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Posted on 07-06-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-06-2021
DO SITE O ANTAGONISTA
O apoio do presidente brasileiro agradou aos cartolas da Conmebol
Bolsonaro reforça apoio à Copa América
 

Jair Bolsonaro participou na noite de sábado de uma reunião da Conmebol para discutir a realização da Copa América no Brasil.

Na reunião, realizada por teleconferência, o presidente disse que o governo federal está pronto para colaborar na organização do evento.

Diz o Globo Esporte:

O recado do governo brasileiro agradou aos cartolas da confederação, que viram reforçada sua convicção de disputar a Copa América, ainda que alguns jogadores relutem em garantir que vão participar do torneio.”

Como mostramos, o senador Renan Calheiros enviou neste fim de semana uma carta aos jogadores da seleção brasileira em nome da CPI da Covid, dizendo que a realização da Copa América no Brasil, em meio à pandemia, é “um mau exemplo”.

 Na verdade, todos os campeonatos são um mau exemplo, enquanto a taxa de infecção permanecer tão alta.

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Posted on 07-06-2021
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Ex-assessor de Bolsonaro admite que coordenava grupo que alimentava o presidente com informações sobre tratamento da covid-19 com remédios que, segundo entidades científicas, não têm efeito algum. Ação de esquema paralelo no Planalto é investigada por CPI

 (crédito: Alex Ferreira/Camara dos Deputados)

(crédito: Alex Ferreira/Camara dos Deputados)

O ex-assessor especial da Presidência, Arthur Weintraub, confirmou que era responsável por fornecer informações sobre remédios para o tratamento de covid-19 ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele apareceu em um vídeo publicado ontem, ao lado de seu irmão, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, em que comentou as acusações de ser um dos líderes de um gabinete paralelo de Bolsonaro, cuja existência é investigada pela CPI da Covid, no Senado.

Arthur foi citado pela médica oncologista Nise Yamaguchi na CPI, que dizia ter se reunido com ele para falar sobre o tratamento de covid-19 com cloroquina. No vídeo deste sábado, ele disse que fazia parte do assessoramento do presidente Bolsonaro em temas que envolviam reforma previdenciária desde o período de transição de governo, em 2018 e, posteriormente, em 2019. Ele revelou que também assessorava o mandatário em temas científicos por ter um “histórico acadêmico”.

Weintraub afirmou que, quando a pandemia chegou ao Brasil, passou a ter contato com médicos para conversar sobre possíveis soluções para o tratamento da covid, antes mesmo de falar com Bolsonaro. Ele revelou que, quando soube dos testes com o uso de cloroquina por médicos, comprou o remédio e tomou por conta própria, para apurar se teria efeitos colaterais. Depois disso, procurou o presidente da República e foi incumbido por ele de estudar o assunto e dar um retorno, com atualizações e resumos sobre tratamentos.

“Fui comentar com o presidente que havia coisas publicadas sobre o assunto. E eu estava entrando em contato com médicos, pesquisadores dessa área. E o presidente disse: você que tem esse histórico, passe a estudar, e você vai me trazer o que você for encontrando e você vai vendo os contatos. Os contatos que eu fiz foram com outros pesquisadores e outros médicos”, disse ele.

A partir daí, detalhou, começou a conversar com médicos da linha de frente do tratamento contra a covid. “Eu tive contato com esses médicos que começaram a conversar comigo, começaram a me mandar o que tinha publicado. Os meses foram passando e eu transferi isso ao presidente. Eu pegava resumos que recebia e encaminhava ao presidente”, afirmou, ao revelar também que outros remédios, além da cloroquina, eram alvo de pesquisas.

Supostos integrantes

Entre os médicos com quem mantinha contato, estão os nomes de Nise Yamaguchi (o que confirma a versão dada em depoimento à CPI), defensora da cloroquina; e do virologista Paolo Zanotto. Ambos estão na companhia de outros médicos, do presidente Bolsonaro e do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS).

“Os meus contatos sempre foram os médicos de ponta, cientistas. A doutora Nise falava com o presidente. Tive contato com o doutor Zanotto, virologista. Eles conversavam comigo, me traziam coisas para mostrar para o presidente. Era simplesmente porque eles conseguiam ter uma interface, uma conversa comigo, por eu ter essa possibilidade de entender o artigo científico e conseguir traduzir de uma forma mais simples para o presidente”, detalhou.

Arthur, no entanto, negou que tenha organizado um gabinete paralelo. “Eu não organizei gabinete, eu fazia contato científicos e trazia as informações para o presidente. Dentro disso, eu fiz um evento, em agosto de 2020, no Palácio do Planalto”, pontuou, ao dizer, ainda, que não existiu um gabinete paralelo e que não integra mais o governo desde setembro do ano passado, por isso, não participou de qualquer discussão sobre a compra de vacinas.

