A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (13/1), o impeachment do presidente Donald Trump, a apenas seis dias do fim do seu mandato. Em um momento histórico, 10 deputados republicanos, partido de Trump, votaram a favor do impeachment. Outros 222 deputados democratas apoiaram o afastamento do presidente. Foram 232 votos a favor do impeachment e 197 votos contra.

Essa é a segunda vez que Trump passa por um processo de impeachment. Dessa forma, ele se tornou primeiro presidente da história do país a sofrer dois impeachments.  Para ser aprovado, ele ainda precisa passar no Senado. Caso seja aprovado, Trump perde os direitos políticos e não poderá voltar a ser presidente. Dificilmente, o processo será votado no Senado antes do término do mandato. Joe Biden toma posse na próxima quarta-feira (20/1). No primeiro processo de impeachment, Trump foi absorvido no Senado, onde a maioria é republicano.

A retirada de um presidente do cargo por impeachment exige maioria de dois terços (67 de 100 senadores). Em caso de condenação, haverá a realização de uma outra votação para julgar a perda de direitos políticos, que podem ser retirados via aprovação por maioria simples (51 senadores)

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A decisão foi tomada em uma reunião da bancada nesta terça-feira (12/1)

AE
Agência Estado
 

 (crédito: Edilson Rodrigues/Agencia Senado)

(crédito: Edilson Rodrigues/Agencia Senado)
O MDB decidiu lançar a senadora Simone Tebet (MS) na disputa pela presidência do Senado. Ela terá como principal adversário o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
A decisão foi tomada em uma reunião da bancada, nesta terça-feira, 12. Além de Simone Tebet, outros três nomes disputavam a indicação do MDB: Eduardo Braga (AM), Eduardo Gomes (TO) e Fernando Bezerra Coelho (PE), que recuaram da candidatura.
O partido também filiou dois novos senadores, aumentando de 13 para 15 integrantes. A legenda oficializou a filiação de Veneziano Vital do Rêgo (PB), que deixou o PSB, e Rose de Freitas (ES), que saiu do Podemos.
O MDB tem a maior bancada do Senado e tenta voltar ao comando do Legislativo após ser derrotado por Alcolumbre em 2019.
O MDB decidiu lançar a candidata após ver Rodrigo Pacheco largar na frente. O candidato do DEM fechou apoio com PSD, PT, PROS, Republicanos, PL, PSC e deve receber o apoio do Progressistas até esta quarta-feira, somando 38 senadores na data da eleição.
O MDB, por sua vez, tentará atrair Podemos, PSDB, Cidadania, PSL e PSB, o que formaria um bloco de 37 senadores. Esses partidos, porém, ainda não se decidiram.
O aceno do presidente Jair Bolsonaro à candidatura de Pacheco pavimentou a escolha por Simone Tebet, de acordo com emedebistas. Ela tentará atrair votos da bancada lavajatista e de ex-aliados de Davi Alcolumbre. Além disso, terá o discurso de independência em relação ao Palácio do Planalto para contrapor o candidato de Alcolumbre.
A disputa pelo Senado está marcada para o 1º de fevereiro. A escolha definirá quem comandará a Casa, e consequentemente o Congresso Nacional, pelos próximos dois anos.
O chefe do Legislativo tem o poder de pautar projetos de lei e vetos do presidente Jair Bolsonaro.
O ocupante do cargo também terá um papel chave na eleição presidencial, em 2022, pois comandará as pautas do Legislativo no período.
Além disso, a presidência da Câmara e do Senado aumentam o cacife eleitoral do partido que comanda as casas legislativas.

T

Você já me esqueceu”, Roberto Carlos: Minha mãe dizia que ele parecia um anjo! E ele canta! Com a alma! Você continua O Rei, Roberto!

Bom dia!

(Gilson Nogueira)

jan
13
Posted on 13-01-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-01-2021

Correio Braziliense Blog do Vicente

Ninguém causa mais horror neste momento ao presidente Jair Bolsonaro do que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Mas, para o chefe do Executivo, o “estrelismo” de Maia está com os dias contados, acabará quando ele deixar de ser presidente da Câmara dos Deputados, em 1º de fevereiro.

A auxiliares, Bolsonaro avalia que, sem poder e sem nada a oferecer aos deputados, Maia será “aniquilado”, perderá relevância no debate político. Em compensação, a caneta Bic do presidente estará cheia de tinta para oferecer agrados aos parlamentares, mesmo que Baleia Rossi seja o vencedor na disputa pelo comando da Câmara.

