde que passou por uma cirurgia intestinal há uma semana. Saindo de uma varanda do hospital Gemelli de Roma, o Pontífice conduziu sua oração semanal perante centenas de pessoas.
“Estou feliz por poder manter o encontro de domingo com o Ângelus também na policlínica Gemelli. Agradeço a todos: senti sua proximidade e o apoio de suas orações. Obrigado de todo o coração!”, disse o pontífice da varanda do décimo andar, no que compareceu com algumas crianças enfermas, diante de fiéis que o receberam com aplausos.
Redação, O Estado de S.Paulo
11 de julho de 2021 | 07h49
Papa Francisco
Papa Francisco conduz oração de uma varanda do hospital Gemelli, enquanto ele se recupera da cirurgia de cólon, em Roma Foto: Guglielmo Mangiapane/REUTERS
ROMA – O papa Francisco apareceu em público neste domingo, 11, pela primeira vez desde que passou por uma cirurgia intestinal há uma semana. Saindo de uma varanda do hospital Gemelli de Roma, o Pontífice conduziu sua oração semanal perante centenas de pessoas.
“Estou feliz por poder manter o encontro de domingo com o Ângelus também na policlínica Gemelli. Agradeço a todos: senti sua proximidade e o apoio de suas orações. Obrigado de todo o coração!”, disse o pontífice da varanda do décimo andar, no que compareceu com algumas crianças enfermas, diante de fiéis que o receberam com aplausos.
Com 84 anos, Francisco foi submetido a uma cirurgia de cólon no domingo passado, 4, por “uma estenose diverticular grave com sinais de diverticulite esclerosante”, na qual parte do cólon foi removida, exigindo anestesia geral. Ele está progredindo favoravelmente.
Antes de rezar o Ângelus, recapitulou um trecho do Evangelho que fala da unção dos enfermos por Jesus de Nazaré, que o ajudou a falar sobre sua própria experiência durante esses dias de convalescença no hospital romano. “Nestes dias de internamento, experimentei a importância de um bom serviço de saúde, acessível a todos, como o da Itália e de outros países”, disse. E exclamou: “Não devemos perder este precioso bem. Devemos mantê-lo! E por isso devemos todos nos empenhar, porque serve a todos e requer a contribuição de todos”.
O papa Francisco explicou que cuidar de um doente implica, também, ouvi-lo: “a proximidade, a pressa, a ternura de quem cuida do doente é como uma carícia que faz o doente sentir-se melhor, alivia a dor e se acalme”, disse ele. “Mais cedo ou mais tarde todos precisaremos dessa unção e todos podemos doá-la a outras pessoas, com uma visita, um telefonema, uma mão estendida para quem precisa de ajuda”, disse ele.
Por fim, Francisco expressou o seu agradecimento e “incentivo” aos médicos e profissionais de saúde no seu quotidiano de trabalho e recordou aos doentes do mundo, para que “ninguém fique só” e todos possam contar com quem os escuta e os trate bem.

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 Ed Carlos, NO PORTAL

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Fabiana Queiroz lutou por 50 dias contra as complicações da doença. Ela teve uma parada cardíaca e não resistiu

JM
Jéssica Moura

 (crédito: Reprodução)

(crédito: Reprodução)

Na manhã deste domingo (11/7), encerrou-se a luta da consultora legislativa Fabiana Queiroz, 46 anos, contra as complicações da covid-19. Ela estava internada há 50 dias no hospital DF Star para se tratar da infecção. Como os sintomas se agravaram, ela precisou passar pela terapia de Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), a mesma técnica a que foi submetido o ator Paulo Gustavo, também vítima do coronavírus. Fabiana teve uma parada cardíaca e não resistiu.

Goiana, ela se mudou para Brasília aos três anos de idade e adotou o Distrito Federal como terra natal. “Era brasiliense por vocação”, conta o marido dela, Gabriel Garcia, 38, com quem conviveu por nove anos. A paisagem do Cerrado e a profusão da vegetação da cidade-parque encantavam Fabiana.

“Tanto que ela vai ser cremada. Antes de morrer, ela me pediu para que as cinzas fossem colocadas em um ipê”. Com a chegada da estação mais seca, as árvores desabrocham e viram cartão-postal da cidade. “Vão florescer como a Fabi floresceu para a vida”, compara Gabriel.

Carreira

Fabiana se formou no curso de Letras, com habilitação em Espanhol, pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e fez carreira como consultora legislativa no Senado Federal. “Como a Fabi era intelectual, ela lia em média de 4 a 5 livros por mês”, relata Gabriel. Afeita à palavra, ela redigiu discursos de inúmeros parlamentares. 

Fabiana era conselheira da Associação dos Consultores e Advogados do Senado Federal (Alesfe). Em nota, a diretoria e conselho fiscal da associação manifestaram pesar pela perda da consultora. “Muito querida, (Fabiana) deixará grandes saudades. Compartilhamos com todos, e em especial com a família, esse momento de dor”, escreveram os colegas. 

O jornalista Paulo Fona, ex-secretário de Imprensa da Presidência da República, também se manifestou. “Fabiana é um espírito que veio nos dar alegrias e amor. Sagaz, inteligente, refinada, Fabi tem um coração do tamanho do mundo”, homenageou.

“Você é o grande amor da minha vida”, essas foram as últimas palavras que eles trocaram antes de Fabiana ser intubada, na segunda-feira passada. “Eu amava muito minha mulher”, finalizou Gabriel.

Fabiana será velada neste domingo (11/7), no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, das 19h às 20h. No dia seguinte, ela será cremada em Valparaíso (GO). 

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