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DO CORREIO BRAZILIENSE

Ex-candidato a prefeitura de São Paulo e coordenador nacional do MTST deve comparecer à sede da PF em São Paulo na próxima quinta

Agência Estado
 

 (crédito: AFP / NELSON ALMEIDA)

(crédito: AFP / NELSON ALMEIDA)

A Polícia Federal intimou o ex-candidato a prefeitura de São Paulo e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos (PSOL), a prestar depoimento no âmbito de inquérito aberto com base na Lei de Segurança Nacional em razão de um comentário feito pelo político em seu perfil do Twitter em abril de 2020. Boulos deve comparecer à sede na superintendência da PF em São Paulo na tarde da próxima quinta (29/4).

A declaração acabou remetendo à frase “O Estado sou eu”, atribuída ao rei Luís XIV, que governou a França entre 1643 e 1715. O chamado ‘Rei Sol’ foi antepassado de Luís XVI, que foi executado em 1793 – um dos acontecimentos mais importantes da Revolução Francesa, que levou ao fim do regime absolutista no País.

Comentando a fala de Bolsonaro, Boulos fez a referência histórica e escreveu: “Um lembrete para Bolsonaro: a dinastia de Luís XIV terminou na guilhotina”.

O tuíte foi levado ao Ministério da Justiça pelo deputado José Medeiros (Podemos-MT) na mesma representação que o parlamentar atribuiu crime contra a segurança nacional ao jornalista Ricardo Noblat, também em razão de uma postagem na rede social.

O então chefe do MJSP, André Mendonça – atual Advogado-Geral da União e um dos cotados para assumir vaga no Supremo Tribunal Federal com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello – pediu à PF que abrisse inquérito com base na LSN para investigar a publicação.

Ao Estadão, Boulos classificou o inquérito como uma ‘tentativa vergonhosa de intimidação’ que ‘demonstra a escalada autoritária e o desespero desse governo de não aceitar a oposição e a diversidade’. O político lembrou ainda que a Lei de Segurança Nacional tem sido usada para ‘tentar silenciar diferentes pessoas que fazem oposição’ a Bolsonaro.

O número de inquéritos abertos com base na lei editada em plena ditadura militar aumentou 285% nos dois primeiros anos do governo Bolsonaro, na comparação com o mesmo período das gestões Dilma Rousseff e Michel Temer.

“Alma”, Simone: a voz empolgante da Bahia, que deixou as quadras de basquetebol onde brilhava como deusa, para se tornar uma das rainhas da MPB, “de voz suprema e inimitável”, como dizia o grande cronista Armando Oliveira, um de seus maiores admiradores enquanto viveu. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

abr
22
Posted on 22-04-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-04-2021
Bolsonaro isola Mourão na Cúpula do Clima
Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

 

O presidente vai privilegiar Ricardo Salles, que cobra indenização dos países europeus pela redução das emissões brasileiras de poluentes e dinheiro para a redução do desmatamento.

Mourão não se encontra com Bolsonaro há dias e não f

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Posted on 22-04-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-04-2021


 

Sid, NO PORTAL

 

Juliana Gragnani – Da BBC News Brasil em Londres
 

Brasil tem média de 65 mil novos casos de coronavírus diários, patamar bastante alto, sem contar a subnotificação
Brasil tem média de 65 mil novos casos de coronavírus diários, patamar bastante alto, sem contar a subnotificação

Foto: REUTERS/Amanda Perobelli / BBC News Brasil

A aceleração de casos de covid-19 no Brasil é como um “foguete subindo a 10 mil quilômetros por hora até a estratosfera”,para o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt.

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Com média de novos casos nos últimos sete dias em 65 mil diários e a de óbitos quase chegando a 3 mil mortes nos últimos dias, “flexibilizar agora vai criar uma explosão muito maior de casos”, opina ele. “O Brasil só deu uma respirada, encheu pulmão de ar e já vai voltar a mergulhar de novo. Não deixou cair o número de casos para valer.”

Especialistas em todo o Brasil têm pedido um “lockdown nacional”, com medidas mais restritivas que as adotadas até agora e durante três semanas para sair da crise sanitária.

