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Posted on 07-03-2021
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Nativo da ilha, João Ubaldo pedia fim do projeto da ponte Salvador-Itaparica - Jornal Correio
João Ubaldo, nativo de Itaparica: contra a ponte até morrer.

 

                                     OS URUBUS E A PONTE

                                    Gilson Nogurira

Os urubus embarcaram na nuvem sob céu azul e saíram conversando sobre a mudança na paisagem da Baía de Todos os Santos com a provável ( toc,toc,toc ) edificação de uma ponte atravessando a jóia do Oceano Atlântico,que os Tupinambás batizaram de Kirimurê.

É foda!, exclamo, em silêncio, mergulhando na lembrança de um dos maiores escritores que a Pátria Amada Brasil pariu para o mundo. João Ubaldo, também jornalista, que tive a honra de conhecer, deve estar, agora, abrindo as portas do céu para gritar, de novo, com aquela voz de trovão, cá prá baixo: ” Parem essa porra! Rasguem esse projeto maluco que vai deixar o Paraíso, Itaparica, onde nasci, um Inferno!” 

Baiano burro nasce morto, lembro, enquanto as aves mergulham na beleza, com orgulho, o trecho de uma música, se não me falha a memória, ouvida no meu tempo de criança. Por conta dessa assertiva, capaz de provocar inveja nos que não vieram ao mundo na Terra da Felicidade, mandei para a PQP quem gostava de sacanear comigo, na Santos querida, da década de cinquenta do século passado, por ser nordestino.

Aliás, se hoje vejo alguém zombando de minha gente, a que tem sangue de herói, no ato, respondo: ” Vá para a ponte que partiu!” Explico, o projeto dos baianos ” visionários” e chineses, que amam acarajé, à distância, com base na realidade, não irá adiante. A Porcaria não vai deixar. Pelo menos, até o povo poder pular Carnaval sem medo.

         Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta.
 

“Samba de Botequim: Grupo Samba de Fato:  Youtubemos ! Boa semana !

BOM DOMINGO!!!

(Gilson Nogueira)

DO CORREIO BRAZILIENSE

Cartório escondeu informações da escritura pública da mansão adquirida no Lago Sul pelo filho do presidente ao custo de R$ 5,97 milhões e ato será avaliado por juiz do tabelionato

Ingrid Soares
 

 (crédito: Reprodução)

(crédito: Reprodução)

O Conselho Federal do Colégio Notarial do Brasil (CNB/CF), entidade representativa dos tabeliães de notas do país, emitiu nota, neste sábado (6/3) informando que o tabelião de Brazlândia, que censurou a escritura do imóvel adquirido no Lago Sul, em Brasília, ao custo de R$ 5,97 milhões, submeterá o caso a procedimento administrativo junto ao juiz corregedor permanente do tabelionato.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o 4.º Ofício de Notas do Distrito Federal, onde o senador registrou a compra de uma casa de R$ 6 milhões em Brasília, localizada em Brazlândia, escondeu informações da escritura pública do imóvel, documento com os dados do negócio que deveria ser acessível a qualquer solicitação.

De acordo com a publicação, há 18 trechos com tarjas na cor preta. Foram omitidas informações como os números dos documentos de identidade, CPF e CNPJ de partes envolvidas, bem como a renda de Flávio e da mulher, a dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro.

Após vir a público a compra da luxuosa casa, o parlamentar explicou, por meio de nota, que “a casa foi comprada com recursos próprios, oriundos da venda seu imóvel no Rio de Janeiro e com intermédio de financiamento imobiliário”. O parlamentar, que ainda se disse vítima de especulação por parte da imprensa, pagou R$ 181 em impostos e taxas à vista.

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Sponholz, NO

 

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Por Redação O Antagonista

Foto: Marcos Corrêa/PR
Em vídeo divulgado neste sábado, Jair Bolsonaro afirmou que a comitiva do governo a Israel deverá buscar acordos “na área de ciência e tecnologia” para o combate à Covid-19. 

O objetivo dessa viagem é, mais do que um intercâmbio, buscar protocolos e acordos na área de ciência e tecnologia, que serão muito proveitosos para a questão do momento em que estamos vivendo, do vírus, bem como um legado para o futuro”, disse o presidente.

Todos os membros da comitiva tiveram de fazer o teste de PCR antes de viajar; farão outro em Israel, na chegada; e um terceiro na volta ao Brasil.

De acordo com o Itamaraty, nenhum deles já foi vacinado nem receberão o imunizante em Israel.

O secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovações, Marcelo Morales, afirmou ainda que o objetivo da viagem é tratar de medicamentos e vacinas.

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