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Postado em 23-02-2021
Arquivado em (Artigos) por vitor em 23-02-2021 00:03

Por G1

Pedestres usam máscara no bairro do Queens, na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, em meio à pandemia de coronavírus — Foto: Johannes Eisele / AFP

Pedestres usam máscara no bairro do Queens, na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, em meio à pandemia de coronavírus — Foto: Johannes Eisele / AFP

 

Os Estados Unidos ultrapassaram nesta segunda-feira (22) as 500 mil mortes pela Covid-19, segundo levantamento da universidade Johns Hopkins. Às 18h50 (horário de Brasília), o site da instituição registrava 500.071 óbitos. O país é o mais afetado pelo coronavírus, liderando a lista de casos confirmados e óbitos pela doença.

Para homenagear o meio milhão de mortos, o presidente Joe Biden ordenou que todas as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro nos prédios federais, e falou no final do dia, após participar de um minuto de silêncio e de uma solenidade na qual foram acendidas velas no jardim da Casa Branca.

“Peço aos americanos que lembrem dos que perdemos e dos que ficaram para trás”, disse o presidente.

“Como nação, não podemos e não devemos permitir que isso continue”, disse o presidente. “Temos que acabar com as políticas e a desinformação que dividiu famílias e comunidades”.

“Devemos lutar contra isso juntos, como se fôssemos um, como os Estados Unidos da América”, concluiu.

Site da Universidade Johns Hopkins mostra 500.071 mortes por Covid-19 nos EUA na segunda-feira (22) — Foto: Reprodução/Johns Hopkins

Site da Universidade Johns Hopkins mostra 500.071 mortes por Covid-19 nos EUA na segunda-feira (22) — Foto: Reprodução/Johns Hopkins

 

Há pouco mais de um mês, os EUA atingiram as 400 mil mortes, mas curva começa a frear com os primeiros efeitos do programa de vacinação em massa. Desde dezembro, os americanos vacinam a população contra a Covid-19, com as vacinas produzidas pelas farmacêuticas Pfizer/BioNTech e Moderna.fronteira terrestre com os EUA

Mais de 61 milhões de pessoas foram vacinadas no país, cerca de 13% da população elegível. Com isso, o país registrou queda de 44% na média móvel de novos casos e de 35% na média de mortes. Os dados são do monitoramento do jornal “The New York Times”.

A título de comparação, o Brasil vacinou 5,8 milhões de pessoas (2,7% da população) e ainda não teve efeitos claros na redução de curvas, como indica o consórcio de veículos de imprensa.

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Avanço das vacinas

Em sua posse, o presidente americano, Joe Biden, estabeleceu como meta até o dia 30 de abril vacinar ao menos 100 milhões de americanos contra a Covid-19. A catástrofe climática que assola o país nos últimos dias reduziu bastante o ritmo da vacinação no país.

Segundo o NYT, mais de 2 mil pontos de vacinação foram afetados por conta da onda de frio, além dos desafios logísticos para driblar as nevascas e recompor os estoques dos estados. Ainda de acordo com o jornal, cerca de 1,52 milhão de doses de vacina estão sendo administradas por dia. Embora ainda esteja acima da meta do presidente Biden, é a taxa mais baixa desde 8 de fevereiro.

Mas são animadoras as notícias vindas da Pfizer/BioNTech, que submeteram novos dados sobre o armazenamento de sua vacina contra Covid-19 à agência de saúde americana, FDA, que mostra que o imunizante pode ser armazenado por até duas semanas a -25º C.

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O protocolo anterior exigia que a vacina fosse mantida apenas a temperatura ultrafria de -70º C. “Se aprovada, esta nova opção de armazenamento oferecerá às farmácias e

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