Chefe do Executivo ainda voltou a atacar a imprensa, dizendo que “a covid-19 é um vírus potencializado pela mídia”.

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Ingrid Soares
 (crédito: EVARISTO SA)
(crédito: EVARISTO SA)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira (5/1) que “o Brasil está quebrado e que não consegue fazer nada”. O chefe do Executivo ainda voltou a atacar a imprensa, dizendo que “a covid-19 é um vírus potencializado pela mídia”. A declaração foi feita a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada. Bolsonaro também afirmou que gostaria de fazer mudanças na tabela de imposto de renda, mas que está de mãos atadas.

 

“O Brasil está quebrado. Não consigo fazer nada. Queria mexer na tabela de imposto de renda. Esse vírus potencializado pela mídia que nós temos, essa mídia sem caráter que nós temos. É um trabalho incessante de tentar desgastar para retirar a gente daqui para voltar alguém para atender os interesses escusos da mídia. Soma-se a isso que o Brasil não tem uma cultura”, apontou.

Por fim, Bolsonaro ressaltou: “Vão ter que me aguentar até o final de 2022. Pode ter certeza disso”. Mais cedo, o mandatário voltou a defender o uso de Ivermectina e Annita no tratamento precoce contra o novo coronavírus. No entanto, não há eficácia comprovada desses remédios contra o vírus.

Na segunda-feira (4/1), o presidente ironizou o uso da máscara facial, item higiênico auxiliar na contenção da proliferação dos casos de coronavírus recomendado por todos os órgãos científicos e de saúde do mundo. O chefe do Executivo retornou a Brasília, após recesso no Forte dos Andradas, em São Paulo, para onde viajou em 28 de dezembro.

Ao cumprimentar apoiadores que o aguardavam na entrada do Palácio do Alvorada e após tirar foto com uma criança, Bolsonaro disse em tom de piada que entrou na água com máscara para “não pegar covid nos peixinhos”. “Sabia que o tio estava na praia nadando de máscara? Tava nadando de máscara. Mergulhei de máscara também, para não pegar covid nos peixinhos”, disse, rindo. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil conta mais de 195 mil mortos por conta do vírus.

 

Bolsonaro se referia ao episódio em que, no dia 1º, de lancha, se jogou na água e nadou em direção a banhistas que estavam na praia. A ação de Bolsonaro acabou causando aglomeração de banhistas, que nadaram ao encontro do mandatário. Depois de conversar com os bolsonaristas e ser ovacionado ao som de “mito”, ele retornou a nado para a embarcação.

“Canto Triste”, Edu Lobo: Quem sabe faz ao vivo, diz o nosso Faustão brandindo o seu mantra na TV. E Edu cumpre à risca o mandamento ao interpretar esta que é uma des suas mais extraordinárias canções de sempre, em letra e música. Confira e se emocione.  Oplas ausos entusiasmado do público, são mais que merecidos!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jan
06
Posted on 06-01-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-01-2021

Várias dezenas de pessoas despediram-se ontem de Carlos do Carmo, fadista que morreu na passada sexta-feira aos 81 anos, numa cerimónia religiosa realizada na Basílica da Estrela, em Lisboa, que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro António Costa e de Graça Fonseca, ministra da cultura.

Foram muitas personalidades – o maestro António Victorino de Almeida, o músico Luís Represas e a autarca de Almada, Inês de Medeiros – e amigos do fadista que fizeram questão de lhe prestar uma última homenagem, num dia em que Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, anunciou, através da sua página de Facebook, que o fado “Lisboa Menina e Moça” passou a ser a canção oficial da cidade. “Uma decisão tomada com o acordo unânime dos vereadores e que perpetua a importância do fadista para Lisboa e da canção – com letra de Ary dos Santos e Fernando Tordo e música de Paulo de Carvalho – que melhor caracterizou a nossa cidade”, escreveu o autarca, que também marcou presença na Basílica da Estrela, à porta da qual um conjunto guitarristas tocou precisamente o tema que agora se torna canção oficial de Lisboa no momento em que a urna de Carlos do Carmo, coberta com a bandeira de Portugal e um cachecol do Belenenses, clube do qual era sócio, saiu para o Cemitério dos Prazeres.

Refira-se que o autarca lisboeta adiantou ainda que está ainda a analisar, em conjunto com a família do fadista, mais uma “forma complementar de homenagear” Carlos do Carmo, atribuindo o seu nome a uma rua ou a um equipamento da cidade onde nasceu, viveu e sobre a qual versaram vários dos seus temas musicais.

Carlos do Carmo foi sepultado, numa cerimónia reservada à família, no mesmo local onde também estão os restos mortais da sua mãe, a também fadista Lucília do Carmo, bem como outras personalidades do mundo das artes como o guitarrista Carlos Paredes, os atores Vasco Santana, Raul Solnado, Zita Duarte e Guida Maria, os historiadores Jaime Cortesão e António Henrique de Oliveira Marques, os escritores António Gedeão, António Tabucchi, David Mourão-Ferreira, José Cardoso Pires e Urbano Tavares Rodrigues.

Refira-se que o cantor despediu-se dos palcos a 9 de novembro de 2019 com um concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, mas apenas este anos será publicado o seu último álbum – “E Ainda?”.

Na sua longa carreira, Carlos do Carmo foi distinguido com vários prémios, destacando-se o Grammy Latino de Carreira, que lhe foi entregue em 2014. Além disso, atuou em alguns dos mais conceituados palcos mundiais da música, entre os quais o Olympia, em Paris, a Ópera de Frankfurt, na Alemanha, o Canecão, no Rio de Janeiro, e ainda o Royal Albert Hall, em Londres.

jan
06
Posted on 06-01-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-01-2021


 

 Amarildo, NA

 

jan
06

 

Uma série polêmica sobre a Revolução Cultural liderada por Mao Tsé-Tung na China pode ter sido o motivo por trás da morte do bilionário dos jogos Lin Qui, envenenado na noite de Natal.

Lin adquiriu, por US$ 150 milhões, os direitos sobre a obra de ficção O problema dos três corpos, escrita pelo também chinês Cixin Liu, premiado em 2014 com o Hugo Award.

O bilionário havia fechado uma parceria com a Netflix para filmar a trilogia, que retrata a violência do movimento maoísta e cria uma narrativa que culmina numa invasão alienígena.

Lin era dono da empresa de games Yoozoo e dos jogos Game of Thrones: Winter is Coming.

A mídia estatal chinesa e a polícia de Xangai dizem que o magnata foi envenenando por Xu Yao, um executivo da própria Yoozoo

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