Por G1 PR — Curitiba

Sergio Moro comentou decisão que o declarou suspeito em processos de Lula — Foto: REUTERS/Adriano Machado

Sergio Moro comentou decisão que o declarou suspeito em processos de Lula — Foto: REUTERS/Adriano Machado

O ex-juiz Sergio Moro disse nesta quarta-feira (24) estar “tranquilo” sobre os “acertos” das decisões judiciais que tomou na Operação Lava Jato.

Na terça-feira (23), por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou em julgamento que o ex-juiz federal agiu com parcialidade ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá.

  • Com a decisão, a Segunda Turma anulou todo o processo do triplex, que precisará ser retomado da estaca zero pelos investigadores.

A sentença que condenou Lula continua anulada por outra decisão, do ministro Edson Fachin, que apontou a incompetência da Justiça Federal do Paraná para analisar os processos do petista e tornou sem efeito as condenações pela Operação Lava Jato de Curitiba.

  • Na nota desta quarta-feira, Moro pontuou que todos os acusados nas ações que julgou pela Lava Jato foram tratados nos processos e julgamentos com o devido respeito, com imparcialidade e sem qualquer animosidade da parte dele.

“Apesar da decisão da segunda turma do STF, tenho absoluta tranquilidade em relação aos acertos das minhas decisões, todas fundamentadas, nos processos judiciais, inclusive quanto aqueles que tinham como acusado o ex-Presidente”, escreveu.

O julgamento que concluiu pela suspeição de Moro, pela Segunda Turma do STF, foi resultado de uma ação impetrada em 2018 pela defesa de Lula.

“O Samba da Minha Terra”, Tamba Trio:! O MAIOR DE TODOS !!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

 

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DO SITE O ANTAGONISTA

 

 

 Marcelo Queiroga disse nesta quarta (24) que não partiu a dele a ordem para incluir novos campos obrigatórios no cadastro de mortes por Covid, o Sivep-Gripe.

“Não houve nenhuma determinação minha no sentido de fazer qualquer tipo de alteração em notificações”, disse o novo ministro, em coletiva de imprensa. “A notificação vai ser a notificação que ocorre, notificação adequada”.

“Não sou maquiador, sou médico. Minha função não é maquiar, é salvar vidas”, acrescentou o novo ministro.

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Posted on 25-03-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-03-2021


 

 Sid, NO PORTAL

 

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Posted on 25-03-2021
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Equivale a toda a população de uma cidade de tamanho médio. País tem o quarto ministro da Saúde durante a crise sanitária e enfrenta dificuldades em vacinar brasileiros

Luiz Calcagno
postado em 24/03/2021 18:26 / atualizado em 24/03/2021 18:28
 

 (crédito: Michael DANTAS / AFP)

(crédito: Michael DANTAS / AFP)

Segundo levantamento do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), o Brasil atingiu, nesta quarta (24/3), a marca de 300.675 mortos pelo novo coronavírus, com o acréscimo de 1.999 fatalidades nas últimas 24 horas. A cifra equivale a toda a população de uma cidade de tamanho médio. Para se ter uma ideia da proporção, o número de brasileiros que perderam a luta contra a covid-19 desde os primeiros meses de 2020 é mais do que a soma dos moradores de Águas Lindas (GO), cidade da região metropolitana de Brasília, que tem, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), 217,6 mil moradores aproximadamente. Com registro de mais 89.414 casos, o acumulado de infectados é de 12.219.433.

A cifra de mais de 300 mil pessoas mortas se deu, também, no dia em que o presidente da República se reuniu com os presidente da Câmara e do Senado, o deputado Arthur Lira (PP-AL), e o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para fazer um pacto nacional em torno da crise sanitária. É a primeira ação do governo federal nesse sentido em mais de um ano de crise sanitária. Nos bastidores, o que se diz é que a reunião, que deve marcar o início dos trabalhos, só foi possível devido ao aumento desenfreado das mortes e contaminações, da queda da popularidade de Bolsonaro e da pressão do Centrão sobre o presidente.

Pacheco ficou encarregado de conduzir os trabalhos junto aos governadores, que estão com o relacionamento desgastado com Jair Bolsonaro que, mais uma vez, na contramão do que recomendam cientistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS), insiste em criticar medidas de combate ao vírus, principalmente os decretos de fechamentos de comércios, nos estados e municípios.

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