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Levantamento CNT/MDA mostra que a aprovação do atual presidente caiu de 43,5% de fevereiro para 33,8% em julho

GB
Gabriela Bernardes*
 

 (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

(crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Uma pesquisa do Instituto MDA Pesquisa, encomendado pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) mostra que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alcançou uma desaprovação recorde desde 2019. Os dados do levantamento, divulgados nesta segunda-feira (5/7), indicam que a avaliação negativa do governo Bolsonaro disparou no período de quatro meses e atingiu, em julho, 48,2%.

A desaprovação do presidente chegou a 62,5% dos entrevistados, contra aprovação de 34,5%, registrando crescimento de 12,5% em relação à última pesquisa, de fevereiro de 2021, em que Bolsonaro era desaprovado por 51% dos entrevistados. O maior índice até então em uma pesquisa MDA/CNT havia sido registrado em maio de 2020, com desaprovação de 55%.

No mesmo período, a avaliação positiva do governo, que soma as opiniões ótimas e boas, piorou: passando de 32,9% em fevereiro para 27,7% em julho. A aprovação do desempenho pessoal do presidente também piorou entre as duas pesquisas. Segundo o levantamento de julho, 33,8% aprovam o desempenho de Bolsonaro, contra 43,5% em fevereiro. Já os que desaprovam somam agora 62,5%, ante 51,4% na sondagem anterior.

 Em relação às eleições presidenciais de 2022, segundo a pesquisa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vence o presidente Jair Bolsonaro nas simulações de primeiro e segundo turnos.

Nas estipulações da pesquisa, no primeiro turno, Lula (PT) tem 41,3% das intenções de voto, Bolsonaro apresenta 26,6%, Ciro Gomes (PDT) e o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro (sem partido) aparecem empatados, com 5,9% cada um. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), registra 2,1% e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) apresenta 1,8% das intenções de votos. Os votos brancos e nulos somam 8,6%, já os indecisos 7,8%.

Pensando em um potencial segundo turno, o levantamento mostra que Bolsonaro perderia para Lula, por 52,6% a 33,3%. Ciro Gomes também venceria o atual presidente em um eventual segundo turno, por 43,2% a 33,7%. Em um eventual confronto com João Doria, Bolsonaro aparece à frente, mas dentro da margem de erro, por, 36,3% a 33,5%.

A pesquisa também apurou que 61,8% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum. Outros 22,8% disseram que votariam nele com certeza e ainda 11,6% poderiam votar nele. Já, se tratando de Lula, 44,5% dizem que não votariam no petista de jeito nenhum.

Além disso, 40,3% dos entrevistados disseram que preferem que Lula vença, 30,1% afirmaram que preferem que um candidato que não seja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro vença, e 25,1% optaram pela reeleição de Bolsonaro.

A pesquisa foi realizada com 2002 pessoas, presencialmente, entre quinta-feira (1º/7) e sábado (3/7). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

*Estagiária sob supervisão de Vinicius Nader

“Deveuelveme mis besos”, Bola de Nieve e Fabiana Cozz: duas primorosas interpretações desta obra prima da canção romântica cubana, composta por Maria Grever, como presente musical de uma raridade aos leitores e ouvintes do Bahia e Pauta. 

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

 

 

 

 

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Posted on 06-07-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-07-2021
 DO SITE O ANTAGONISTA
Comissão do Senado deverá votar nesta terça-feira requerimento que permitirá acesso a todos os dados do deputado desde abril de 2020
Miranda diz não temer quebras de sigilos pela CPI
 

O deputado Luis Miranda (DEM) disse a O Antagonista não temer a provável quebra de sigilo de todos os seus dados a partir de abril de 2020.

“Não, pelo contrário. Calaria muitos, se conhecessem a minha honestidade e lisura.”

A CPI da Covid, como noticiamos, deverá votar nesta terça-feira (6) as quebras de sigilo dos dados de Miranda e do líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros.

O deputado Miranda é autor da denúncia — ao lado do seu irmão, servidor do Ministério da Saúde — do caso Covaxin. Segundo ele, Jair Bolsonaro citou o nome de Barros ao ser alertado do possível esquema de corrupção. O presidente está há 10 dias sem desmentir o parlamentar.

Titulares da CPI não têm esperança de que a quebra de sigilo possa chegar a um suposto áudio que os irmãos Miranda teriam da conversa com Bolsonaro.

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Posted on 06-07-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-07-2021



 

Amarildo, NA

 

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