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Posted on 16-02-2021
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Moro: Nenhum país pode se envergonhar de combater a corrupção
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Sergio Moro comentou em seu Twitter post publicado mais cedo por O Antagonista sobre a entrevista de Luís Roberto Barroso ao historiador Marco Antônio Villa.

Na entrevista, o ministro do STF critica a “operação abafa” contra a Lava Jato e a tentativa canalha de anular a corrupção descoberta pela operação —como se ela nunca tivesse existido.

“É de Amargar”, Claudionor Germano: Cinco preciosas composições de Capiba para o carnaval, na interpretação do grande Claudionor. Escute todas, escolha a melor pa cantar e dançar nesta terça-feira de carnaval. Em casa.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Declaração é uma resposta aos posts de abril de 2018 do ex-comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas e ocorre após publicação de livro onde ele relata que os tuítes foram editados juntamente com a alta cúpula do Exército

IS
Ingrid Soares
 

 (crédito: Carlos Moura/SCO/STF)

(crédito: Carlos Moura/SCO/STF)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou ser “intolerável e inaceitável qualquer tipo de pressão injurídica sobre o Poder Judiciário”. A manifestação ocorreu nesta segunda-feira (15/2) por meio de nota divulgada pela equipe de comunicação do magistrado e é uma resposta aos posts de abril de 2018 do ex-comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas, feitos no mesmo dia em que a Corte julgaria um pedido de habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fachin era relator do caso. Ele ainda caracterizou como “gravíssima” a declaração, caso confirmada.

Fachin ressaltou, ainda, que o ataque contra o Capitólio americano no dia 6 janeiro deste ano não obteve êxito porque as Forças Armadas tiveram “postura exemplar dentro da legalidade constitucional”.

“Frustrou-se o golpe desferido nos Estados Unidos da América do Norte contra o Capitólio pela postura exemplar das Forças Armadas dentro da legalidade constitucional. A grandeza da tarefa, o sadio orgulho na preservação da ordem democrática e do respeito à Constituição não toleram violações ao Estado de Direito democrático”, avaliou.

Por fim, Fachin citou trechos a respeito do propósito das Forças Armadas. “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República. E destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”, concluiu.

“Asseguro à nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”, completou.

O assunto veio à tona após o general ter publicado na última semana o livro “General Villas Bôas: conversa com o comandante”, escrito pelo pesquisador da Fundação Getúlio Vargas Celso Castro.

Na obra, o general relatou que os tuítes foram discutidos com a cúpula do Exército e “teve um ‘rascunho’ elaborado pelo meu staff e pelos integrantes do Alto Comando residentes em Brasília” e que “tratava-se de um alerta, muito antes que uma ameaça”. Segundo o jornal Folha de S.Paulo o texto das mensagens foi atenuado e que ministros do governo Bolsonaro participaram da redação antes de ele ser divulgado.

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Frank, NO SITE

 


Procura por empresas de cibersegurança aumenta, depois de série de vazamentos de dados na internet

Procura por empresas de cibersegurança aumenta, depois de série de vazamentos de dados na internet

 O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, notificou as operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo e cobrou explicações sobre o vazamento de dados de 103 milhões de celulares. O prazo para resposta é de 15 dias.

O objetivo é identificar quem teve os dados acessados neste mês, quais informações foram obtidas e de que forma foram vazadas.

Segundo especialistas em tecnologia, esses dados são vendidos em um mercado clandestino na chamada “deepweb” — uma camada mais profunda da internet.

Procuradas pela TV Globo, as operadoras responderam que adotam controles rígidos no acesso às informações dos clientes; que não identificaram ocorrência de vazamento de dados; e que estão colaborando com as autoridades.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão responsável por fiscalizar e editar normas previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), informou na semana passada que está apurando o vazamento dos dados.

Em janeiro, foi identificado um outro megavazamento de dados na internet, o de 223 milhões de números de CPF colocados à venda por criminosos — o número de dados vazados é maior do que a população do país (estimada em 212 milhões) porque inclui dados de pessoas que já morreram.

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