Em um lockdown, ou confinamento, as pessoas ficam dentro de casa para diminuir a circulação em ambientes com outras pessoas e, assim, quebrar cadeias de transmissão. A medida foi adotada em diversos países e se mostrou eficaz para conter o vírus e, como consequência, hospitalizações e mortes. Normalmente, essas medidas vêm associadas de auxílio financeiro do governo para quem não pode trabalhar de casa.

Número de óbitos deve estabilizar em patamar 'altíssimo' ou ainda crescer, caso Estados flexibilizem medidas de restrição, diz especialista
Número de óbitos deve estabilizar em patamar ‘altíssimo’ ou ainda crescer, caso Estados flexibilizem medidas de restrição, diz especialista

Foto: REUTERS/Pilar Olivares / BBC News Brasil

Mas mesmo as restrições mais brandas adotadas por Estados brasileiros estão sendo abandonadas agora, enquanto o país segue com um patamar bastante alto de casos. Essa situação pode resultar em dois cenários, prevê Schrarstzhaupt:

– O número alto de pessoas doentes circulando será um “combustível” para novas infecções, gerando um novo aumento do número de casos, hospitalizações e mortes no Brasil

A vacinação, por enquanto, está muito incipiente para ser vista como um “escudo”, diz ele. “Se eu fosse apostar, hoje estou enxergando um platô altíssimo. Os casos não vão cair, teremos uma ocupação enorme nos hospitais, aquela coisa ultraestressante para o sistema.”

Foguete

Em seu dia a dia, Schrarstzhaupt faz análise de riscos para empresas. Na pandemia, passou a analisar dados de mobilidade da população e do número de casos de covid-19, fazendo previsões acertadas. Tornou-se um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19, formada por pesquisadores voluntários dedicados a divulgar informações científicas sobre a pandemia no Brasil.

O cientista analisa dados de mobilidade fornecidos pelo Google. São dados anônimos de quem usa serviços de localização do celular, e mostram o deslocamento das pessoas em cidades e Estados para locais de trabalho, mercado, farmácias, residências, transporte público. Em suma, revelam a dinâmica da sociedade: se a população está ficando mais em casa ou se está saindo para realizar atividades em outros lugares.

Outra métrica que ele usa é a da média móvel de casos positivos por dia. Comparando quantos casos foram notificados a cada dia, Schrarstzhaupt consegue enxergar a aceleração. Ele explica: “A aceleração é a velocidade do crescimento. Está crescendo a quanto? É isso que eu procuro saber.”

Desde essa projeção, em 7 de abril de 2021, ja morreram mais 31 mil pessoas por covid no Brasil, totalizando 371 mil mortos
Desde essa projeção, em 7 de abril de 2021, ja morreram mais 31 mil pessoas por covid no Brasil, totalizando 371 mil mortos

Foto: REUTERS/Adriano Machado / BBC News Brasil

Ele então compara a mobilidade das pessoas com a aceleração – em tese, quanto maior o deslocamento das pessoas, maior é a possibilidade de contágio. Os dados não demonstram causa e efeito, mas correlação, embora desde o início da pandemia a correlação entre estes dados tenha sido bastante sólida, diz ele. O cruzamento desses dados o ajuda a prever a direção da pandemia no Brasil.

Para continuarmos na metáfora do início da reportagem, é como se a curva de casos de covid-19 no Brasil fosse um foguete, propõe o pesquisador. Quando o deslocamento das pessoas foi restringido nos últimos meses, o foguete desacelerou. Em outras palavras, continuou subindo, mas cada vez mais devagar.

“Estávamos explodindo sem freio. Fizemos restrições em vários Estados e conseguimos desacelerar. Não é queda, é a velocidade de subida que reduziu.”

Foi um leve pé no freio, porque ainda estamos acelerando. O foguete “continua lá em cima na estratosfera”, diz Schrarstzhaupt, “com muitos casos, internações e óbitos”.

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Posted on 21-04-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-04-2021

 

Celebridades brasileiras e americanas divulgaram uma carta, nesta terça-feira (20), pedindo que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não aceite acordo ambiental com Jair Bolsonaro.

Os dois devem se encontrar na Cúpula do Clima, que tem início no dia 22.