“Quando eu estava lá, a discussão que havia, em que eu estava envolvido cientificamente, era sobre o remédio da malária e a evolução da doença”, disse ele, sendo ajudado pelo irmão, Abraham Weintraub, na escolha de palavras. Arthur falou, ainda, sobre o fato de ter contraído covid-19 nos Estados Unidos, onde mora, assim como o irmão. Ele negou que tenha tomado qualquer coquetel de anticorpos e disse que ainda não tomou a vacina contra a covid porque ambos adoeceram.

“A gente seguiu todo o receituário, tudo o que a gente havia falado, e, pela gravidade da cepa — aparentemente a gente foi atingido em cheio por uma cepa muito agressiva —, esse tratamento que a gente fez foi fundamental para que nosso quadro não se agravasse”, comentou.

O ex-assessor teve sua convocação aprovada pela CPI da Covid no último dia 26 de maio. O objetivo dos senadores é questionar Arthur sobre um assessoramento paralelo ao presidente da República no que diz respeito ao combate à pandemia.

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“Comme Femme”, Salvatore Adamo: O tempo passa, mas ela fica. Boa semana!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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Posted on 07-06-2021
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Bira, NO PORTAL

 

Nome da pequena, o segundo bebê do casal, é uma homenagem à rainha Elizabeth II e à sua avó, Diana de Gales. Ocupa o oitavo posto na linha de sucessão ao trono

Harry e Meghan, os duques de Sussex, em março em Londres.
Harry e Meghan, os duques de Sussex, em março em Londres.HENRY NICHOLLS / Reuters
 
Madri | Los Angeles

Meghan Markle e princípe Harry da Inglaterra anunciaram neste domingo o nascimento da segunda filha, Lilibet Diana Mountbatten-Windsor. A menina, que nasceu na sexta, chega dois anos depois de seu irmão mais velho, Archie, que nasceu em Londres em maio de 2019, apenas um ano depois do casamento dos duques de Sussex no castelo de Windsor. Os duques de Sussex anunciaram a chegada da pequena em um comunicado. A gravidez foi tornada pública em 14 de fevereiro, primeiro na revista People, para depois estendê-la ao restante da imprensa com duas fotografias em preto e branco do fotógrafo Misan Harriman. O bebê nasceu em um hospital de Santa Barbara (Califórnia, Estados Unidos) na sexta-feira. “Em 4 de junho fomos abençoados com a chegada de nossa filha Lili. Ela é mais do que poderíamos ter imaginado, e continuamos agradecidos pelo amor e as orações que sentimos em todo o mundo”, escreveram os duques no comunicado.

A menina nasceu na Califórnia, onde o casal vive há pouco mais de um ano, e se transforma na 11º bisneta da rainha Elizabeth II. O nome de Lilibet Diana Mountbatten-Windsor é uma homenagem à própria rainha Elizabeth II —Lilibet é o apelido carinhoso com o qual a família se dirige à monarca —e à sua avó, Diana de Gales.

  • Por enquanto, a família real britânica não se pronunciou a respeito em seus perfis das redes sociais. É lá que costumam comunicar as gravidezes de seus integrantes, assim como os novos nascimentos, mas desde março de 2020 Harry e Meghan já não são membros de pleno direito dos Windsor ao decidir abandonar a instituição dois meses antes. Já não têm vínculo de trabalho com a família e renunciaram aos seus títulos de altezas reais (mantêm o de duques por ser um presente da rainha pelo casamento), de modo que a comunicação por parte da família real seria unicamente de cortesia.

Ainda que Harry não seja parte efetiva da família real, não renunciou aos seus direitos dinásticos. A menina, portanto, ocupa o oitavo lugar na linha de sucessão ao trono após seu avô, o príncipe Charles; seu tio William e seus primos George, Charlotte e Louis; e de seu pai Harry e seu irmão Archie.

O que a pequena não será é princesa. Na polêmica entrevista que Meghan Markle e Harry da Inglaterra concederam a Oprah Winfrey em março, a ex-atriz se queixou de que o palácio real não quis conceder a Archie o título de príncipe quando nasceu e que isso prejudicou suas opções em relação à segurança do garoto. Uma lei de 1917, entretanto, diz que os filhos e netos do soberano têm direito ao título de príncipe (da mesma forma que têm direito a renunciar a ele), mas não seus bisnetos, como seria o caso de Archie e de sua irmã mais nova. Os filhos de William podem ser príncipes porque ele é o herdeiro direto ao trono. E, quando Charles for rei, os filhos de Harry também poderão ser príncipes, se eles e seus pais, caso sejam menores de idade, o desejarem.

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