CORREIO BRAZILIENSE

Durante reunião do Conselho Nacional da Amazônia, o vice-presidente Hamilton Mourão apresentou novo plano de ação, Amazônia 21/22, para substituir operação que se encerra em abril

Carinne Souza*
 

 (crédito: Exército/Divulgação)

(crédito: Exército/Divulgação)

O vice-presidente Hamilton Mourão anunciou nesta quarta-feira (10/2) o novo Plano Amazônia 21/22, que vai substituir a ação militar na Amazônia, a chamada Operação Verde Brasil 2, que acaba no dia 30 de abril. Durante a 4ª reunião do Conselho Nacional da Amazônia Legal (CNAL), que é presidido por Mourão, o vice-presidente mencionou “quatro eixos de atuação” do Plano Amazônia, para continuidade de ações de fiscalização e combate aos crimes ambientais e fundiários, como desmatamento ilegal e as queimadas na Amazônia.

No encontro, Mourão falou sobre a intenção de retirar os militares dos postos de ação na região e sobre a implementação do programa Amazônia 2021/2022 que substitui a Operação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), denominada Verde Brasil 2. O vice-presidente afirmou que a GLO, que custou R$ 410 milhões aos cofres públicos, “não é uma operação extremamente cara”.

A nova ação proposta por Mourão vai contar com a participação de agências de fiscalização dos Ministérios da Justiça, Meio Ambiente, Agricultura e Gabinete de Segurança Institucional. E que será designada por funcionários do Incra, Polícia Federal e Rodoviária, ICMBio e Ibama, que já faziam parte do trabalho desenvolvido pela, até então, Verde Brasil 2, que chega ao fim no dia 30 de abril. A contratação de profissionais terceirizados também pode ser levada em consideração, mas o vice-presidente ressaltou que o tema pode ser complicado, já que o projeto precisa passar pelo área econômica do governo

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