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Posted on 14-01-2021
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DO ANTAGONISTA

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (13/1), o impeachment do presidente Donald Trump, a apenas seis dias do fim do seu mandato. Em um momento histórico, 10 deputados republicanos, partido de Trump, votaram a favor do impeachment. Outros 222 deputados democratas apoiaram o afastamento do presidente. Foram 232 votos a favor do impeachment e 197 votos contra.

Essa é a segunda vez que Trump passa por um processo de impeachment. Dessa forma, ele se tornou primeiro presidente da história do país a sofrer dois impeachments.  Para ser aprovado, ele ainda precisa passar no Senado. Caso seja aprovado, Trump perde os direitos políticos e não poderá voltar a ser presidente. Dificilmente, o processo será votado no Senado antes do término do mandato. Joe Biden toma posse na próxima quarta-feira (20/1). No primeiro processo de impeachment, Trump foi absolvido no Senado, onde a maioria é republicano.

A retirada de um presidente do cargo por impeachment exige maioria de dois terços (67 de 100 senadores). Em caso de condenação, haverá a realização de uma outra vação para julgar a perda de direitos políticos, que podem ser retirados via aprovação por maioria simples (51 senadores)

“Cidade Vazia”, Elizeth Cardoso:  a estrela que canta no Infinito, para sempre!

Boa Quinta

(Gilson Nogueira)

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Ingrid Soares
postado em 13/01/2021 11:39 / atualizado em 13/01/2021 11:41
 

 (crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

(crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) rebateu, em francês, na manhã desta quarta-feira (13/1), a fala do presidente Emmanuel Macron. Segundo o general, Macron desconhece o processo de produção de soja no país. Apontou, ainda, que suas declarações atendem a interesses protecionistas.

Mourão defendeu também que a capacidade brasileira de produção é imbatível e que a produção agrícola na Amazônia é “ínfima”. “A produção agrícola na Amazônia é ínfima. Por outro lado, a nossa capacidade de produção é imbatível, vamos colocar assim. Nossa competição nesse ramo está muito acima dos demais concorrentes”, disse a jornalistas no Palácio do Planalto.

Na terça-feira, Macron fez críticas ao desmatamento da Amazônia e citou especificamente a soja brasileira, relacionando-a ao problema ambiental. “Continuar a depender da soja brasileira seria ser conivente com o desmatamento da Amazônia”, escreveu em sua conta oficial no Twitter.

A publicação veio acompanhada de um vídeo, no qual comenta a questão em conversa com repórteres.
“Nós somos coerentes com nossas ambições ecológicas, estamos lutando para produzir soja na Europa”, afirma o presidente francês. No vídeo, Macron fala em “não depender mais” da soja brasileira, e produzi-la no continente. 

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AP Photo / Andre Penner
Credit…AP Photo / Andre Penner

Por GILBERTO MENEZES CÔRTES 

 

Os Estados Unidos registram a maior quantidade de mortes por Covid-19: 380.882 até a manhã desta 4ª feira. O Brasil vem em 2º, com 204.690 mortes. A Índia tinha 155,5 mil óbitos e o México, 135.682 vidas perdidas com o vírus. O país europeu com o maior número de baixas era o Reino Unido: 83.203. Mas a contagem de mortes muitas vezes é decorrente do tamanho da própria população. Quando se usa o critério da Organização Mundial de Saúde (OMS) de mortes por 100 mil habitantes, o pior desempenho é do pequenino principado de San Marino no Norte da Itália. San Marino teve 65 mortes. Como sua população não chega a 34 mil habitantes, o índice é de 192 por 100 mil.

Dos grandes países europeus, a Itália (com 60,4 milhões e 79.819 mortes) é o de pior desempenho: 132 por 100 mil, superando o índice de 125 por 100 mil do RU (66,5 milhões) e os 113 por 100 mil da Espanha (52,6 mil mortes para 47 milhões de habitantes). Mas a pior média é da pequena Bélgica 177 por 100 mil (o país registrou 20.194 óbitos numa população de 11,5 milhões, um pouco menor que a população do Grande Rio).

O Estado do Rio de Janeiro, com 17,3 milhões de habitantes, teve praticamente 27 mil mortes, a pior média do Brasil, com 156,2 mortes por cada 100 mil habitantes. São Paulo teve 46,7 mil mortes (quase 20 mil a mais que o RJ), mas com uma população de 46,4 milhões de habitantes, o índice de mortes é de 106 por 100 mil. Acima da média brasileira, mas superado por RJ, Ceará, Espírito Santo, Amazonas, Amapá, Roraima, Mato Grosso e o Distrito Federal, que tem 145,1 mortos por 100 mil habitantes, o 2º pior do Brasil.

Com 212 milhões de habitantes, a média do Brasil é de 98 mortos por 100 mil habitantes. Melhor (ou menos pior) que os 115 por 100 mil dos EUA, os 108 por 100 mil do México e os 103 por 100 mil da Alemanha. Na América do Sul estão piores que o Brasil a Argentina, com índice de 101 por 100 mil (44.800 óbitos para 44 milhões de habitantes, e o Peru, com 38.335 mortos (índice de 120 por 100 mil habitantes).

Entretanto, países bem mais populosos que o Brasil, a Índia, com 151,5 mil mortos para uma população de 1,350 bilhão, tem índice de apenas 11 mortos por 100 mil. A Indonésia, com 270 milhões de habitantes e 24.950 mortos, está com índice de 9 por 100 mil. A vizinha Colômbia, com quase 49 milhões de habitantes e 46,7 mil mortos, está com índice de 94 (menor que o do Brasil). O Paquistão, que segundo estatísticas da ONU teria superado o Brasil em pouco mais de 300 mil habitantes, e tem 10.772 mortes por Covid-19, está com índice de apenas 5 por 100 mil habitantes.

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