DO JORNAL DO BRASIL
Foto: Folhapress / Allan Carvalho
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Por Jornal do Brasil

 

O Ministério da Saúde apresentou neste sábado o plano nacional de imunização contra o coronavírus, sem divulgar uma data prevista para o início da vacinação, e acrescentou a CoronaVac entre as vacinas com previsão de aquisição pelo governo federal, apesar das críticas já feitas pelo presidente Jair Bolsonaro ao imunizante chinês.

O chamado “Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19” foi entregue eletronicamente pela pasta, na véspera, à Advocacia Geral da União (AGU) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito de processo que tramita na corte sobre a aplicação de vacinas no país, e divulgado pelo ministério em seu site oficial neste sábado.

O programa é divido em 10 eixos, passando pela definição de população-alvo, vacinas que serão aplicadas, operacionalização das campanhas, orçamento e comunicação que será adotada.

De acordo com o documento, serão necessárias 108 milhões de doses para vacinar 51 milhões de brasileiros do grupo prioritário, que inclui trabalhadores de saúde e idosos, entre outros. O ministério não apresentou um cronograma para vacinar esse grupo.

Nesta semana, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a vacinação poderia começar ainda este ano caso a Pfizer recebe aprovação da Anvisa para uso emergencial de sua vacina no Brasil e entregue doses ao governo federal.

O Ministério da Saúde está em negociações com o laboratório por 70 milhões de doses, mas apenas 2 milhões com previsão de entrega no primeiro trimestre de 2021. A vacina da Pfizer já foi aprovada para uso em países como Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

Até o momento, o governo federal tem acordos firmados apenas com a AstraZeneca, com previsão de 130 milhões de doses de vacina no ano que vem, e com o programa global Covax Facility, por 43,5 milhões de doses.

Apesar da rixa entre Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria, cujo governo controla o Instituto Butantan que é responsável no Brasil pela produção da CoronaVac, a vacina desenvolvida pela chinesa Sinovac é citada no documento entre aquelas “com previsão de aquisição pelo Ministério da Saúde”.

Bolsonaro já colocou em dúvida a qualidade da CoronaVac e chegou a vetar um acordo costurado por Pazuello com o Butantan, mas especialistas em saúde pública e governadores têm pressionado o governo a incluí-la no plano nacional.

Doria já anunciou, inclusive, que pretende começar a vacinação em São Paulo em 25 de janeiro com a CoronaVac — apesar de a vacina ainda não ter sequer pedido de registro apresentado à Anvisa.

No total, 13 vacinas aparecem na lista do ministério entre aquelas que podem ser adquiridas. A pasta afirma no plano que está fazendo prospecção de todas as vacinas e sediou encontros com representantes de diversos laboratórios que possuem vacinas em fase 3 de pesquisa clínica para aproximação técnica e logística, destacando que é necessária a aprovação da Anvisa.

Segundo Pazuello, qualquer vacina aprovada pela agência reguladora será adquirida pelo governo federal.

Quanto ao orçamento, o governo federal afirmou que já disponibilizou 1,9 bilhão de reais de encomenda tecnológica associada à aquisição de doses de vacina pela AstraZeneca/Fiocruz. Outros 2,5 bilhões de reais foram para adesão ao Consórcio Covax Facility.

“Além disso, 177,6 milhões de reais para custeio e investimento na Rede de Frio, na modernização do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) e fortalecimento e ampliação da vigilância de síndromes respiratórias. E um destaque orçamentário de 62 milhões reais para aquisição de mais 300 milhões de seringas e agulhas.”

Na sexta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estimou em audiência no Congresso que o custo de uma vacinação em massa da população será de aproximadamente 20 bilhões de reais. De acordo com uma fonte com conhecimento da questão, o governo federal está preparando uma medida provisória liberando esse valor para a imunização da população.

O Ministério da Saúde afirmou, em nota, que o plano de vacinação será apresentado e detalhado à população na quinta-feira.(com agência Reuters)

Orélia”, Luiz Gonzaga: a brejeira canção nordestina, aqui em gravação rara, apresentada esta semana na programação da Rádio Jornal do Comérco, de Pernambuco,   na qual Gonzagão demonstra toda a sua genialidade de sanfoneiro e de intérprete. Confira.

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
13
Posted on 13-12-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-12-2020
DO SITE O ANTAGONISTA
Vereador eleito de Niterói, Carlos Boechat morreu neste sábado, aos 70 anos, em decorrência de complicações da Covid-19. Ele é irmão do jornalista Ricardo Boechat, morto no ano passado em acidente de helicóptero.

Carlos estava internado no Hospital Santa Marta, na mesma cidade.

 No Instagram, Veruska Seibel Boechat, viúva de Ricardo Boechat, afirmou que Carlos “pegou esse vírus maldito junto com muita gente em volta”, no final da campanha.

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Posted on 13-12-2020
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Duke ,  no jornal

 

dez
13
Posted on 13-12-2020
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O cantor de 86 anos foi vítima de complicações da covid-19.

Charley Pride, pioneiro músico negro da música country nos Estados Unidos, morreu este sábado aos 86 anos, vítima de complicações de covid-19. Pride ficou sobretudo conhecido por temas como “Kiss an angel good mornin”” e “Is anybody goin” to San Antone”, entre outros êxitos

Pride tinha sido homenageado em novembro pela Country Music Association com o prémio Willie Nelson pela sua obra. Na ocasião, chegou a cantar a música “Kiss an angel good mornin”” ao lado de Jimmie Allen.

Charley nasceu em Sledge, no Mississippi, em 1934, e trabalhou na colheita de algodão e jogou beisebol na liga de negros. Trabalhou também numa fundição em Montana e serviu no Exército antes de se tornar a primeira estrela negra da música country dos Estados Unidos.

As canções de Pride surgiram 52 vezes no Top 10 de músicas country, 29 vezes no número um dos tops. Em 2000, o cantor foi incluído no Country Music Hall of Fame.

De acordo com alguns media norte-americanos, em vez de flores, a família do artista pediu doações para organizações não-governamentais e escolas.

Pride deixa a mulher, Rozene Cohran, com quem era casado desde 1956, e três filhos, Dion, Angela e Kraig Pride.

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