Bolsonaro acredita que Maia, que já o chamou de “mentiroso” e “covarde”, mergulhou no desespero, pois descerá do pedestal. A ala ideológica do governo, por sinal, não faz outra coisa a não ser contar os dias para Maia voltar a ser um simples deputado. “Esse já vai tarde”, diz um integrante do governo.

Apesar de prever o “aniquilamento” de Maia, Bolsonaro sabe que não poderá tirar o deputado de seu radar de preocupações. Afinal, o ainda presidente da Câmara dos Deputados construiu ótimas relações e vai trabalhar pesado nos bastidores para tentar construir uma candidatura de centro a fim de peitar a reeleição de Bolsonaro.

jan
13
Posted on 13-01-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-01-2021
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta terça (12) que “continuar dependendo da soja brasileira seria endossar o desmatamento da Amazônia”.

“Somos consistentes com as nossas ambições ecológicas, lutamos para produzir soja na Europa”, disse Macron, em vídeo também publicado nas redes sociais.

 

jan
13
Posted on 13-01-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-01-2021
DO JORNAL DO BRASIL
Foto: Agif/Divulgação
Credit…Foto: Agif/Divulgação

Por Jornal do Brasil 

 

Nome fundamental para as carreiras de alguns dos maiores ídolos esportivos do Brasil, o empresário Antônio Carlos de Almeida Braga, 94, morreu nesta terça-feira (12) em Portugal. A causa não foi divulgada. Ele vivia no país europeu, onde tinha residência há décadas, desde o ano passado.

Nascido em 1926, em São Paulo, e conhecido como Braguinha, o investidor foi dono da Companhia de Seguros Atlântica Boavista, empresa fundada por seu pai e incorporada pela Bradesco Seguros nos anos 1980.

Com o negócio, ele se tornou um dos principais acionistas do Bradesco. Também ocupou a presidência do conselho de administração do banco, mas em 1986 decidiu sair da instituição.

Ao longo da vida, Braguinha foi um dos maiores apoiadores da história esportiva nacional. Na F1, patrocinou o bicampeão mundial Emerson Fittipaldi e foi amigo próximo do tricampeão Ayrton Senna. No futebol, ajudou ninguém menos que Pelé a driblar problemas financeiros.

“Você foi o maior incentivador da história do esporte brasileiro. […] Quando você chegava em uma quadra, num autódromo, num estádio de futebol, você era a alegria, um incentivo a todos os atletas. Você é um patrimônio que vai ficar na história do esporte brasileiro”, afirmou Fittipaldi.

 O investidor também teve papel de destaque ao apoiar financeiramente o início da carreira do tenista Gustavo Kuerten e viabilizar o time de vôlei Atlântica Boavista. A equipe marcou época no Rio de Janeiro com astros da seleção masculina nos anos 1980, entre eles Renan Dal Zotto e Bernard, e o comando do técnico Bebeto de Freitas.

Como escreveu a colunista da Folha de S. Paulo Katia Rubio em 2019, Braga “ofereceu as condições materiais” para que a chamada geração de prata (medalhista nos Jogos de Los Angeles-1984) desfrutasse “dos anos dourados do esporte”.

“Como esquecer meu primeiro salário no vôlei, há exatamente 40 anos, no Rio de Janeiro, na equipe da Atlântica Boavista? Ele era um cara que não era só o presidente da empresa, ele era um mentor, um conselheiro, que vira e mexe estava ali na beira da quadra acompanhando os treinamentos e vendo se a gente precisava de alguma coisa a mais”, disse Renan Dal Zotto, hoje técnico da seleção brasileira masculina.

O piloto costumava se hospedar numa propriedade do empresário em Sintra, Portugal, e Braguinha o acompanhava constantemente no grid da F1. A prometida reunião, porém, acabou não ocorrendo devido à morte de Senna no fatídico acidente do GP de Ímola.

Três anos mais tarde, quando Guga conquistou o seu primeiro título em Roland Garros, Braguinha estava na arquibancada em Paris para receber um dos primeiros abraços do catarinense que assombrou o mundo do tênis aos 20 anos de idade.

Por iniciativa própria, Braguinha costumava oferecer prêmios em dinheiro a atletas brasileiros que obtinham grandes feitos. Ele também teve proximidade com Pelé e João Havelange, foi espectador assíduo de Copas do Mundo, Jogos Olímpicos e torneios do circuito mundial de tênis. Torcedor do Fluminense, era sócio benemérito do clube.

Braga teve dois casamentos, com Vivi Nabuco e Luiza Eugênia Konder, e seis filhos.(Folhapress)

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