Na semana passada, Bolsonaro escreveu ao presidente americano e prometeu acabar com desmatamento até 2030.

Entre os artistas que assinaram a carta estão Leonardo DiCaprio, Katy Perry, Gilberto Gil, Joaquin Phoenix, Mark Ruffalo, Jane Fonda, Sigourney Weaver, Sonia Braga, Wagner Moura, Caetano Veloso e Philip Glass.

“Nós apelamos ao seu governo para ouvir o pedido deles (indígenas e ambientalistas) e não se comprometer com nenhum acordo com o Brasil a esta altura“, escrevem eles.

“Asas de Brasília”, Moraes Moreira: a guitarra e o canto envolvente da Bahia, na celebração neste 21 de abril de mais um aniversário de Brasília, a cidade das profecia de Dom Bosco, ganhou formas nas pranchetas do arquiteto Oscar Niemeyer, contornos de Lúcio Costa e veio à luz pelas mãos sagradas e empreendedoras do presidente Juscelino. “Vai passar”, Brasília! Uma cidade assim é para sempre. Viva Brasília!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

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Bandas de reggae lançam música em homenagem ao aniversário de Brasília

Vai passar tem a contribuição de 15 artistas do segmento na capital e vai estar disponível ao público a partir de amanhã (21/4)

Naum Giló*
postado em 20/04/2021 19:32
 

 (crédito: Cerrado Reggae)

(crédito: Cerrado Reggae)

Várias bandas e artistas do cenário do reggae de Brasília se uniram para lançar a música Vai passar, canção que promete levar uma mensagem de fé e esperança em meio à pandemia da covid-19. A música estará disponível a partir de 21 de abril, aniversário da cidade, no Spotify e nos canais do YouTube no Instagram do Reggae Brasília.

Depois do sucesso do Cerrado Reggae, Araújo decidiu que aquela união entre bandas e artistas não poderia acabar ali. Foi quando surgiu a ideia de fazer uma música com a contribuição criativa de todos. Vai passar conta com a participação de 14 artistas do reggae de Brasília. “Cada um escreveu um pedaço da música e construímos a canção juntos, com a mensagem de amor esperança em tempos tão difíceis”, explica.

Além da participação de integrantes de bancas como Alínea 11, do qual Edilson é vocalista, Marrul, Tijolada reggae, Umarrais e Brasil Riddim, a música tem a contribuição do guitarrista Kiko Peres, do Natiruts.

Vai passar também vai ter um clipe para divulgação, produzido pela 007 Comunicação, que topou fazer o trabalho de graça. O vídeo vai estar disponível no canal do Reggae Brasília no YouTube, no mesmo dia de lançamento da música. “É um presente de aniversário para Brasília, cidade que ainda tem poucos espaços voltados para o nosso gênero musical, que até hoje sofre discriminação”, avalia Edilson.

*Estagiário sob supervisão de Ricardo Daehn

Lançamento da canção Vai passar

Coletivo de bandas e artistas de reggae de Brasília. disponível a partir de 21 de abril, no Spotify, Instagram do Cerrado Reggae e no canal no YouTube do Reggae Brasília.

abr
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Posted on 21-04-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-04-2021


 

J. Bosco, NO JORNAL

 

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DO DIÁRIO BRAZILIENSE

Informação foi dada por meio de nota publicada nas redes sociais. Em fevereiro, escritor de extrema direita, de 73 anos, havia sido diagnosticado com pneumonia.

Ingrid Soares
postado em 13/04/2021 19:59
 
(crédito: Reprodução/Telegram)

O escritor de extrema direita Olavo de Carvalho, 73 anos, conhecido como o guru do governo Bolsonaro, foi hospitalizado em Richmond, nos Estados Unidos, após apresentar problemas respiratórios. A informação foi divulgada por meio de uma nota no Telegram, que afirma que “apesar da internação, o prof. Olavo está bem e o quadro não é considerado grave”.

Em fevereiro, o Facebook suspendeu temporariamente as publicações de Olavo com acusação de propagação de discurso de ódio, assédio e bullying na rede. Ele foi impedido de fazer publicações e comentários por sete dias. No final do mesmo mês, ele teve uma pneumonia.

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